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Evento em Quixadá (CE) celebra a literatura e o trabalho de autores

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Uma vasta programação que celebra a literatura, a importância da leitura e o trabalho dos autores, principalmente os cearenses, vai movimentar a cidade de Quixadá, no sertão do Ceará. Começa nesta quinta (18) e segue até o próximo sábado (20) o 9º Encontro de Leitores do Sertão Central.
 
O evento, sediado na Casa de Saberes Cego Aderaldo, tem como tema “Do cordel à HQ: não há quem diga onde termina e começa o sertão”. Segundo a organização, a temática reforça a proposta de pensar o Sertão Central como território criativo, onde convivem tradição e contemporaneidade.

A programação, gratuita e aberta ao público, inclui mesas de debate, lançamentos de livros, oficinas, feira criativa, sorteios e um concurso de cosplay. Entre os bate-papos estão temas como políticas públicas voltadas para incentivo à produção literária e o incentivo à leitura em territórios do interior. Serão pelo menos 7 encontros reunindo profissionais do segmento livreiro, gestores culturais, autores, ilustradores, cordelistas e pesquisadores.

O secretário de Formação, Livro e Leitura do Ministério da Cultura, Fabiano Piúba é um dos convidados.

“E o bonito é isso, porque não é um encontro só de escritores. É um encontro de leitores, então traz essa dimensão da leitura, da promoção da leitura e da formação de leitores. Então estaria discutindo, debatendo sobre as políticas de livro, leitura, literatura, bibliotecas, sobretudo do Plano Nacional de Livro e Leitura.”

Ainda dentro da programação será realizado o 1º Encontro de Profissionais do Livro e da Leitura do Sertão Central, com o objetivo de mapear editores, mediadores, livreiros, professores e demais agentes que atuam na cadeia do livro, ampliando a profissionalização e fortalecendo o mercado no interior do Ceará.

A programação completa está disponível no instagram oficial do evento e no site da Secretaria Estadual de Cultura do Ceará.

 




Fonte: EBC Cultura

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Olodum completa 47 anos com festa na Bahia

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Fundado em 25 de abril de 1979, no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador (BA), o Olodum se consolidou como um dos maiores representantes da cultura baiana e afro-brasileira.

Os 47 anos dessa referência cultural terão celebração à altura. A programação começa nesta quarta-feira (22) e segue até o próximo domingo (26) com uma série de atividades: visitas guiadas, atividades formativas, lançamento de materiais pedagógicos, inauguração de novo espaço cultural e, claro, apresentação do Olodum no Largo do Pelourinho.

Um dos destaques da agenda de aniversário é o anúncio, na sexta-feira (24), a partir das 10h, na sede do grupo, do tema do Carnaval 2027 e do calendário de ações até os dias da folia do ano que vem. No mesmo dia, será inaugurado oficialmente o Estúdio Fela Kuti, um novo espaço voltado para a produção artística e audiovisual da instituição.

A sexta-feira ainda abre espaço para o relançamento das cartilhas do Kit Revoltas Negras, com publicações dedicadas a episódios marcantes da história brasileira, como a Revolta de Búzios, dos Malês, da Chibata e de Zumbi dos Palmares, além de um novo kit pedagógico voltado ao ambiente escolar.


O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho
O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho

O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho – Sayonara Moreno/Agência Brasil

No domingo, a partir das 15h, acontece o ensaio especial do Olodum, aberto ao público, celebrando os 47 anos de trajetória no Largo do Pelourinho.

 Além do bloco e da banda, o Olodum também atua como ONG e centro de atividades culturais de caráter sócio-comunitário. O espaço promove o desenvolvimento de projetos em parceria com os governos municipal, estadual e federal, vários deles ligados à educação, cultura, cidadania e letramento racial. O grupo também é integrado por ramificações de teatro, um centro digital e de memória.

A palavra Olodum é de origem yorubá e, no ritual do candomblé, significa “Deus dos Deuses” ou “Deus maior” Olodumaré. Não representa um orixá, mas o Deus criador do Universo.

As cores do grupo formam a base do Pan-africanismo, Rastafarianismo e do Movimento Reggae: a cor verde representa as florestas equatoriais da África; o vermelho é o sangue da raça negra; o amarelo, o ouro da África; o preto é o orgulho da população negra e o branco, a paz mundial.
 


Fonte: EBC Cultura

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