Polícia Federal
Moradores da Manga têm nova oportunidade para cadastrar imóveis e garantir regularização
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Moradores do bairro da Manga, em Várzea Grande, que ainda não fizeram o cadastro no programa Acelera VG Regularização Fundiária terão uma nova oportunidade nesta semana. De segunda a quinta-feira (21 a 24 de setembro), a equipe da Prefeitura estará no salão social da Igreja Católica da Comunidade São Pedro, das 8h30 às 12h e das 13h às 17h, para atender as famílias que ainda não realizaram o cadastramento.
A secretária de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação, Manoela Rondon, reforça que a ação é uma oportunidade para os moradores que ainda não realizaram o procedimento. Segundo ela, o cadastro é gratuito e pode garantir a regularização do imóvel, proporcionando segurança jurídica e a possibilidade de obtenção da escritura definitiva.
“O procedimento é gratuito e pode garantir a regularização do imóvel, segurança jurídica e a escritura definitiva”, destacou.
Para o atendimento, o morador deve apresentar um documento que comprove a posse ou a aquisição do imóvel, como contrato de compra e venda, título de posse antigo ou IPTU, desde que constem a quadra e o lote. Também é necessário levar comprovante de endereço do imóvel que será regularizado.
A Prefeitura reforça que não há cobrança de taxa para o processo de regularização e orienta os moradores a não efetuarem pagamentos a terceiros.
Os documentos pessoais exigidos variam de acordo com o estado civil:
- Solteiros: certidão de nascimento, RG e CPF;
- Casados: certidão de casamento, RG e CPF de ambos;
- Divorciados: certidão de casamento com averbação do divórcio, RG e CPF do requerente e partilha de bens, se houver;
- Viúvos: certidão de casamento, certidão de óbito do cônjuge, RG e CPF do requerente e partilha de bens, se houver;
- União estável: escritura pública ou homologação judicial da união, certidão de nascimento, RG e CPF de ambos.
Serviço
Atendimento gratuito
Quando: de segunda a quinta-feira (21 a 24 de setembro)
Horário: das 8h30 às 12h e das 13h às 17h
Local: Salão Social da Igreja Católica da Comunidade São Pedro – bairro da Manga
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Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes
A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.
Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.
A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.
A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.
“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.
Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.
A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.
“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.
Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.
Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.
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