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“Parceria com o Governo de MT trouxe melhorias e desenvolvimento para Guiratinga”, afirma prefeito

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O prefeito Barga Rosa afirmou que o Governo de Mato Grosso sempre atendeu às demandas de Guiratinga e transformou o município em um lugar melhor para se viver com os investimentos estaduais, que somam R$ 296,2 milhões em obras e ações nos últimos sete anos. Apenas nesta sexta-feira (6.2), o Estado anunciou mais R$ 128,1 milhões em novos projetos no município.

“Esse momento de investimentos que Guiratinga vive se dá porque o governo olha para o Estado de Mato Grosso e ajuda todos os municípios. Guiratinga era o final de linha, mas, depois que o governo fez a ligação com asfalto com Alto Garças, mudou a história do nosso município. Somos gratos também pela recuperação da rodovia até Tesouro e Rondonópolis. Guiratinga está tendo muitas melhorias com o governo”, destacou.

Um dos exemplos das demandas atendidas, que foi destacado por Barga Rosa, é a construção de uma nova sede da Escola Municipal Tenente Daniel Aluízio Nazário. A unidade vai receber R$ 9,1 milhões em recursos estaduais para construir 16 salas de aula.

Barga Rosa também destacou os investimentos nas rodovias que permitem ligação com asfalto novo ou a recuperação da pavimentação, com os municípios vizinhos de Tesouro, Alto Garças e Rondonópolis, pelas MTs 110 e 270. Os investimentos nessas ações foram de R$ 115,4 milhões.

O vice-governador Otaviano Pivetta reafirmou que um dos compromissos principais do governo é com a infraestrutura e a educação.

“O governo mudou a trajetória de Mato Grosso. Na educação, o Estado era uns dos últimos da fila, na 22ª posição do Ideb, e agora está entre as dez melhores do país. Já na infraestrutura, será entregue, até o final do ano, mais de 7 mil quilômetros de rodovias asfaltadas, mais do que foi feito em toda a história do Estado”, afirmou.

O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, afirmou que, para além dos investimentos anunciados pelo governo, os novos investimentos vão ajudar no desenvolvimento de Guiratinga.

“Ao longo dos últimos sete anos, o governo trabalhou com muita responsabilidade, seriedade e honestidade para devolver investimentos a cada cidadão mato-grossense. Antes, a população pagava impostos que nunca retornavam em forma de investimento, mas o Estado foi consertado e isso ficou para trás. Com o governo, Guiratinga e essa região ainda vão dar muita oportunidade para as pessoas”, destacou.

Outras entregas

Além da escola municipal, o Governo de Mato Grosso também anunciou, nesta sexta-feira, o asfalto novo de mais 60,1 quilômetros da MT-270, com investimento de mais de R$ 114,1 milhões. A rodovia passa por uma região no município com grande quantidade de produtores agrícolas, que terão mais rapidez, mobilidade e segurança para transitar e escoar a produção.

Também foram anunciados recursos de R$ 4 milhões para asfaltar ruas e avenidas de Guiratinga. Segundo o prefeito Barga Rosa, o investimento vai alavancar o projeto de asfaltar 100% do município.

Foram repassados um caminhão basculante e um trator para a agricultura familiar. O valor do governo foi de R$ 774 mil. Além disso, os moradores contaram com ações e serviços do programa SER Família, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes.

Dispositivo

Participaram da solenidade em Guiratinga o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, com os deputados estaduais Nininho, Thiago Silva, Sebastião Rezende e Carlos Avallone; os secretários estaduais Alan Porto (Educação) e coronel PM César Roveri (Segurança Pública), além de autoridades da região Sul.

Fonte: Governo MT – MT

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Escravidão e memória histórica são tema de webinar do MPMT

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Em diálogo com a agenda internacional de direitos humanos, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) realizou, nesta quarta-feira (22), um webinar dedicado à reflexão crítica sobre a escravidão e o tráfico transatlântico de pessoas escravizadas. A iniciativa destacou a centralidade da memória histórica como elemento fundamental na promoção da igualdade racial e na defesa dos direitos humanos.O webinar foi idealizado pela Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), Escola Institucional do MPMT. O objetivo foi fomentar o debate qualificado sobre os impactos históricos e contemporâneos da escravidão na sociedade brasileira.A palestra central foi ministrada pela escritora e imortal da Academia Brasileira de Letras Ana Maria Gonçalves, que apresentou uma abordagem acadêmica e reflexiva sobre os silêncios presentes nos registros oficiais da escravidão e seus desdobramentos na realidade social contemporânea.Segundo a autora, refletir sobre a escravidão exige compreendê-la como um processo cujos efeitos permanecem ativos no presente. “Quando a gente pensa na escravidão apenas como um episódio encerrado, perde a dimensão de como ela continua estruturando desigualdades e violências que atravessam o nosso tempo”, pontuou.Durante a exposição, Ana Maria Gonçalves apresentou conceitos desenvolvidos por pensadoras negras, como a fabulação crítica e a noção de rastro da escravidão. A partir dessas referências, destacou como a história oficial apagou trajetórias de pessoas negras e como a literatura e a pesquisa podem contribuir para a reconstrução dessas narrativas.Ao relatar o processo de criação do romance “Um defeito de cor”, a escritora explicou que a escassez de registros sobre mulheres negras escravizadas demanda um trabalho rigoroso de investigação e imaginação responsável. “Escrever essas histórias é uma forma de enfrentar a violência do arquivo e afirmar que essas vidas existiram, mesmo quando os documentos tentaram silenciá-las”, destacou.O procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, titular Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, atuou como debatedor do evento e ressaltou a importância do debate no âmbito do Ministério Público e o papel das instituições públicas na construção de uma sociedade comprometida com o enfrentamento do racismo.“A obra da professora Ana Maria Gonçalves não me ensinou apenas a não ser racista, mas, sobretudo, a ser antirracista, a partir da força da sua escrita e da história que ela escolheu narrar”, afirmou o procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira.Reconhecimento – Considerado a principal obra de Ana Maria Gonçalves, o romance “Um defeito de cor” venceu o Prêmio Casa de las Américas, em 2007, e foi eleito o melhor livro da literatura brasileira do século 21 por júri da Folha de S.Paulo. A obra narra a trajetória de Kehinde, mulher negra sequestrada ainda criança no Reino do Daomé e trazida ao Brasil para ser escravizada na Ilha de Itaparica, na Bahia.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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