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Ilha do Marajó recebe Festival Choro Jazz 2025 com quarteto inédito

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Arismar do Espírito Santo, Filó Machado, Gabriel Grossi e Michael Pipoquinha dividirão o mesmo palco em uma apresentação única e inédita no Festival Choro Jazz 2025. A proposta ousada da curadoria do festival reúne o talento multigeracional desses artistas consagrados em um quarteto criado especialmente para esta edição do evento.

O festival acontece em Soure, na ilha do Marajó, entre os dias 8 e 13 de julho e marca a história do festival, como afirma a Aline de Moraes, diretora executiva do Festival Choro Jazz.

Em 2025 a gente volta para o Marajó, no Pará, com o Festival Choro Jazz, que completa 16 anos e que tem por missão a democratização da música instrumental. Para que ela saia desse lugar de elite. A gente conta com o patrocínio da Petrobras nessa empreitada, por meio da Lei Rouanet, do Ministério da Cultura, e temos a parceria com a Prefeitura de Soure. De 8 a 10 são oficinas gratuitas com grandes mestres, e de 11 a 13 os shows, tudo gratuito”.

O show promete não apenas uma fusão sonora entre mestres da música brasileira contemporânea, mas também um momento simbólico de valorização cultural em um dos territórios mais ricos do país.

A expectativa é de que o evento atraia amantes da música instrumental de todas as regiões do Brasil, consolidando o festival Choro Jazz como um dos mais importantes encontros da música de qualidade no cenário nacional.


Fonte: EBC Cultura

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Parintins ganha novos murais e amplia circuito de arte urbana

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A cidade de Parintins segue se preparando para receber milhares de visitantes durante o Festival Folclórico de 2026. Além da programação cultural dos bois-bumbás, o município ganha novos atrativos por meio do projeto “Parintins Galeria Cidade Aberta”, que amplia o circuito de arte urbana espalhado pelas ruas da ilha.

A iniciativa, promovida pelo Governo do Amazonas, prevê a criação de 12 novos murais nesta edição. As obras são produzidas por artistas locais e transformam fachadas e espaços públicos em verdadeiras galerias a céu aberto, valorizando a identidade cultural amazônica.

Os murais retratam elementos da cultura regional, da ancestralidade indígena, das tradições populares e da história de Parintins. Além de embelezar a cidade, o projeto fortalece o trabalho dos artistas urbanos e cria novos pontos de visitação para moradores e turistas.

Criado em 2022, o Galeria Cidade Aberta já soma dezenas de obras espalhadas pelo município. Com os novos painéis, a expectativa é ultrapassar a marca de 60 murais, consolidando Parintins como uma das principais referências em arte urbana da Região Norte.

A proposta também integra o Circuito da Cultura 2026 e reforça a ideia de que o Festival de Parintins vai além do Bumbódromo, levando arte e cultura para diferentes espaços da cidade durante todo o ano.


Fonte: EBC Cultura

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