Polícia Federal
PF realiza reunião com a Prefeitura de Parnaíba visando à formalização de Acordo de Cooperação Técnica
Polícia Federal
Parnaíba/PI. A Polícia Federal realizou reunião, nesta quinta-feira (18/12), com a Prefeitura Municipal de Parnaíba com a finalidade de tratar da formalização de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) voltado ao fortalecimento da segurança pública na região, por meio do apoio institucional à futura instalação da nova sede do Grupo Especial de Polícia Marítima (GEPOM) da PF.
A iniciativa busca ampliar a integração entre as instituições, promovendo melhores condições de infraestrutura para o desenvolvimento das atividades policiais especializadas, especialmente aquelas relacionadas à atuação em áreas marítimas, portuárias e costeiras, com impactos diretos no enfrentamento à criminalidade.
No mesmo contexto de fortalecimento da presença institucional da Polícia Federal no interior do estado, encontra-se em fase de formalização um Acordo de Cooperação Técnica com a Prefeitura de Bom Jesus/PI, com vistas à inauguração de uma base da PF naquele município, ampliando a atuação da instituição na região sul do Piauí.
Como resultado de parcerias interinstitucionais já consolidadas, a Polícia Federal inaugurou, no dia 12 de dezembro, a nova unidade da instituição no município de Picos/PI, em ação realizada em parceria com o Governo do Estado do Piauí, por meio da Secretaria de Segurança Pública (SSP/PI), e com a Prefeitura de Picos.
As iniciativas reforçam o compromisso da Polícia Federal com a cooperação entre os entes públicos e com o fortalecimento da segurança pública, por meio da ampliação e melhoria de sua infraestrutura operacional em regiões estratégicas do estado.
Comunicação Social da Polícia Federal no Piauí
(86) 3089-9960
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@pf.piaui
Fonte: Polícia Federal
Polícia Federal
Deputado prevê rápida aprovação de controle sanitário para suplementos alimentares
Em entrevista à Rádio Câmara, o deputado Felipe Carreras (PSB-PE) disse acreditar em rápida aprovação de propostas que ampliam o controle sanitário e as punições para fraudes e publicidade enganosa em torno dos suplementos alimentares. Os três projetos de lei (PLs 5229/25, 5319/25 e 6000/25) foram recomendados pelo grupo de trabalho que ele coordenou na Câmara dos Deputados, já tiveram o regime de urgência aprovado e, portanto, estão prontos para votação no Plenário. Além de criminalização e aumento de multa diante de irregularidades, as propostas têm foco em segurança alimentar.
“É algo muito sério e eu acredito que, logo, a gente vai dar um remédio para proteger o consumidor brasileiro. Nós temos a grande chance de ter uma legislação moderna e de referência internacional, na medida em que nós procuramos enxergar todos os mercados mundiais que comercializam suplemento. A gente acha que, nos próximos dias, a gente terá essa legislação aprovada”, disse.
Banalização dos produos
A recente morte do fisiculturista Gabriel Ganley, de 22 anos, em São Paulo, aumentou o alerta da sociedade em geral sobre a banalização do uso e do comércio de anabolizantes. O jovem falava abertamente desses produtos em suas redes sociais, com cerca de 1,7 milhão de seguidores. Ele recebeu uma das doses injetáveis diante das câmeras, nas redes de outro influenciador digital. Felipe Carreras mostra como as propostas enfrentam situações como essa.
“A gente pensa em uma proibição, uma multa, para a rede social que estiver possibilitando esse tipo de propagação indiscriminada, assim como as big techs que ofertam no Mercado Livre, no Amazon, na Shopee, esse tipo de produto. Pior do que a suplementação inadequada é a substância falsificada e isso está entrando no Brasil e sendo sugerido por esses digital influencers, que não têm nem formação médica.”
Entre 2000 e 2025, 63% dos processos analisados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foram relacionados a suplementos, envolvendo uso de anabolizantes, manipulação do teor de proteínas e rótulos irregulares. Nas audiências públicas promovidas pelo grupo de trabalho, entre outubro do ano passado e março deste ano, técnicos da Anvisa relataram casos de suplemento ômega 3 feito apenas de óleo vegetal com aroma de peixe; whey protein e creatina à base de farinha com saborizante; e substâncias tóxicas do agronegócio em laboratório de suplemento alimentar.
Importância da legislação
O deputado argumentou que a regulamentação desse setor não pode ficar restrita apenas a resoluções da Anvisa, como acontece hoje.
“Não há uma lei nacional sobre isso. Há uma RDC, que é uma resolução de diretoria de colegiado da Anvisa. A gente teve recentemente uma marca forte de leite, com um lote em que tinha criança apresentando sintoma gastrointestinal. Foi retirado esse lote. Sabe qual foi a punição que essa empresa grande recebeu? Nada. Hoje foi noticiada a questão da água mineral, em que está sendo retirado esse lote porque tem uma bactéria. Talvez receba apenas uma punição administrativa”, reclamou.
Felipe Carreras deverá ser o relator das propostas de controle sanitário dos suplementos alimentares no Plenário da Câmara. O deputado lembrou que as audiências no grupo de trabalho ouviram todos os setores envolvidos, desde as empresas até médicos e nutrólogos.
Reportagem – José Carlos Oliveira
Edição – Ana Chalub
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