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Mutirão da Prefeitura intensifica limpeza e manutenção em Várzea Grande

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Equipes atuam ao longo de todo o dia com o objetivo de reforçar a manutenção da cidade

A Prefeitura de Várzea Grande realiza, nesta quarta-feira (25), mais uma etapa do programa VG em Ação, promovendo uma força-tarefa voltada à execução de serviços urbanos essenciais em diversas regiões do Município.

Coordenadas pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, as equipes atuam ao longo de todo o dia com o objetivo de reforçar a manutenção da cidade, priorizando a limpeza, a organização dos espaços públicos e a melhoria da infraestrutura.

Entre os serviços executados estão capinação e roçagem, retirada de resíduos e entulhos, poda de árvores e limpeza geral. Também são realizados reparos na iluminação pública, recuperação da sinalização viária e implantação de redutores de velocidade, contribuindo para mais segurança no trânsito e nas vias urbanas.

A iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal com a manutenção contínua dos bairros e a melhoria da qualidade de vida da população.

Locais atendidos:

Orla Alameda

Avenida Ary Paes Barreto

Avenida Brasil

Avenida Prefeito Murilo Domingos

Bairro 8 de Março

Bairro Jardim dos Estados

Bairro Jardim Imperador

Bairro Novo Horizonte

Bairro Planalto Ipiranga

Bairro Santa Clara

Bairro Souza Lima

Campo do Japonês

Distrito de Passagem da Conceição

Distrito de Praia Grande

Grande Cristo Rei

Parque Tanque do Fancho

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Gasto com pessoal deixa Cuiabá a R$ 11 milhões do limite prudencial

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A Prefeitura de Cuiabá se aproximou do limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para despesas com pessoal. O gasto acumulado nos últimos 12 meses chegou a R$ 2,141 bilhões, o equivalente a 51,03% da Receita Corrente Líquida (RCL) ajustada). Com isso, o município ficou a apenas 0,27 ponto percentual do limite prudencial, fixado em 51,30%.

Os números constam no Relatório de Gestão Fiscal referente ao segundo quadrimestre de 2026, publicado pela própria Prefeitura na Gazeta Municipal. O limite de alerta previsto na legislação é de 48,60%, enquanto o teto máximo para a despesa com pessoal do Executivo municipal é de 54% da RCL.

Na prática, a margem financeira até o limite prudencial é de aproximadamente R$ 11,5 milhões. O cenário reduz o espaço para a administração municipal ampliar despesas permanentes com pessoal e exige atenção à evolução da folha nos próximos meses.

A situação ganha relevância porque a Prefeitura mantém uma folha salarial expressiva. Somente em agosto, a administração municipal informou que desembolsaria R$ 148,8 milhões em valores brutos para o pagamento dos servidores, incluindo salários, benefícios, férias, horas extras e outras verbas.

A LRF estabelece restrições quando a despesa com pessoal ultrapassa o limite prudencial. Entre as medidas previstas estão vedações à concessão de vantagens, aumentos, reajustes ou adequações de remuneração, ressalvadas as hipóteses previstas na própria legislação, além de restrições para criação de cargos e novas admissões.

A própria Lei de Diretrizes Orçamentárias de Cuiabá para 2026 determina que as despesas com pessoal sejam planejadas de modo a respeitar os limites estabelecidos pela legislação fiscal. O texto municipal também prevê restrições quando a despesa ultrapassa 57% da RCL, correspondente a 95% do limite máximo de 60% considerado para o município.

O avanço do gasto ocorre ainda em meio a novas necessidades de contratação na estrutura municipal. Na Educação, por exemplo, a Prefeitura abriu neste mês processo seletivo para 1.520 profissionais temporários que deverão atuar na rede municipal durante o ano letivo de 2027. A medida foi justificada pela necessidade de substituir servidores afastados e atender demandas temporárias da rede.

O cenário, portanto, coloca a gestão do prefeito Abilio Brunini diante do desafio de manter os serviços públicos e a folha em dia sem comprometer os limites fiscais. Caso a despesa continue avançando e ultrapasse o limite prudencial, a Prefeitura terá de observar as restrições previstas na LRF e adotar medidas para controlar o crescimento dos gastos.

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