Polícia
Polícia Civil fecha boca de fumo e prende casal que comercializava drogas na frente de filhos menores em Colniza
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Um ponto de venda de drogas, coordenado por um casal com quatro filhos, foi desarticulado pela Polícia Civil, em ação realizada, neste sábado (7.3), pelos policiais da Delegacia de Colniza.
O suspeito, de 38 anos e sua esposa, de 35 anos, foram presos em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Um adolescente, de 17 anos, filho da mulher e enteado do traficante, que auxiliava o comércio ilícito, foi autuado pelo ato infracional análogo aos mesmos crimes.
As investigações iniciaram após os policiais da Delegacia de Colniza receberem denúncia sobre o ponto de venda de drogas, em que os entorpecentes eram comercializados abertamente na presença de crianças, filhas do casal.
Segundo informações, o comércio de drogas funcionava em uma residência a menos de 100 metros de uma escola pública, uma creche e uma praça, se tratando de um local com grande circulação de pessoas, causando grande riscos às moradores da região.
Diante das informações, os policiais passaram a monitorar o endereço, constatando a veracidade dos fatos, verificando a intensa movimentação de pessoas no local ao longo do dia durante e durante a noite.
Outro ponto identificado nas investigações, foi a atuação do tráfico de drogas na modalidade delivery, em que os pedidos eram feitos por meio de aplicativo de mensagens e a entrega da droga realizada pelo traficante.
Na sexta-feira (6), a equipe de investigadores recebeu informações de que o ponto de venda de drogas havia sido abastecido e que o casal teria recebido grande quantidade de entorpecentes de diversos tipos, como maconha, crack e cocaína.
Em continuidade ao trabalho de monitoramento, no sábado (7), os policiais flagraram o momento em que duas pessoas chegaram à residência, decidindo realizar a abordagem. No local, os policiais encontraram a suspeita com os quatro filhos menores de idade e porções de entorpecentes espalhadas pelo local, com fácil alcance pelas crianças.
Em buscas pela casa, foram encontras diversas porções de drogas em diferentes pontos do imóvel. Na área externa foi encontrada uma sacola plástica com maconha e diversas sacolas zip lock com pedras de crack.
No armário da cozinha, os policiais localizaram mais porções de maconha, um tablete grande da droga, além de diversas embalagens zip lock vazias, carteiras de cigarro, balança de precisão e outros apetrechos relacionados à atividade do tráfico.
No quarto do casal, foram encontradas mais porções de entorpecentes e caderno de anotações das atividades do tráfico.
Enquanto os policiais estavam no local, o traficante chegou à residência, em posse de dinheiro e porções de entorpecentes, evidenciando ter retornado de uma entrega de drogas.
No local, também foi evidenciado que o adolescente de 17 anos, filho da suspeita já estava auxiliando a mãe e o padrasto no comércio de entorpecentes.
Diante dos fatos, todo material ilícito foi apreendido e os suspeitos conduzidos à Delegacia de Colniza para as providências cabíveis. Após serem interrogados, o casal foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico e posteriormente colocado à disposição da Justiça.
Já adolescente responderá pelo ato infracional análogo ao tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Polícia Civil deflagra operação e desmantela grupo criminoso ligado a facção em Cuiabá
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quinta-feira (23.4), a Operação Gerente Fantasma para desarticular um grupo criminoso com atuação em diversos crimes na capital mato-grossense.
Equipes da Delegacia Especializada em Repressão a Narcóticos (Denarc) cumprem 27 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande, sendo nove mandados de prisão preventiva, 10 mandados de busca e apreensão domiciliar com caráter itinerante e oito bloqueios de ativos financeiros no montante de R$ 200 mil.
A investigação identificou a existência de um grupo criminoso estruturado, com vínculos com uma facção criminosa e atuação simultânea nos crimes de tráfico de drogas, estelionatos digitais por meio de plataformas de compra e venda online e na lavagem do produto das atividades criminosas.
Um dos aspectos mais reveladores do caso é o papel exercido pelo principal investigado, apontado como líder do grupo, que, mesmo recolhido em unidade prisional, atuava como gestor financeiro do grupo criminoso, coordenando semanalmente a arrecadação e a distribuição dos lucros entre os integrantes do grupo.
Apenas na primeira semana de novembro de 2023, o lucro apurado com os golpes digitais alcançou R$ 105.900. A investigação revelou ainda o comércio de diversas substâncias entorpecentes, incluindo pasta base de cocaína, skunk (conhecido como supermaconha) e cocaína refinada, além do controle territorial sobre pontos de venda em múltiplos bairros de Cuiabá.
“Para dissimular a origem ilícita dos valores, o grupo criminoso empregava técnicas sofisticadas de ocultação patrimonial, fragmentação de transferências entre múltiplas contas bancárias, utilização de contas de terceiros como pessoas interpostas e uso de empresas registradas em nome de familiares dos principais investigados”, afirmou o delegado Eduardo Ribeiro, responsável pela investigação da Operação Gerente Fantasma.
Foram identificadas movimentações financeiras expressivas em contas de integrantes do grupo. Somente em novembro de 2023, o grupo movimentou mais de R$ 200 mil, valores incompatíveis com qualquer atividade econômica lícita declarada.
As investigações apontaram, ainda, que o grupo criminoso promovia distribuição de cestas básicas à comunidade e organizava eventos esportivos, extraindo lucros adicionais da comercialização de bebidas alcoólicas nos eventos — mecanismos utilizados para construir influência local e dificultar denúncias.
Operação Pharus
A Operação Gerente Fantasma integra a Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.
O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para farol, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.
Renorcrim
A operação também faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e do Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de inteligência de combate de forma duradoura à criminalidade.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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