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Museu Nacional do Rio reabre parcialmente sete anos após incêndio

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Destruído por um grande incêndio há quase sete anos e ainda passando por obras de restauro, o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, reabre parcialmente ao público nesta quarta-feira, 2. A programação é a exposição temporária Entre Gigantes: uma Experiência no Museu Nacional, que vai até o dia 31 de agosto. A entrada é gratuita, mas o visitante deve retirar o ingresso na plataforma Sympla.

O meteorito Bendegó, que faz parte do acervo do museu há 137 anos e que tornou um símbolo da resistência da instituição, após a tragédia, em setembro de 2018, poderá ser visto novamente. Assim como o esqueleto de uma baleia cachalote com quase 16 metros de comprimento, recém-adquirido pelo museu.

Em outra sala está a história do museu e a reconstrução do palácio bicentenário, com detalhes da arquitetura do prédio e das obras de restauro, além da exposição de duas esculturas de mármore de Carrara que também resistiram ao fogo.

A busca por financiamento para finalizar as obras do palácio histórico continua. O orçamento total é de R$ 516,8 milhões. E, R$ 347,2 milhões já foram captados com entes públicos e empresas privadas.

Até o momento, foram concluídas as restaurações de 75% das fachadas e 80% dos telhados, com a preservação das características originais do palácio, que foi residência da família real brasileira, antes de abrigar o museu.


Fonte: EBC Cultura

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Olodum completa 47 anos com festa na Bahia

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Fundado em 25 de abril de 1979, no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador (BA), o Olodum se consolidou como um dos maiores representantes da cultura baiana e afro-brasileira.

Os 47 anos dessa referência cultural terão celebração à altura. A programação começa nesta quarta-feira (22) e segue até o próximo domingo (26) com uma série de atividades: visitas guiadas, atividades formativas, lançamento de materiais pedagógicos, inauguração de novo espaço cultural e, claro, apresentação do Olodum no Largo do Pelourinho.

Um dos destaques da agenda de aniversário é o anúncio, na sexta-feira (24), a partir das 10h, na sede do grupo, do tema do Carnaval 2027 e do calendário de ações até os dias da folia do ano que vem. No mesmo dia, será inaugurado oficialmente o Estúdio Fela Kuti, um novo espaço voltado para a produção artística e audiovisual da instituição.

A sexta-feira ainda abre espaço para o relançamento das cartilhas do Kit Revoltas Negras, com publicações dedicadas a episódios marcantes da história brasileira, como a Revolta de Búzios, dos Malês, da Chibata e de Zumbi dos Palmares, além de um novo kit pedagógico voltado ao ambiente escolar.


O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho
O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho

O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho – Sayonara Moreno/Agência Brasil

No domingo, a partir das 15h, acontece o ensaio especial do Olodum, aberto ao público, celebrando os 47 anos de trajetória no Largo do Pelourinho.

 Além do bloco e da banda, o Olodum também atua como ONG e centro de atividades culturais de caráter sócio-comunitário. O espaço promove o desenvolvimento de projetos em parceria com os governos municipal, estadual e federal, vários deles ligados à educação, cultura, cidadania e letramento racial. O grupo também é integrado por ramificações de teatro, um centro digital e de memória.

A palavra Olodum é de origem yorubá e, no ritual do candomblé, significa “Deus dos Deuses” ou “Deus maior” Olodumaré. Não representa um orixá, mas o Deus criador do Universo.

As cores do grupo formam a base do Pan-africanismo, Rastafarianismo e do Movimento Reggae: a cor verde representa as florestas equatoriais da África; o vermelho é o sangue da raça negra; o amarelo, o ouro da África; o preto é o orgulho da população negra e o branco, a paz mundial.
 


Fonte: EBC Cultura

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