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Sesc SP tem programação especial para celebrar a Copa de 2026

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Neste dia de abertura oficial da Copa do Mundo de 2026, também teve início a programação especial que o Sesc traz ao estado de São Paulo para celebrar o Mundial.  São atividades gratuitas como vivências esportivas, debates e exposições, além de transmissões de partidas em mais de 40 unidades do Sesc de São Paulo até o dia 19 de julho

No Sesc Pompeia, na capital paulista, além das transmissões das partidas, o público também pode ver de perto uma exposição que reúne cerca de 300 itens relacionados à história do Mundial que pertencem a colecionadores, como o álbum de figurinhas da Copa de 1950 e um agasalho usado por Nilton Santos na Copa de 58.


11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil
11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

11/06/2026 – São Paulo – Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. – Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

Mario Augusto Silveira, assessor técnico da Gerência de Esportes do Sesc de São Paulo, comenta que o projeto é voltado para três grandes áreas: cultura, memória e arquibancada. 

“Quando a gente fala de memória, de cultura esportiva, a gente tem muitos personagens importantes que passaram pelas copas, que precisam ter visibilidade também. Também fala de novos modos de construir públicos para assistir os jogos, cultura de arquibancada. A gente também fala de questões ligadas à diversidade e trabalha para que o esporte que a gente acredita chegue a mais pessoas; que a gente consiga contribuir para que nós tenhamos um esporte efetivamente democrático e acessível.”

Sandra Regina Monteiro pratica atividades físicas no Sesc e foi assistir ao jogo de abertura da Copa nesta quinta-feira (11). Ela fala o que espera da estreia do Brasil no campeonato. 

“Vou assistir, já entrei no bolão. A esperança tem que ter, né? São 24 anos sem ganhar, tem que ganhar. Eu tô botando fé no Endrick.”


11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil
11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

11/06/2026 – São Paulo – Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo.- Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

No próximo sábado (13), o Sesc Consolação traz um bate papo que destaca a força e o protagonismo das mulheres no futebol com a jogadora Cacau Fernandes e a jornalista Milly Lacombe. 

Na mesma unidade, aos sábados, uma oficina ensina aos participantes como criar o próprio álbum artesanal de figurinhas. E tem ainda exibição de filmes sobre a história dos campeonatos e seus personagens, como o documentário Pelé: O Rei Desconhecido, e As Primeiras, sobre a primeira seleção brasileira feminina de futebol. 

A programação completa do Sesc na Copa está disponível na internet.

* Com colaboração de Elaine Patrícia Cruz.
 


Fonte: EBC Cultura

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Começa nesta terça Festival Melanina Acentuada em Salvador

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Começa nesta terça-feira (28), em Salvador, a 8ª edição do Festival Melanina Acentuada, evento multicultural que busca fomentar, dar visibilidade e valorizar a produção artística preta e afroindígena. 

Vários espaços culturais da capital baiana receberão mais de 20 atividades, entre espetáculos teatrais e leituras dramáticas, shows, oficinas, lançamentos literários e debates.

A programação se divide entre o Goethe-Institut Salvador; os teatros Sesc Casa do Comércio, Jorge Amado e Martim Gonçalves; além do Sesi Rio Vermelho.

Este ano, o festival celebra os 80 anos do Teatro Experimental do Negro, criado pelo político, artista e ativista dos direitos humanos e da população negra no Brasil Abdias do Nascimento.

Essa iniciativa, fundada no Rio de Janeiro por Abdias em 1944, é um símbolo da luta pelo protagonismo de artistas negros nas mais variadas atmosferas artísticas, como produção cultural, literatura e teatro.

O Melanina segue até o próximo dia 3 de agosto.

Destaques da programação

A atriz baiana e mestre de cerimônias do Festival, Laura Eme, destaca, pelas redes sociais do evento, os espetáculos que estreiam e aqueles que retornam para esta edição do Melanina Acentuada. 

“A peça ‘Abdias do Nascimento’ estreia em Salvador, contando um pouco da história do fundador do Teatro Experimental do Negro, que é nosso homenageado este ano. Também pela primeira vez por aqui, ‘Black Machine’ nos apresenta um Shakespeare pop que mergulha em debates de raça e gênero. Teremos ainda os espetáculos baianos de ‘Férias com Koanza’, com Sullivä Bispo; e o ‘Candomblé da Barroquinha’, que propõe uma viagem ao tempo. E o público terá mais uma oportunidade de conferir os espetáculos ‘Namíbia, Não’, que completa 15 anos este ano, e ‘Macacos’, que retornam ao Melanina nesta edição”.

 


FESTIVAL MELANINA ACENTUDADA. Foto: Noélia Najara/ Divulgação
FESTIVAL MELANINA ACENTUDADA. Foto: Noélia Najara/ Divulgação

Espetáculo “Macacos”, em cartaz no festival Melanina Acentuada. – Noélia Najara/ Divulgação

Outro destaque da programação são os Ateliês de Ideias, que contarão com a presença de escritores, especialistas e pesquisadores. Um deles é o crítico de teatro Guilherme Diniz, que vai lançar seu trabalho justamente sobre o Teatro Experimental do Negro. 

“Eu estou profundamente honrado em poder lançar o meu livro ‘Teatro Experimental do Negro: Histórias, Críticas e Outros Dramas’, além de mediar alguns ateliês de ideias com pessoas maravilhosas. Nós vamos festejar e debater o legado do Teatro Experimental do Negro, nosso vivo ancestral, além de reafirmar a importância política, histórica, estética e cultural dos teatros negros na vida brasileira”.

Outro evento muito aguardado é a leitura dramática do texto “O Poder Negro”, peça do norte-americano Amiri Baraka que será apresentada pelo ator Antônio Pitanga, que protagonizou o espetáculo há 60 anos. A leitura será encenada por Fernando Lufer com direção de Eugênio Lima.

Ainda no segmento de leituras dramáticas, outro texto abordado será Joanna Mina, de Luciany Aparecida. A autora fala sobre o que o público pode esperar da obra e do bate papo do qual ela vai participar no festival.

“Já pensou que a leitura de um documento do século XIX pode te apresentar um pouco do Brasil do século XXI? Foi mobilizada por essa ideia que eu escrevi a dramaturgia Joanna Mina, a partir de pesquisas em processos, crimes e testamentos de mulheres do século XVIII e XIX. Eu quis buscar trajetórias de mulheres que estavam tentando comprar sua própria carta de alforria, de mulheres que estavam tentando se separar num período em que o divórcio ainda não era lei. A junção dessas leituras fez com que eu fizesse a composição dessas personagens”.

Os detalhes dos eventos dia a dia estão disponíveis no Instagram do evento.

 

*Com produção de Luciene Cruz




Fonte: EBC Cultura

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