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Exposição “Histórias da Ecologia” reúne mais de 200 obras no Masp

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Aberta nesta quinta-feira (4), a exposição Histórias da Ecologia revela no Masp, Museu de arte de São Paulo, perspectivas artísticas em comum a respeito da ecologia ou de enfrentamentos aos efeitos da crise climática global. 

São mais de 200 obras de artistas, ativistas e movimentos sociais de 22 países, como Colômbia, Nova Zelândia, Peru e Turquia.

A coletiva internacional ocupa todos os espaços expositivos do Edifício Pietro Maria Bardi, o novo prédio inaugurado este ano pelo Masp. 

A exposição investiga a ecologia como uma rede de relações entre seres vivos e o mundo que habitam. Fotografias, pinturas, esculturas, vídeos e performances colocam em diálogo comunidades, territórios e ecossistemas de diferentes locais ou períodos.

O trabalho de vídeo do artista chinês Zheng Bo investiga a plasticidade genética das plantas. Em outra produção artística, aparece uma perspectiva indígena amazônica sobre a temporalidade cíclica da natureza. 

Na exposição, entre todas as obras, há algo em comum: nenhum artista consegue pensar a natureza separada do humano.

A exposição Histórias da Ecologia fica em cartaz no Masp até 1ºde fevereiro de 2026. Às terças-feiras, a entrada é gratuita.
 


Fonte: EBC Cultura

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Festival de Brasília do Cinema Brasileiro começa nesta sexta (11)

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Começa nesta sexta-feira um dos eventos mais aguardados da programação cultural da capital do país.

O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Em sua 59ª edição, o evento reúne mais de 70 produções em diversas mostras, além de atividades paralelas.

O cineasta Eduardo Valente, diretor artístico do evento, cita um dos destaques da programação: uma série inédita de Pernambuco:

“Sem dúvida nenhuma, a exibição de três episódios da série ‘Delegado’ vai ser um momento bem especial, produzida pelo Kleber Mendonça e pela Emilie Lesclaux e que conta uma história muito interessante de um jovem que começa a trabalhar como delegado numa região periférica do Recife e os dilemas do cotidiano dele ali como profissional”, diz. 

Entre as diversas atrações do festival, estão a Mostra Competitiva Nacional, com a exibição de sete longas-metragens e 12 curtas de várias partes do país, e a Mostra Brasília, dedicada a produções realizadas no Distrito Federal, com quatro longas e oito curtas.

Outra atração que promete atrair grande público é o Festivalzinho, com exibição de produções infanto-juvenis.

A diretora-geral do evento, Sara Rocha, fala sobre esse espaço.

“A programação infantil do festival se constrói a partir dos filmes que são inscritos para a seleção do conjunto de filmes que compõem a programação do festival, portanto são filmes atuais em sua grande maioria inéditos, cuja seleção que varia entre longas e curtas-metragens compõe essa programação, esse programa que a gente chama de Festivalzinho, que é exibido no Cine Brasília tanto para o público espontâneo, para as famílias e crianças, quanto também para um público estimulado de escolas públicas que o festival mobiliza junto à rede pública do Distrito Federal”, aponta.

O festival conta ainda com a Conferência do Audiovisual Nacional, nos dias 14 e 15 de setembro, voltada para o debate sobre temas do cinema nacional e políticas públicas da área.

Sara Rocha dá mais detalhes.

“Ela é um formato que se organiza em torno de painéis, com convidados especialistas em cada uma dessas temáticas que são sensíveis à construção e ao aperfeiçoamento dessas políticas públicas setoriais para o cinema e para o audiovisual, contando também com a participação de representantes institucionais, de entes públicos e privados e, sobretudo, do público do festival, que é muito qualificado”, aponta.

O evento acontece até o próximo dia 19 no Cine Brasília, com ingressos gratuitos ou a preços populares.


Fonte: EBC Cultura

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