Mato Grosso

Bombeiros localizam corpos de pescadores que se afogaram em lago de represa

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) localizou, na manhã deste sábado (27.9), os corpos de dois pescadores que se afogaram após o naufrágio de uma embarcação no lago do Rio Jauru, represa de uma usina hidrelétrica, no distrito de Lucialva, em Jauru (a 405 km de Cuiabá).

As buscas pelas vítimas tiveram início nesta sexta-feira (26.9), quando a equipe da 8ª Companhia Independente Bombeiro Militar (8ª CIBM) foi acionada, por volta das 5h40, por um policial militar do município de Jauru, que comunicou o desaparecimento de quatro pescadores no lago, por volta da meia-noite de quinta-feira (25.9).

Inicialmente, havia seis pessoas na embarcação. Duas conseguiram escapar da água, enquanto quatro permaneceram desaparecidas.

Antes do início das buscas, os bombeiros foram informados de que uma das vítimas havia sido encontrada por populares às margens do rio. A equipe de mergulho, com o suporte de um sonar, que é um equipamento que emite ondas sonoras para auxiliar na localização subaquática, localizou a embarcação a aproximadamente 15 metros de profundidade e uma vítima nas proximidades.

Na manhã deste sábado, os mergulhadores prosseguiram com as buscas e conseguiram localizar os corpos das outras duas vítimas. Um corpo veio à tona, enquanto o outro foi encontrado com o auxílio do sonar.

Os corpos foram retirados da água e repassados à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para identificação e procedimentos necessários.

O Corpo de Bombeiros orienta a população sobre a importância do uso de equipamentos de segurança durante a navegação, especialmente coletes salva-vidas, a fim de evitar acidentes.

Fonte: Governo MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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