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Em Manaus (AM), Teatro Amazonas recebe espetáculo sensorial Amassunu

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O Teatro Amazonas recebe nesta terça (22) e quarta-feira (23) o espetáculo Amassunu, que propõe um encontro inédito entre a música indígena, a erudita e artistas independentes de Manaus (AM). Os dois dias de apresentação levarão o público a mergulhar em um rio de experiências sensoriais e musicais.

O termo “Amassunu”, que dá nome ao espetáculo, significa “ruído das águas”; e funciona como metáfora da força criativa do repertório musical que combina a identidade amazônica – por meio da música indígena contemporânea; de criações autorais de artistas independentes; e arranjos eruditos.

O espetáculo reúne artistas como Agenor Vasconcelos, Dudu Brasil, Gabi Farias, Anne Jezini, a banda Moã.

O indígena Silvio Bará, membro do Centro Cultural Bayaroá, que fará a apresentação de abertura do Amassunu, fala da importância de levar para o teatro a musicalidade dos povos originários.

“Amassunu é o barulho das cachoeiras. Nós queremos expressar, manifestar, em forma de barulho musical, no espaço do Teatro Amazonas, através de nossos instrumentos musicais do Alto Rio Negro.”

O cantor Dan Stump também participa do “coquetel sonoro amazônico”. 

“O Amassunu conseguiu reunir a história da música popular amazonense, juntando um pouco do que já aconteceu na nossa história da música, com o que é de mais contemporâneo e está lindo. É muito lindo ouvir as releituras das nossas músicas e de outras canções icônicas com uma orquestra, claro.”

O show musical que celebra a música independente amazônida faz parte da programação da nova temporada da Série Encontro das Águas, promovida pelo governo amazonense há mais de dez anos.

O projeto cultural tem como identidade, reunir sempre o erudito e o popular, promovendo encontros artísticos inusitados no palco do maior símbolo cultural do estado: o Teatro Amazonas.

Os ingressos para todos os espetáculos estão à venda na bilheteria do Teatro e no site Shop Ingressos.

*Com sonoplastia de Jailton Sodré.


Fonte: EBC Cultura

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Olodum completa 47 anos com festa na Bahia

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Fundado em 25 de abril de 1979, no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador (BA), o Olodum se consolidou como um dos maiores representantes da cultura baiana e afro-brasileira.

Os 47 anos dessa referência cultural terão celebração à altura. A programação começa nesta quarta-feira (22) e segue até o próximo domingo (26) com uma série de atividades: visitas guiadas, atividades formativas, lançamento de materiais pedagógicos, inauguração de novo espaço cultural e, claro, apresentação do Olodum no Largo do Pelourinho.

Um dos destaques da agenda de aniversário é o anúncio, na sexta-feira (24), a partir das 10h, na sede do grupo, do tema do Carnaval 2027 e do calendário de ações até os dias da folia do ano que vem. No mesmo dia, será inaugurado oficialmente o Estúdio Fela Kuti, um novo espaço voltado para a produção artística e audiovisual da instituição.

A sexta-feira ainda abre espaço para o relançamento das cartilhas do Kit Revoltas Negras, com publicações dedicadas a episódios marcantes da história brasileira, como a Revolta de Búzios, dos Malês, da Chibata e de Zumbi dos Palmares, além de um novo kit pedagógico voltado ao ambiente escolar.


O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho
O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho

O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho – Sayonara Moreno/Agência Brasil

No domingo, a partir das 15h, acontece o ensaio especial do Olodum, aberto ao público, celebrando os 47 anos de trajetória no Largo do Pelourinho.

 Além do bloco e da banda, o Olodum também atua como ONG e centro de atividades culturais de caráter sócio-comunitário. O espaço promove o desenvolvimento de projetos em parceria com os governos municipal, estadual e federal, vários deles ligados à educação, cultura, cidadania e letramento racial. O grupo também é integrado por ramificações de teatro, um centro digital e de memória.

A palavra Olodum é de origem yorubá e, no ritual do candomblé, significa “Deus dos Deuses” ou “Deus maior” Olodumaré. Não representa um orixá, mas o Deus criador do Universo.

As cores do grupo formam a base do Pan-africanismo, Rastafarianismo e do Movimento Reggae: a cor verde representa as florestas equatoriais da África; o vermelho é o sangue da raça negra; o amarelo, o ouro da África; o preto é o orgulho da população negra e o branco, a paz mundial.
 


Fonte: EBC Cultura

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