Cultura
Alvorada na Lapinha inicia comemorações do 2 de Julho na Bahia
Cultura
As comemorações dos 202 anos da Independência do Brasil na Bahia começaram com a tradicional alvorada no Largo da Lapinha. A cerimônia oficial com o hasteamento das bandeiras e a execução do hino nacional contou com a presença do governador Jerônimo Rodrigues:

“A Bahia é o coração da independência e isso não se trata de fazer disputa com nenhum estado. O desejo é que realmente o Brasil entenda isso, cada luta e mais. Os heróis nossos não são os heróis portugueses, são os heróis brasileiros.”
O presidente da Fundação Gregório de Mattos, Fernando Guerreiro, esteve presente na abertura oficial das comemorações, que se estendem até 13 de julho.
“A minha ideia sempre, enquanto gestor da fundação, é tentar trazer o 2 de Julho para mais perto da nova geração, porque é uma geração que ainda conhece pouco a festa.”
A moradora do bairro da Lapinha, Simone Nogueira, sempre participou das comemorações do 2 de Julho.
“De uma certa forma, é orgulho para o brasileiro, baiano e de uma certa forma, quem mora aqui na Lapinha também, porque a Lapinha agora virou um bairro. Então é um orgulho.”
A programação continua no Largo do Campo Grande e encerra com o encontro de filarmônicas, às 17h30.
Cultura
Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026
A´UWÊ, A´UWÊ, A´UWÊ! VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.
Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:
Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.
Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.
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