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Max Russi acompanha agendas na região sul e fortalece parcerias com municípios Agendas contemplaram quatro municípios com ações nas áreas de infraestrutura e assistência social

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Mato Grosso

Nesta sexta-feira (6), o deputado estadual Max Russi, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), acompanhou o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) em uma expedição pela Região Sul do Estado, cumprindo agendas institucionais com assinaturas de convênios, autorizações de obras e entregas de equipamentos.

A comitiva percorreu os municípios de Tesouro, Guiratinga, São José do Povo e Pedra Preta. O parlamentar tem atuação destacada na região, com destinação de emendas e articulação de projetos estruturantes junto ao governo do Estado. “Fico muito feliz de poder estar rodando por essa região e participando desses momentos importantes para os municípios. Nosso mandato é municipalista, feito para ouvir prefeitos, vereadores, lideranças e atender as necessidades de cada cidade”, afirmou Max.

Em Tesouro, a forte atuação de Russi foi evidenciada com uma série de assinaturas de convênios. Entre as ações estão o asfaltamento de ruas e avenidas do Distrito Batovi, a entrega de caminhão para a agricultura familiar e a  licitação da construção de pontes sobre o Córrego Avoadeira, Ribeirão Estrela e Rio Cassununga, na MT-260. Além disso, a construção da Escola Municipal 15 de Outubro e a reforma do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS).

O prefeito Isaack Castelo Branco (PSB) destacou a parceria com o deputado. “Eu preciso dizer do carinho que Tesouro tem pelo Max. Ele teve quase 52% dos votos aqui na nossa cidade. É uma pessoa que está sempre presente nas nossas lutas, nas nossas reivindicações e sempre nos acompanhando junto ao governo quando é necessário”, afirmou.

Já em Guiratinga, foram chancelados o asfaltamento de ruas e avenidas, obras de pavimentação de 60,1 quilômetros da MT-270 e a con strução da Escola Municipal Tenente Daniel Aluízio Nazário. O município também recebeu a entrega de um caminhão basculante e de um trator para a agricultura familiar.

Durante a visita, Max recebeu o título de cidadão guiratinguense e também se reuniu com agentes comunitários de saúde e de combate às endemias, ocasião em que firmou compromisso para a aquisição de bicicletas elétricas para auxiliar o trabalho das equipes.

No município de São José do Povo, foram autorizados o asfaltamento da Rua Lupério H. Assunção e de 16 quilômetros da MT-459, além da entrega de um caminhão-pipa e de uma retroescavadeira para a agricultura familiar. Também foi assinada a ordem de serviço para a conclusão de 5,8 quilômetros da MT-070. O prefeito Junior da Saúde (PSB) ressaltou a parceria do parlamentar com a cidade e o reconhecimento concedido com o título de cidadão são-josense-do-povo.

Em Pedra Preta, a agenda incluiu a autorização para recuperação de avenidas e para asfaltamento e construção de ponte sobre o Córrego Grotão, na MT-458, uma demanda antiga da população que contou com a articulação direta do presidente da Casa de Leis.

Também foram liberadas a construção de ponte sobre o Córrego Ponte de Pedra, na MT-458, o asfaltamento e construção de ponte sobre o Ribeirão Ponte de Pedra, na MT-040, a construção da Escola Cívico-Militar Estadual 10 de Dezembro e de uma quadra poliesportiva na Escola Estadual Ivonne Tramarim de Oliveira.

Além das assinaturas e entregas, em todos os municípios foram realizadas ações do programa SER Família, reforçando o compromisso social do Governo do Estado com a população da Região sul.

Crédito: Anny Gondim – Assessora de Imprensa

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Mato Grosso

Escravidão e memória histórica são tema de webinar do MPMT

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Em diálogo com a agenda internacional de direitos humanos, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) realizou, nesta quarta-feira (22), um webinar dedicado à reflexão crítica sobre a escravidão e o tráfico transatlântico de pessoas escravizadas. A iniciativa destacou a centralidade da memória histórica como elemento fundamental na promoção da igualdade racial e na defesa dos direitos humanos.O webinar foi idealizado pela Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), Escola Institucional do MPMT. O objetivo foi fomentar o debate qualificado sobre os impactos históricos e contemporâneos da escravidão na sociedade brasileira.A palestra central foi ministrada pela escritora e imortal da Academia Brasileira de Letras Ana Maria Gonçalves, que apresentou uma abordagem acadêmica e reflexiva sobre os silêncios presentes nos registros oficiais da escravidão e seus desdobramentos na realidade social contemporânea.Segundo a autora, refletir sobre a escravidão exige compreendê-la como um processo cujos efeitos permanecem ativos no presente. “Quando a gente pensa na escravidão apenas como um episódio encerrado, perde a dimensão de como ela continua estruturando desigualdades e violências que atravessam o nosso tempo”, pontuou.Durante a exposição, Ana Maria Gonçalves apresentou conceitos desenvolvidos por pensadoras negras, como a fabulação crítica e a noção de rastro da escravidão. A partir dessas referências, destacou como a história oficial apagou trajetórias de pessoas negras e como a literatura e a pesquisa podem contribuir para a reconstrução dessas narrativas.Ao relatar o processo de criação do romance “Um defeito de cor”, a escritora explicou que a escassez de registros sobre mulheres negras escravizadas demanda um trabalho rigoroso de investigação e imaginação responsável. “Escrever essas histórias é uma forma de enfrentar a violência do arquivo e afirmar que essas vidas existiram, mesmo quando os documentos tentaram silenciá-las”, destacou.O procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, titular Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, atuou como debatedor do evento e ressaltou a importância do debate no âmbito do Ministério Público e o papel das instituições públicas na construção de uma sociedade comprometida com o enfrentamento do racismo.“A obra da professora Ana Maria Gonçalves não me ensinou apenas a não ser racista, mas, sobretudo, a ser antirracista, a partir da força da sua escrita e da história que ela escolheu narrar”, afirmou o procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira.Reconhecimento – Considerado a principal obra de Ana Maria Gonçalves, o romance “Um defeito de cor” venceu o Prêmio Casa de las Américas, em 2007, e foi eleito o melhor livro da literatura brasileira do século 21 por júri da Folha de S.Paulo. A obra narra a trajetória de Kehinde, mulher negra sequestrada ainda criança no Reino do Daomé e trazida ao Brasil para ser escravizada na Ilha de Itaparica, na Bahia.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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