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Corinthians perde para o Ceará na Neo Química Arena e cai na tabela do Brasileirão

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O Corinthians sofreu um duro revés neste domingo, sendo derrotado pelo Ceará por 1 a 0 em plena Neo Química Arena, em partida válida pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. O gol decisivo foi marcado por Galeano, garantindo uma importante vitória para o Vozão e aprofundando a crise corintiana no campeonato.

Com o resultado, o Timão amargou sua segunda derrota consecutiva e foi ultrapassado na tabela, caindo para a 13ª colocação. A equipe cearense, por sua vez, subiu na classificação, respirando na competição.

O jogo

O Corinthians iniciou o confronto com intensidade, buscando o gol desde os primeiros minutos. Aos 14, após cobrança de escanteio, o zagueiro Gustavo Henrique subiu mais alto que a defesa adversária e cabeceou firme, exigindo uma defesa espetacular do goleiro Bruno Ferreira, que evitou o que seria o primeiro gol corintiano.

Pouco depois, aos 20 minutos, Gustavo Henrique balançou as redes. Após um cruzamento preciso de Matheus Bidu, o zagueiro finalizou no canto, sem chances para o goleiro. Contudo, a alegria alvinegra foi breve, pois a jogada foi anulada devido a impedimento de Matheus Bidu no início do lance.

Apesar da pressão inicial do Corinthians, o Ceará soube aproveitar os espaços deixados pelo time da casa. Aos 29 minutos, Dieguinho arriscou um chute de longa distância após um erro na saída de bola da defesa corintiana, forçando o goleiro Felipe Longo a fazer uma grande defesa.

Dois minutos depois, o Vozão não perdoou. Em um contra-ataque rápido e bem articulado, Pedro Henrique recebeu pela direita e cruzou na medida para Galeano, que finalizou de primeira, no cantinho, abrindo o placar para os visitantes e silenciando a Neo Química Arena.

Segundo tempo

Na segunda etapa, o Corinthians voltou com outra postura, mais agressiva e determinado a buscar o empate. Logo aos oito minutos, Matheuzinho serviu Memphis Depay, que finalizou dentro da área, mas foi travado no último instante pela zaga do Ceará.

O técnico Dorival Júnior tentou mudar o panorama da partida com substituições ofensivas, colocando Gui Negão no lugar de Memphis Depay e Romero na vaga de Breno Bidon. Posteriormente, Talles Magno também entrou em campo, substituindo Matheus Bidon. No entanto, mesmo com as mudanças e a pressão corintiana, o sólido sistema defensivo do Ceará se manteve inabalável, garantindo a importante vitória fora de casa. O Vozão ainda teve uma chance para ampliar nos minutos finais, com Paulo Baya, que invadiu a área e chutou cruzado, mas Felipe Longo evitou um placar ainda mais elástico.

Próximos desafios

O Corinthians terá pela frente um clássico. No dia 20 de novembro, recebe o São Paulo na Neo Química Arena, às 19h30 (de Brasília), em um jogo crucial para suas pretensões no campeonato. No mesmo dia, o Ceará enfrentará o Internacional na Arena Castelão, às 21h30.

FICHA TÉCNICA

CORINTHIANS 0 X 1 CEARÁ

Competição: Campeonato Brasileiro (33ª rodada)

Local: Neo Química Arena, em São Paulo

Data: 9 de novembro de 2025 (domingo)

Horário: 16h (de Brasília)

Público: 39.926 torcedores

Arbitragem:

  • Árbitro: Felipe Fernandes de Lima (MG)
  • Assistentes: Felipe Alan de Oliveira (MG) e Douglas Pagung (ES)
  • VAR: Marco Aurélio Ferreira (MG)

Cartões Amarelos:

  • Ceará: Fabiano Souza, Pedro Henrique, Dieguinho, Vinícius Zanocelo, Willian Machado, Rafael Ramos, Lourenço
  • Corinthians: Rodrigo Garro Cartões Vermelhos: Nenhum

Gol:

  • Ceará: Galeano, aos 31 minutos do 1º tempo

CORINTHIANS: Felipe Longo; Matheuzinho, André Ramalho, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Maycon, Breno Bidon (Romero), Rodrigo Garro e Dieguinho; Memphis Depay (Gui Negão) e Yuri Alberto. Técnico: Dorival Júnior

CEARÁ: Bruno Ferreira; Fabiano, Marcos Victor, Willian Machado e Rafael Ramos; Dieguinho (Lourenço), Vinícius Zanocelo e Lucas Mugni (Paulo Baya); Matheus Bahia (Nicolas), Galeano (Richardson) e Pedro Henrique (Fernandinho).Técnico: Léo Condé

Fonte: Esportes



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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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