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Redes sociais do Senado conquistam prêmio de engajamento

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Sete perfis de redes sociais do Senado receberam, durante a 15º edição do evento Redes WeGov, o certificado Top 10 de instituições do Legislativo federal com mais interações nas redes sociais.

A cerimônia de entrega dos prêmios aconteceu na terça-feira (28), em Florianópolis.

Os perfis da Casa que receberam o certificado — todos do Instagram — foram os de:

De acordo com os organizadores do Redes WeGov, o evento promove o encontro de comunicadores públicos do país e busca divulgar iniciativas de destaque na área da comunicação governamental.

A coordenadora-geral da Secretaria de Comunicação Social do Senado, Glauciene Lara, destacou a importância das redes sociais da Casa.

— É um trabalho diário que requer criatividade, constância, metas, adaptação para a chamada linguagem simples e, ao mesmo tempo, consciência do nosso lugar de fala institucional e da importância que ele tem. Esse ranking reconhece o compromisso de uma equipe integrada, talentosa e atenta a tudo isso — declarou ela.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão aprova projeto que autoriza extensão de estágio após conclusão de curso superior

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que garante a continuidade do contrato de estágio mesmo após a formatura do estudante, desde que a vaga seja na empresa em que estava vinculado durante a fase de estudos.

O texto limita em 12 meses a duração do estágio após a conclusão do curso. A regra prevê teto de dois anos para a permanência na empresa, com exceção para pessoas com deficiência.

O estágio poderá ser realizado de forma presencial, a distância ou híbrida.

Por recomendação do relator, deputado Luiz Carlos Motta (PL-SP), o colegiado aprovou o substitutivo da Comissão de Trabalho ao Projeto de Lei 7021/17, de autoria do deputado Alex Manente (Cidadania-SP), com alterações.

Segundo o relator, a proposta ajuda o estagiário na fase de transição para o mercado de trabalho. “O jovem obtém a graduação, mas não tem a experiência exigida pelas empresas para a primeira contratação na área de formação. O problema resulta na ausência de vivência profissional”, afirmou.

Luiz Carlos Motta cita pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) pela qual a informalidade atinge 38,5% dos jovens entre 18 e 19 anos em 2026.

O texto aprovado proíbe a gestão de contratos de estágio por empresas terceirizadas, bem como a cobrança de taxas aos envolvidos no acordo de trabalho.

Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Pierre Triboli

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