OBRA INICIADA

Dr. João destina R$ 500 mil para garantir implantação de hemocentro em VG

Deputado destinou R$ 500 mil para reforma do Hemocentro no Cristo Rei.

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Política

Reprodução / Assessoria

O deputado estadual Dr. João (MDB) visitou nesta quarta (16) as obras do novo Hemocentro de Várzea Grande. A reforma é feita com uma emenda de R$ 500 mil do parlamentar. O projeto foi articulado pelo vereador Alessandro Moreira.

A unidade será instalada no antigo prédio do DAE, no bairro Cristo Rei. A estrutura deve atender 50 doações por dia. A previsão de entrega é para setembro.

“Essa visita reforça nosso compromisso com a saúde pública”, disse Dr. João. Ele contou que a ideia surgiu após reunião com a secretária Deisi Bocalon e a prefeita Flávia Moreti. Segundo ele, o pedido do vereador Alessandro foi atendido de imediato.

O vereador comemorou o avanço. “Essa é uma conquista significativa para o nosso povo”, afirmou. Ele agradeceu a parceria com o deputado.

A secretária Deisi ressaltou a importância da nova unidade. Segundo ela, o Hemocentro vai garantir sangue para cirurgias e emergências, e vai reforçar a rede de saúde.

A prefeita Flávia disse que a obra terá impacto social direto. Para ela, o serviço vai melhorar a qualidade de vida e reduzir a dependência de outros municípios.

Dr. João prometeu acompanhar a execução. “Vamos entregar o mais rápido possível”, concluiu.

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Comissão aprova direitos para pacientes com doença em estágio avançado

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que estabelece os direitos de pessoas com doença em estágio avançado. O texto também regulamenta as diretivas antecipadas de vontade (DAV), conhecidas como testamento vital.

A comissão aprovou o substitutivo da relatora, deputada Flávia Morais (PDT-GO), para os projetos de lei 4175/24, do deputado Flávio Nogueira (PT-PI), e para o apensado (PL 3993/25).

A proposta define DAV como a decisão do paciente sobre quais tratamentos quer ou não receber caso não consiga se comunicar. Pelo texto, a pessoa pode recusar tratamentos que não tragam benefício ou que apenas prolonguem sua vida de forma artificial. O objetivo é reduzir o sofrimento e preservar a dignidade do paciente.

O projeto, no entanto, proíbe a eutanásia e o suicídio assistido.

Cuidados paliativos
O texto aprovado também garante ao paciente acesso a cuidados paliativos, focados em aliviar a dor e o sofrimento. Esses cuidados, pelo projeto, podem ser feitos no hospital ou em casa, conforme a escolha do paciente. O paciente deverá ser assistido por equipe multiprofissional e receber suporte psicológico, social e espiritual, se desejar.

A proposta prevê ainda o direito a receber informações claras sobre sua saúde e de indicar uma pessoa de confiança para ajudar nas decisões médicas.

Para que as diretivas sejam aplicadas, conforme o projeto, pelo menos dois médicos devem confirmar que a pessoa está em fase final de vida.

“Ao virar lei, o projeto contribuirá para garantir segurança jurídica a pacientes, famílias e profissionais de saúde, além de reduzir conflitos éticos e emocionais no final da vida e de fortalecer uma cultura de cuidado centrada na pessoa e no respeito às suas escolhas”, disse a relatora.

Flávia Morais acrescentou que as novas regras representam “um avanço civilizatório ao consolidar o direito à autodeterminação e à dignidade no contexto do cuidado em saúde”.

Por fim, a proposta cria um registro nacional de diretivas antecipadas para facilitar o acesso dos profissionais de saúde às decisões dos pacientes. Esses profissionais poderão alegar objeção de consciência para não cumprir as diretivas, mas o serviço de saúde deverá providenciar um substituto para garantir a continuidade do cuidado.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Roberto Seabra

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