Mato Grosso
“Região Noroeste alcançou muitas conquistas com investimentos do Governo de MT”, afirma prefeito de Castanheira
Mato Grosso
O prefeito de Castanheira, Jackson de Oliveira, o Juninho, afirmou que a região Noroeste passou a contar, nos últimos sete anos, com a presença efetiva do Governo de Mato Grosso. O Estado anunciou mais R$ 9,9 milhões em novos investimentos para o município nesta segunda-feira (23.2).
“A região Noroeste alcançou muitas conquistas com o atual governo. Pela primeira vez, esse pedaço do Estado sentiu a presença do Estado, desde o Hospital Regional que está sendo construído em Juína até as obras de asfalto e de construção de pontes. Tenho orgulho de ter um governo que estabeleceu todas essas parcerias”, afirmou.
O governador Mauro Mendes reforçou que a estratégia da gestão é promover o desenvolvimento equilibrado em todas as regiões. Nos últimos sete anos, o Estado aportou mais de R$ 549,2 milhões em Castanheira.
“O governo tem o dever de investir em todos os 142 municípios com igualdade, mas dar uma atenção especial para aqueles que estão precisando mais, para voltar de novo ao caminho do desenvolvimento. Foi isso que conseguimos fazer em Mato Grosso, após percorrer um caminho dolorido, mas o mais seguro e o que levou aos melhores resultados. Por isso, tantos investimentos estão sendo realizados na região Noroeste e estão levando o Estado a um futuro mais promissor”, afirmou.

O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, ressaltou a transformação vivida pelo município com os investimentos estaduais. “O governo está transformando Castanheira, que antes era abandonada e longe de tudo. Essa região passou a ter o potencial de crescimento e desenvolvimento com o investimento do Estado. Essa nova perspectiva de esperança só foi possível porque, hoje, a gestão estadual devolveu dignidade a cada mato-grossense”, declarou.
Investimentos anunciados
O governador Mauro Mendes anunciou investimentos em diversas áreas para Castanheira. Na área de infraestrutura, foi autorizado o asfalto novo de 8 quilômetros da estrada vicinal Linha João Paulo, com investimento de R$ 3,5 milhões. A obra vai garantir mais segurança e mobilidade para os moradores da região.
O governo também anunciou a destinação de uma escavadeira hidráulica, no valor de R$ 620 mil, para atender à agricultura familiar do município.
Para promover o acesso ao esporte e ao lazer, Castanheira foi contemplada com a reforma do Centro Esportivo, em um investimento total de R$ 5,8 milhões, sendo R$ 3,5 milhões oriundos do Governo do Estado, R$ 2 milhões de emendas parlamentares e R$ 300 mil de contrapartida da Prefeitura.
Na área habitacional, 33 unidades do Residencial Guadalupe receberão subsídio por meio do programa SER Família Habitação, que vai conceder recursos de até R$ 35 mil para as famílias aplicarem na entrada do financiamento imobiliário.
Além disso, o governo realizou a entrega de escrituras definitivas para moradores de Castanheira.

Solenidade
Participaram da solenidade em Castanheira os deputados estaduais Dilmar Dal Bosco, Beto Dois a Um, Paulo Araújo, Valmir Moretto, Chico Guarnieri, Diego Guimarães e Sebastião Rezende; os secretários estaduais coronel PM César Roveri (Segurança Pública) e Jordan Espíndola (Governadoria); o presidente do Instituto de Terras de Mato Grosso, Francisco Serafim; o presidente da MT Participações e Projetos (MT Par), Wener Santos, além de vereadores e autoridades de Castanheira e região Noroeste.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Vacina disponível, proteção possível: Sorriso precisa aderir já
Sorriso vive um momento decisivo na campanha de vacinação contra a gripe. As doses estão disponíveis, as equipes de saúde estão mobilizadas, mutirões vêm sendo organizados — há, portanto, um esforço concreto e contínuo do poder público para ampliar a cobertura vacinal. Ainda assim, os números revelam um desafio: apenas cerca de 15% do grupo prioritário foi vacinado até o momento.Esse dado não deve ser lido como falha isolada, mas como um sinal de alerta que exige corresponsabilidade.A vacina oferecida pelo Sistema Único de Saúde é atualizada anualmente e protege contra os principais vírus da influenza em circulação — H1N1, H3N2 e influenza B. Mais do que reduzir casos leves, ela cumpre um papel essencial: evitar agravamentos, internações e mortes, sobretudo entre os grupos mais vulneráveis.E aqui está o ponto central: a gripe não é uma doença trivial.Em determinadas situações, ela evolui para quadros graves, com complicações como pneumonia, desidratação e descompensação de doenças crônicas. No Brasil, todos os anos, a influenza está associada a centenas de internações e a um número expressivo de óbitos, especialmente entre idosos e pessoas com comorbidades.Ou seja, quando a adesão vacinal é baixa, não se trata apenas de um número aquém da meta — trata-se de uma janela aberta para o agravamento de casos que poderiam ser evitados.Diante disso, é preciso reconhecer: o sistema de saúde tem feito sua parte. Mas a vacinação não se sustenta apenas na oferta — depende da adesão.E adesão se constrói com envolvimento.As famílias têm um papel decisivo. Levar um idoso ao posto, garantir que uma criança seja vacinada, orientar alguém com doença crônica — são gestos simples, mas que fazem diferença concreta nos indicadores de saúde.A sociedade também precisa assumir protagonismo. Informação de qualidade, combate à desinformação e incentivo ao cuidado coletivo são elementos que ultrapassam o espaço das unidades de saúde.Mas há um ponto ainda mais relevante: a resposta precisa ser intersetorial.O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) podem intensificar as ações destinadas a mobilizar a comunidade. São estruturas que conhecem o território, mantêm contato direto com famílias em situação de vulnerabilidade e têm capacidade de identificar, orientar e ajudar a encaminhar quem ainda não se vacinou. Sua atuação pode ser decisiva para alcançar exatamente aqueles que mais precisam da proteção.A rede de educação pode atuar como multiplicadora de informação e mobilização, envolvendo professores, alunos e famílias.As áreas de esporte e cultura, por sua capilaridade e proximidade com a população, podem incorporar a pauta da vacinação em suas atividades e eventos.As lideranças religiosas, por sua vez, ocupam um lugar singular de confiança social. Igrejas, templos e comunidades de fé alcançam pessoas onde muitas vezes o Estado não chega com a mesma força. Podem orientar, incentivar e engajar, transformando a vacinação em um compromisso com o cuidado da vida.A comunicação institucional precisa ser clara, direta e insistente — não apenas informando, mas convocando.E as lideranças comunitárias e associativas também podem desempenhar papel decisivo ao reforçar a importância da imunização em seus espaços de influência. Os Presidentes das associações de moradores podem ajudar muito nesse sentido!É importante destacar que a vacina já está disponível em todas as unidades básicas de saúde do município. Ainda assim, para ampliar o acesso e incentivar a adesão, será realizado um novo mutirão neste sábado, dia 25. Três unidades estarão abertas no período da tarde, das 15h às 17h: os postos de saúde dos bairros Mário Raiter, Jardim Amazonas e União.Além disso, no próprio sábado, das 7h às 11h, a vacinação também estará disponível no Centro de Convivência da Pessoa Idosa (CCPI), localizado na Rua Criciúma, nº 165, bairro Centro-Sul, ao lado do Fórum de Sorriso — uma oportunidade especialmente relevante para facilitar o acesso da população idosa.O mutirão é uma medida acertada. Mas, mais do que um evento pontual, ele precisa ser compreendido como parte de um movimento maior: transformar disponibilidade em acesso real, e acesso em adesão efetiva.No fim, a equação é simples.Vacina disponível + mobilização social = proteção ampliada.Sem essa soma, o esforço público perde alcance. Com ela, a cidade ganha em saúde, reduz internações, evita complicações e protege quem mais precisa.Sorriso já deu o primeiro passo, com uma rede de saúde atuante e comprometida. Agora, é hora de dar o passo seguinte: engajar famílias, instituições e toda a sociedade nessa agenda comum.Vacinar é um ato de cuidado individual. Mas, sobretudo, é uma decisão que protege o coletivo.E cidades que se mobilizam juntas, salvam vidas!Márcio Florestan Berestinas é promotor de Justiça do MPMT
Fonte: Ministério Público MT – MT
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