Cultura
Manaus recebe exposição coletiva Amazônia Preta no Palacete Provincial
Cultura
A programação do mês da consciência negra em Manaus, no Amazonas, terá início neste sábado (1º) com a abertura da exposição coletiva “Amazônia Preta”, no Palacete Provincial, localizado no Centro Histórico da capital amazonense. 

O espaço vai abrigar dezenas de obras produzidas durante a residência artística Pretoberância, que reuniu artistas negros e negras amazônidas em um processo de criação coletiva e troca de saberes. Os trabalhos produzidos foram norteados por questões como resgate de memória, desconstrução de narrativas hegemônicas, celebração da ancestralidade, as perspectivas contemporâneas, mas tudo pela ótica da negritude.
A programação de abertura contará com o cortejo do Maracatu Pedra Encantada, que sairá da Praça Heliodoro Balbi conduzindo o público até o interior do Palacete.
Além da exposição, haverá também uma intervenção artística inédita na fachada do Palacete, intitulada “Gigantes da Memória”. Nas 17 janelas do prédio histórico, o público poderá contemplar ilustrações de personalidades negras amazônicas de diferentes áreas, como artes, educação, ciência e cultura.
A exposição Amazônia Preta segue até o dia 22 de novembro.
O Palacete Provincial, fundado em 1874, abriga quatro museus de diferentes linguagens, entre eles o Museu da Imagem e do Som e a Pinacoteca do Amazonas. O acervo completo de todos os espaços culturais do Palacete é estimado em cerca de 400 mil itens, segundo a Secretaria de Estado de Cultura do Amazonas.
Cultura
Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026
A´UWÊ, A´UWÊ, A´UWÊ! VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.
Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:
Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.
Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.
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