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Ilha de Marajó recebe terceira edição do Festival Choro Jazz

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A Ilha de Marajó, no Pará, recebe a terceira edição do Festival Choro Jazz, com shows gratuitos, a partir desta terça-feira (25). O evento celebra a diversidade de sons até sábado (29), com shows e oficinas, no Parque de Exposições da Cidade de Soure.

O festival busca descentralizar a oferta de cultura dos grandes centros. O evento é itinerante e, desde que foi criado, em 2009, já passou por Jericoacoara, no Ceará; Fortaleza; região do Cariri; e agora chega à Ilha de Marajó pela terceira vez.

Programação

Neste ano, a programação traz apresentações de Caetano Brasil e Carol Panesi, Quinteto Caxangá, Toca Transamazônica e Luiz Otávio. No encerramento, quem sobe ao palco é o cantor e compositor Lenine, para um show de voz e violão.

Antonio Ivan Capucho, curador e idealizador do festival, fala sobre as atrações e a homenagem aos 100 anos do maestro Moacir Santos:

“Trazer artistas de ponta é uma maneira de aproximar o público de outros músicos com menos expressão na mídia. Então, quem vem ver o Lenine terá a oportunidade de conhecer o Luiz Otávio. Também fazer uma homenagem a esse grande maestro da música brasileira, que já não está entre nós, para celebrar o seu centenário. Trazer nomes consagrados para representar a música brasileira e falar um pouco da obra desse maestro, que é o Moacir Santos.”

A homenagem à obra do maestro Moacir Santos fica por conta do Quarteto Vereda, de São Paulo, com um repertório que une composição brasileira, jazz e improvisos.

Além dos shows, o Festival Choro Jazz também oferece oficinas musicais de harmonia, consciência rítmica, carimbó, percepção musical, entre outras, tudo de graça.O evento acontece até o próximo sábado no Parque de Exposições de Soure, na Ilha de Marajó. Mais detalhes no site chorojazz.com.


Fonte: EBC Cultura

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Artistas comentam desafios e oportunidades na carreira

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O Dia do Artista, comemorado em 24 de agosto, chama atenção para a importância daqueles que transformam criatividade e talento em trabalho. Marcele Catarini, desde os três anos, é bailarina e hoje é professora de dança. Ela comenta como se profissionalizar na área.

“Trabalhar com a arte tem suas dificuldades, porém ser artista é mais uma necessidade íntima e inevitável de expressão do que algo como trabalho. Mas, claro, somos artistas profissionais que persistem em meio a muita desvalorização e descaso ainda. Mas sabemos que um dia melhorará.”

A dedicação e a formação são importantes para quem deseja seguir carreira artística, mostrando que o desenvolvimento de habilidades e a busca por conhecimento são fundamentais para conquistar espaço no mercado. Alcivã Moraes, do município de Guarapé-Miri, é pintor e desenhista há 19 anos e fala sobre as oportunidades de trabalhar com a arte.

“A partir dos três, eu comecei a me interessar muito pela pintura. Por conta própria, eu pintava em tecidos, comprava algumas tintas de tecido que não eram tintas adequadas, mas era só mesmo para seguir a paixão, o amor à arte. Daí, então, fui fazendo alguns trabalhos. Tudo começou na escola, sendo fundamental: trabalhos que eu fazia muito para os colegas de ciências, inclusive alguns concursos também de que a escola participava, intermunicipais, a respeito de desenho artístico e outros tipos de concursos. E eles me colocavam.”

O mercado de trabalho artístico oferece diversas possibilidades, mas viver da própria produção exige planejamento, persistência e criatividade. Além dos artistas que criam e apresentam suas obras, a produção cultural também envolve professores, críticos, diretores e outros profissionais que contribuem para fortalecer a arte na sociedade.

Para quem sonha em viver de criatividade, o caminho envolve experiência, dedicação e busca constante por novas oportunidades.


Fonte: EBC Cultura

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