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Cooperativa de Catadores apresenta demandas para ampliação de serviços

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O deputado estadual Wilson Santos (PSD) visitou, no dia 23 de julho, a sede da Cooperativa dos Trabalhadores e Catadores de Materiais Recicláveis de Mato Grosso (Coopemar), em Cuiabá. A instituição atua na coleta e reciclagem de resíduos sólidos, promovendo renda para cerca de 40 famílias e contribuindo diretamente para uma cidade mais limpa e sustentável. Os principais materiais processados pela instituição são plásticos, papelões e metais.

Ele destacou que acompanha a atuação da Coopemar desde a sua fundação, em 1994, durante a gestão do ex-prefeito e ex-governador Dante de Oliveira. “Além de garantir emprego e o sustento de dezenas de famílias, a Coopemar mantém parceria com mais de 40 condomínios, supermercados e outros estabelecimentos que contribuem com a destinação de materiais recicláveis. É um trabalho importantíssimo. Não existe lixo, existe material reaproveitável que pode ser transformado, promovendo saúde, sustentabilidade e dignidade. É trabalho de gente séria”, ressaltou o parlamentar.

O presidente da Coopemar, Wanderley Cavenaghe, comemorou a presença do deputado e o compromisso firmado com a categoria. “Essa nova visita do deputado nos deixa ainda mais animados, especialmente por ele se colocar à disposição para fortalecer e ampliar a nossa estrutura com novos maquinários, o que nos permitirá oferecer mais oportunidades a outras famílias. Hoje, nossa produção gira em torno de 250 toneladas por mês”, explicou.

Ele detalhou que os valores médios pagos por quilo, conforme o tipo de material reciclável são: para plástico granulado a R$ 4,50 o quilo, papelão prensado a R$ 0,60, alumínio a R$ 9, garrafas PET a R$ 2,50 e plástico PP (frasco rígido) a R$ 1. “Os plásticos granulados são usados na fabricação de tubos e o papelão reaproveitado dá origem a novas embalagens”, completou Cavenaghe.

Entre as principais demandas apresentadas pela cooperativa estão a ampliação do espaço físico e a aquisição de novos equipamentos, como prensas para garrafas PET e esteiras de triagem dos resíduos. O cooperado e presidente do Movimento Nacional dos Catadores em Mato Grosso, Thiago da Silva Duarte, também reforçou o pedido.

Wilson Santos anunciou a destinação de emendas parlamentares para viabilizar os investimentos necessários. A cooperativa se comprometeu a entregar os projetos técnicos no prazo de até 30 dias para dar andamento ao processo.

A iniciativa amplia oportunidades de geração de emprego e renda, ao mesmo tempo em que promove consciência ambiental e cidadania. A união entre o poder público e as organizações da sociedade civil mostra que é possível transformar vidas com ações concretas e investimento social responsável.

Fonte: ALMT – MT

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Conselho de Ética vota parecer que pede suspensão do deputado Marcos Pollon

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O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (9) o parecer final do deputado Ricardo Maia (MDB-BA), que recomenda a suspensão do mandato do deputado Marcos Pollon (PL-MS) por 60 dias.

Pollon é alvo da Representação 26/25, apresentada pela [[g Mesa Diretora]] da Câmara. Ele é acusado de ofender o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) durante a ocupação do Plenário em protesto contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e pela votação da anistia aos atos do 8 de janeiro.

A reunião do Conselho está marcada para as 14 horas, no plenário 11.

Pareceres preliminares
O colegiado também vai votar os seguintes pareceres preliminares:

  • Do deputado Delegado Fábio Costa (PP-AL), apresentado à REP 2/26, do Psol, contra o deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP);

O partido reclama que, durante o tempo em que o parlamentar presidiu a Comissão de Segurança Pública da Câmara, ele desrespeitou a atuação dos deputados do Psol que compunham o colegiado.

  • Do deputado Moses Rodrigues (União-CE), apresentado à REP 5/26, do PL, contra o deputado Rogério Correia (PT-MG);

O partido acusa Correia de publicar uma imagem manipulada por inteligência artificial que simulava um encontro entre Jair Bolsonaro e empresários do setor financeiro.

  • Do deputado Moses Rodrigues, apresentado à REP 6/26, também do PL, contra Rogério Correia;

O partido acusa Correia de agredir fisicamente os deputados Alfredo Gaspar (União-AL) e Luiz Lima durante a reunião da CPMI do INSS que aprovou a quebra de sigilo do empresário Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula.

  • Do deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), apresentado à REP 8/26, do Missão, contra a deputada Erika Hilton (Psol-SP);

O partido reclama de postagem de Erika Hilton nas redes sociais, que teria usado termos ofensivos, como “imbeCIS” e “esgoto da sociedade”, para criticar opositores políticos.

O Missão afirma que a mensagem é ofensiva e discriminatória contra mulheres cisgênero (aquelas cuja identidade de gênero corresponde ao sexo biológico).

Escolha de relatores
O Conselho de Ética também vai sortear relatores para as seguintes representações:

  • REP 1/26, do PL, contra o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ);

A acusação sustenta que o parlamentar usou o cargo para promover perseguição política contra adversários, entre eles o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (SP).

  • REP 3/26, do Partido Novo contra os deputados do Psol Chico Alencar (RJ), Glauber Braga (RJ), Pastor Henrique Vieira (RJ), Ivan Valente (SP), Célia Xakriabá (MG), Erika Hilton (SP), Fernanda Melchionna (RS), Professora Luciene Cavalcante (SP), Luiza Erundina (SP), Sâmia Bomfim (SP), Talíria Petrone (RJ) e Tarcísio Motta (RJ), e o deputado Lindbergh Farias.

O partido questiona a conduta dos parlamentares que acionaram a Procuradoria-Geral da República contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

O senador convocou uma vigília de oração pela saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro, que estava em prisão domiciliar. Os deputados afirmaram que a vigília seria uma “manobra” para dificultar ações policiais.

  • REP 4/26, do Novo, contra o deputado Rogério Correia;

O partido acusa Correia de agredir fisicamente o deputado Luiz Lima (Novo-RJ) durante confusão em uma reunião da Comissão Mista Parlamentar de Inquérito (CPMI) do INSS.

  • REP 7/26, do Novo, contra a deputada Erika Hilton;

O partido reclama da mesma postagem nas redes sociais. O partido alega que a imunidade parlamentar não deve acobertar ataques à honra de terceiros.

  • REP 9/26, do Novo, contra o deputado Lindbergh Farias.

O partido acusa Lindbergh Farias de quebra de decoro por ter chamado o deputado Alfredo Gaspar de “estuprador” durante reunião da CPMI do INSS.

O partido acusa Gaspar de ter ofendido Lindbergh em diferentes ocasiões, incluindo sessões oficiais e entrevistas.

  • REP 15/25, do PL, contra André Janones (Rede-MG);

O partido reclama de condutas ofensivas e sexistas de Janones, como ataques direcionados à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e comentários depreciativos sobre a aparência de outras colegas parlamentares.

Etapa inicial
A reunião do Conselho de Ética é a etapa inicial para apuração das condutas atribuídas aos parlamentares.

Depois que o processo é instaurado, o presidente do conselho sorteia nomes para comporem uma lista tríplice, de onde será escolhido o relator de cada caso.

Da Redação – ND

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