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Palmeiras vence e deixa São Paulo perto da zona de rebaixamento

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O Palmeiras demonstrou força e se recuperou da recente derrota ao superar o rival São Paulo por 3 a 1 neste sábado, em um clássico válido pelo Campeonato Paulista. A vitória alviverde, com gols de Mauricio, Flaco López e Khellven, coloca o Verdão provisoriamente na liderança do Estadual, enquanto o gol de Bobadilla para o Tricolor apenas amenizou um resultado que intensifica a preocupação com a zona de rebaixamento.

A equipe comandada por Abel Ferreira alcançou 12 pontos e dorme na ponta da tabela, aguardando o desfecho da partida entre Red Bull Bragantino e Santos. O Alviverde, que vinha de uma goleada sofrida para o Novorizontino, mostrou poder de reação e consistência em campo.

Por outro lado, o São Paulo vive um momento delicado. Com apenas quatro pontos em cinco jogos – um triunfo, um empate e três derrotas –, o Tricolor ocupa a 14ª posição e flerta perigosamente com a zona de rebaixamento, tendo a mesma pontuação do Noroeste, o primeiro time no Z-2.

O jogo

O clássico começou com o São Paulo surpreendendo e ditando o ritmo nos primeiros minutos. Aos três, Lucca fez boa jogada e cruzou para Luciano, que cabeceou com perigo. No entanto, foi o Palmeiras quem abriu o placar aos sete minutos: Andreas Pereira roubou a bola, acionou Flaco López, que ajeitou para Mauricio finalizar com precisão no canto, sem chances para o goleiro Rafael.

A resposta tricolor não demorou. Aos 12 minutos, após cobrança de escanteio, Arboleda desviou de cabeça e Bobadilla, com um giro rápido, chutou de primeira, a bola passando por baixo das pernas de Carlos Miguel e igualando o marcador. Aos 18, o São Paulo teve a chance de virar com Tapia, que recebeu um lançamento primoroso de Enzo Díaz, mas finalizou para fora na cara do gol.

Apesar da pressão inicial do rival, o Palmeiras reorganizou-se e chegou ao segundo gol com uma jogada bem trabalhada aos 30 minutos. Andreas Pereira, em parceria com Marlon Freitas, avançou pelo meio e serviu Sosa. Este, por sua vez, encontrou Flaco López, que, com um toque por cobertura, balançou as redes novamente.

Segundo tempo

A segunda etapa começou com o Palmeiras ampliando a vantagem logo aos cinco minutos. Khellven puxou um contra-ataque e inverteu para Piquerez. O lateral cruzou na medida para Flaco López, que cabeceou para o meio da área, onde Khellven estava livre para empurrar a bola para o gol vazio.

Os donos da casa continuaram criando as melhores oportunidades e estiveram perto de um quarto gol aos 35, quando Vitor Roque, recém-entrado, limpou a marcação e chutou rasteiro, acertando a trave. O Palmeiras, então, administrou o resultado, garantindo a importante vitória no Majestoso.

Próximos confrontos:

Ambas as equipes já têm compromissos pelo Campeonato Brasileiro na próxima semana.

Palmeiras viajará para Belo Horizonte para enfrentar o Atlético-MG na Arena MRV, na quarta-feira (28.01), às 19h (de Brasília).

São Paulo receberá o Flamengo no Morumbis, no mesmo dia, às 21h30 (de Brasília), buscando reverter a sequência negativa.

Compreendido. Aqui está a tabela sem o uso de negrito para os detalhes:

FICHA TÉCNICA
                                                                   Palmeiras 3 x 1 São Paulo
Competição Campeonato Paulista (5ª rodada)
Local Arena Barueri, Barueri (SP)
Data 24 de janeiro de 2026 (sábado)
Horário 18h30 (de Brasília)
Público 23.842 torcedores
Renda R$ 894.160,50
Cartões Amarelos Khellven e Bruno Fuchs (Palmeiras); Calleri (São Paulo)
Cartões Vermelhos Nenhum
Gols (Palmeiras) Mauricio (7′ 1ºT), Flaco López (30′ 1ºT), Khellven (5′ 2ºT)
Gols (São Paulo) Bobadilla (12′ 1ºT)
Árbitro Matheus Delgado Candançan
Assistentes Neuza Inês Back e Alex Ang Ribeiro
VAR Thiago Duarte Peixoto
Escalação Palmeiras Carlos Miguel; Khellven, Gustavo Gómez, Bruno Fuchs e Piquerez; Marlon Freitas, Andreas Pereira (Emiliano Martínez), Mauricio (Raphael Veiga) e Allan (Felipe Anderson); Sosa (Luighi) e Flaco López (Vitor Roque). Técnico: Abel Ferreira.
Escalação São Paulo Rafael; Maik, Arboleda, Alan Franco e Enzo Díaz (Wendell); Marcos Antônio, Danielzinho e Bobadilla; Luciano, Lucca (Ferreirinha) e Tapia (Calleri). Técnico: Hernán Crespo.

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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