Polícia
Polícia Civil deflagra “Operação Tribunal de Rua” em Paranatinga
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A Polícia Civil deflagrou a “Operação Tribunal de Rua”, nesta sexta-feira (11.7), com o objetivo de capturar os autores do homicídio de Euclides Custódio Vieira, ocorrido na noite do último dia 9 de julho, em Paranatinga.
A vítima, que era investigada por estupro de vulnerável, foi executada com pelo menos 13 disparos de arma de fogo, calibre 9 mm, a mando de uma facção criminosa atuante no município.
Na investigação que subsidiou a operação, foi possível identificar três suspeitos de envolvimento direto com o homicídio, sendo dois executores diretos. Um outro indivíduo seria responsável por vigiar a vítima, utilizando um veículo Ford Focus, de cor prata, durante o monitoramento prévio ao assassinato.
Além dos três envolvidos, outros três indivíduos foram presos, por tráfico de drogas e associação ao tráfico, totalizando seis prisões ao longo da operação. Além de materiais apreendidos, sendo: 20 porções grandes de maconha, 33 porções de cocaína, nove aparelhos celulares, duas balanças de precisão, dois capacetes, além de roupas que foram utilizadas no crime.
Todos os detidos, juntamente com o material apreendido, foi encaminhado para delegacia, onde foram tomadas as medidas legais cabíveis.
Efetivo
A ação contou com o apoio de 13 policiais civis da Delegacia de Polícia de Paranatinga, Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Primavera do Leste, e da Delegacia Municipal de Primavera do Leste.
A Operação Tribunal de Rua integra o Programa Tolerância Zero às facções criminosas do Estado de Mato Grosso e reforça o compromisso da Polícia Judiciária Civil com o enfrentamento implacável dos grupos criminosos que atuam na região.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Tribunal do Júri de Carlinhos Bezerra é remarcado após abandono da defesa durante sessão
O Tribunal do Júri de Carlos Alberto Gomes Bezerra foi remarcado para o dia 31 de julho, às 9h, no Fórum de Cuiabá, após a defesa abandonar a sessão de julgamento realizada na manhã desta terça-feira (21).
No início dos trabalhos, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, da 1ª Vara Criminal da Capital, constatou o abandono da defesa e determinou que o réu providencie a nomeação de novos advogados para atuar no processo. Caso isso não ocorra, o defensor público Marcus Vinícius Esbalqueiro já foi intimado para assumir a defesa técnica de Carlos Alberto.
A defesa do réu era formada pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.
O julgamento envolve o processo nº 1001239-10.2023.8.11.0042 e terá como responsável pela acusação o Ministério Público Estadual, representado pelos promotores de Justiça Élide Manzini de Campos e Vinicius Gahyva Martins.
Com a remarcação, o Tribunal do Júri deverá ser retomado com a definição da nova composição da defesa, garantindo a continuidade dos atos processuais e o cumprimento das determinações judiciais.
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