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PF deflagra a Operação Reset contra fraudes previdenciárias

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Maceió/AL. A Polícia Federal, com o apoio do Núcleo de Inteligência da Previdência Social, deflagou, nesta sexta-feira (12/12), a Operação Reset contra uma organização criminosa envolvida em fraudes contra o sistema previdenciário e em lavagem de dinheiro, por meio da manipulação de acessos e benefícios.

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em Marechal Deodoro/AL e no Rio de Janeiro/RJ, todos autorizados pela Justiça Federal da 2ª Vara de Alagoas, além da quebra de sigilos bancários e fiscais de dois investigados.

As investigações, iniciadas em 2023, revelaram que um homem utilizava redes sociais para oferecer serviços irregulares de reinicialização de senhas do GOV.BR e desbloqueio de benefícios para empréstimos consignados. Outra pessoa, uma ex-estagiária do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com acesso privilegiado ao sistema, é suspeita de ter facilitado as fraudes ao manipular a reinicialização de milhares de senhas.

Os investigados são suspeitos de cometer crimes como estelionato previdenciário, inserção de dados falsos, corrupção (passiva e ativa), e violação de sigilo funcional.

Diante dos fatos, as ações investigativas prosseguirão para apuração da abrangência do prejuízo causado à Previdência Social.

Comunicação Social da Polícia Federal em Alagoas
Contato: (82) 3216-6723/6823
E-mail: [email protected]

 

 

Fonte: Polícia Federal

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Comissão aprova projeto que autoriza extensão de estágio após conclusão de curso superior

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que garante a continuidade do contrato de estágio mesmo após a formatura do estudante, desde que a vaga seja na empresa em que estava vinculado durante a fase de estudos.

O texto limita em 12 meses a duração do estágio após a conclusão do curso. A regra prevê teto de dois anos para a permanência na empresa, com exceção para pessoas com deficiência.

O estágio poderá ser realizado de forma presencial, a distância ou híbrida.

Por recomendação do relator, deputado Luiz Carlos Motta (PL-SP), o colegiado aprovou o substitutivo da Comissão de Trabalho ao Projeto de Lei 7021/17, de autoria do deputado Alex Manente (Cidadania-SP), com alterações.

Segundo o relator, a proposta ajuda o estagiário na fase de transição para o mercado de trabalho. “O jovem obtém a graduação, mas não tem a experiência exigida pelas empresas para a primeira contratação na área de formação. O problema resulta na ausência de vivência profissional”, afirmou.

Luiz Carlos Motta cita pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) pela qual a informalidade atinge 38,5% dos jovens entre 18 e 19 anos em 2026.

O texto aprovado proíbe a gestão de contratos de estágio por empresas terceirizadas, bem como a cobrança de taxas aos envolvidos no acordo de trabalho.

Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Pierre Triboli

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