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Drama na Argentina: Flamengo supera Estudiantes nos pênaltis e garante vaga na semifinal da Libertadores

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Em uma noite de tirar o fôlego no Estádio Jorge Luis Hirschi, o Flamengo garantiu sua passagem para as semifinais da Copa Libertadores da América. Após ser derrotado por 1 a 0 no tempo regulamentar pelo Estudiantes, o rubro-negro carioca mostrou resiliência e conquistou a classificação nos pênaltis, vencendo por 4 a 2, com o goleiro Rossi emergindo como o grande herói da partida.

A vaga foi alcançada após um confronto tenso e disputado, que viu o time argentino impor-se em casa e levar a decisão para as penalidades máximas. Agora, o Mais Querido se prepara para enfrentar o Racing, em um duelo que promete grandes emoções, começando no Maracanã e terminando em Avellaneda.

O jogo

O início da partida foi marcado por uma cautela mútua, com ambas as equipes buscando controlar a posse de bola e neutralizar as investidas adversárias. Os primeiros minutos transcorreram sem grandes chances de gol, refletindo a importância do confronto.

Aos poucos, o Flamengo conseguiu impor seu ritmo e quase abriu o placar aos 16 minutos, quando Pedro, em uma jogada rápida, por pouco não alcançou um cruzamento rasteiro, sendo impedido por uma intervenção crucial do goleiro Rodríguez. O susto despertou o Estudiantes, que respondeu com uma pressão e um chute perigoso de Arzamendia, defendido por Rossi. Em seguida, Saul, pelo lado flamenguista, carimbou a trave aos 32 minutos, indicando o crescimento da intensidade.

Contudo, foi nos acréscimos da primeira etapa que o Estudiantes balançou as redes. Benedetti, em um belo chute após ser lançado, superou a defesa rubro-negra e colocou os donos da casa em vantagem, inflamando a torcida local.

Segundo tempo de tensão e heroísmo

A etapa final começou com o Estudiantes tentando manter a pressão, mas o Flamengo logo conseguiu equilibrar as ações. Apesar do esforço, os erros de passe e finalização persistiram em ambos os lados, dificultando a criação de chances claras.

Com o decorrer do tempo, o Flamengo voltou a ter mais posse de bola, mas a necessidade de buscar o empate abria espaços para os contra-ataques do Estudiantes. Os argentinos quase ampliaram aos 21 minutos, em um avanço rápido que exigiu uma intervenção salvadora de Saul, impedindo Palacios de marcar. A tensão aumentou quando Benedetti novamente balançou a rede aos 27, mas o gol foi anulado por impedimento, para alívio dos flamenguistas. O Estudiantes seguiu perigoso, com Cetré finalizando com perigo em duas ocasiões, enquanto o Flamengo lutava para criar oportunidades.

Nos minutos finais, o time carioca pressionou, buscando o gol que evitaria os pênaltis, mas a defesa argentina se manteve firme. A decisão, então, seria nos 11 metros.

Rossi, o gigante

Na dramática disputa de pênaltis, a estrela do goleiro Rossi brilhou intensamente. O camisa 1 defendeu as cobranças de Benedetti e Ascacibar, garantindo a vitória do Flamengo por 4 a 2 e a euforia da delegação rubro-negra. Sua atuação decisiva consagrou-o como o herói da noite, conduzindo o time à próxima fase da competição mais cobiçada do continente.

Com a classificação assegurada, o Flamengo agora foca no desafiante confronto contra o Racing, prometendo mais capítulos de emoção nesta emocionante trajetória na Libertadores.

FICHA TÉCNICA

ESTUDIANTES 1 (2) X 0 (4) FLAMENGO

Local: Estádio UNO Jorge Luis Hirschi, em La Plata (Argentina)
Data: 25/09/2025
Horário: 21h30 horas (de Brasília)
Árbitro: Piero Maza (CHI)
Assistentes: Claudio Urrutia (CHI) e José Retamal (CHI)
VAR: José Cabero (CHI) 

Cartões amarelos: Nuñez (Estudiantes); Léo Pereira (Flamengo)

GOL: Benedetti, aos 47′ 1º T (ESTUDIANTES)

ESTUDIANTES: Muslera, Gómez, Núñez, Rodríguez e Arzamendía (Cetré); Ascacíbar, Medina (Castro), Benedetti e Amondarain (Sosa); Carrillo (Allario) e Palacios (Perez). Técnico: Eduardo Domínguez

FLAMENGO: Rossi, Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro; Jorginho, Saúl e Arrascaeta (Carrascal); Plata (Luiz Araújo), Pedro (Bruno Henrique) e Samuel Lino. Técnico: Filipe Luís

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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