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Exposição “Histórias da Ecologia” reúne mais de 200 obras no Masp

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Aberta nesta quinta-feira (4), a exposição Histórias da Ecologia revela no Masp, Museu de arte de São Paulo, perspectivas artísticas em comum a respeito da ecologia ou de enfrentamentos aos efeitos da crise climática global. 

São mais de 200 obras de artistas, ativistas e movimentos sociais de 22 países, como Colômbia, Nova Zelândia, Peru e Turquia.

A coletiva internacional ocupa todos os espaços expositivos do Edifício Pietro Maria Bardi, o novo prédio inaugurado este ano pelo Masp. 

A exposição investiga a ecologia como uma rede de relações entre seres vivos e o mundo que habitam. Fotografias, pinturas, esculturas, vídeos e performances colocam em diálogo comunidades, territórios e ecossistemas de diferentes locais ou períodos.

O trabalho de vídeo do artista chinês Zheng Bo investiga a plasticidade genética das plantas. Em outra produção artística, aparece uma perspectiva indígena amazônica sobre a temporalidade cíclica da natureza. 

Na exposição, entre todas as obras, há algo em comum: nenhum artista consegue pensar a natureza separada do humano.

A exposição Histórias da Ecologia fica em cartaz no Masp até 1ºde fevereiro de 2026. Às terças-feiras, a entrada é gratuita.
 


Fonte: EBC Cultura

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Olodum completa 47 anos com festa na Bahia

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Fundado em 25 de abril de 1979, no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador (BA), o Olodum se consolidou como um dos maiores representantes da cultura baiana e afro-brasileira.

Os 47 anos dessa referência cultural terão celebração à altura. A programação começa nesta quarta-feira (22) e segue até o próximo domingo (26) com uma série de atividades: visitas guiadas, atividades formativas, lançamento de materiais pedagógicos, inauguração de novo espaço cultural e, claro, apresentação do Olodum no Largo do Pelourinho.

Um dos destaques da agenda de aniversário é o anúncio, na sexta-feira (24), a partir das 10h, na sede do grupo, do tema do Carnaval 2027 e do calendário de ações até os dias da folia do ano que vem. No mesmo dia, será inaugurado oficialmente o Estúdio Fela Kuti, um novo espaço voltado para a produção artística e audiovisual da instituição.

A sexta-feira ainda abre espaço para o relançamento das cartilhas do Kit Revoltas Negras, com publicações dedicadas a episódios marcantes da história brasileira, como a Revolta de Búzios, dos Malês, da Chibata e de Zumbi dos Palmares, além de um novo kit pedagógico voltado ao ambiente escolar.


O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho
O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho

O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho – Sayonara Moreno/Agência Brasil

No domingo, a partir das 15h, acontece o ensaio especial do Olodum, aberto ao público, celebrando os 47 anos de trajetória no Largo do Pelourinho.

 Além do bloco e da banda, o Olodum também atua como ONG e centro de atividades culturais de caráter sócio-comunitário. O espaço promove o desenvolvimento de projetos em parceria com os governos municipal, estadual e federal, vários deles ligados à educação, cultura, cidadania e letramento racial. O grupo também é integrado por ramificações de teatro, um centro digital e de memória.

A palavra Olodum é de origem yorubá e, no ritual do candomblé, significa “Deus dos Deuses” ou “Deus maior” Olodumaré. Não representa um orixá, mas o Deus criador do Universo.

As cores do grupo formam a base do Pan-africanismo, Rastafarianismo e do Movimento Reggae: a cor verde representa as florestas equatoriais da África; o vermelho é o sangue da raça negra; o amarelo, o ouro da África; o preto é o orgulho da população negra e o branco, a paz mundial.
 


Fonte: EBC Cultura

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