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Diretor-geral da PF discute enfrentamento ao crime organizado no Fórum de Lisboa

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Lisboa/Portugal. O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, participou nesta sexta-feira (4/7) do painel “Segurança Pública e Federalismo Cooperativo: Enfrentando as Organizações Criminosas”, durante o XIII Fórum de Lisboa.

O painel contou com a presença de Paulo Gustavo Gonet Branco, procurador-geral da República; Tarcísio de Freitas, governador do Estado de São Paulo; e Mauro Luiz Campbell Marques, ministro do Superior Tribunal de Justiça e corregedor nacional de Justiça. A moderação foi conduzida pelo ministro Raul Araújo Filho, também do Superior Tribunal de Justiça.

Durante sua fala, o diretor-geral destacou a importância da atuação coordenada entre os entes federativos e reforçou o compromisso da Polícia Federal com a legalidade, a proteção dos direitos fundamentais e a rejeição à espetacularização das ações policiais.

Organizado pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), pelo Lisbon Public Law Research Centre (LPL) da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e pelo Centro de Inovação, Administração e Pesquisa do Judiciário – FGV Justiça (FGV), o evento ocorreu nos dias 2, 3 e 4 de julho, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

Com o tema “O mundo em transformação — Direito, Democracia e Sustentabilidade na Era Inteligente”, o Fórum reuniu acadêmicos, autoridades, especialistas e representantes da sociedade civil do Brasil e da Europa para discutir os impactos da tecnologia, da inteligência artificial e das mudanças globais nas instituições, políticas públicas e direitos fundamentais.

Coordenação-Geral de Comunicação Social
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Fonte: Polícia Federal

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Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados

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O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.

A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.

A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.

Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.

Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.

A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.

Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.

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