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Mostra Internacional de Cinema discute pautas LGBTQIAPN+ em São Luís

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Com o objetivo de dar visibilidade a produções cinematográficas do Brasil e do exterior que discutem as pautas da comunidade LGBTQIAPN+ começa hoje (27) em São Luís, 9ª edição da Quelly – Mostra Internacional de Cinema de Gênero e Sexualidade.

O filme “Salomé”, dirigido pelo cineasta André Antônio e vencedor de sete prêmios no Festival de Cinema de Brasília do ano passado, fará a abertura do evento. A sessão, com entrada gratuita, acontece a partir das 19h, no Teatro João do Vale, que fica no Centro Histórico da Capital Maranhense.

Nesta quinta-feira (28), o diretor André Antônio fala sobre processos criativos, linguagem cinematográfica e da construção de narrativas de gênero no cinema brasileiro. E a  atriz Aura do Nascimento, protagonista do filme Salomé, realiza na próxima sexta e sábado, no Espaço Cultural Chão SLZ a oficina Metamorfose. Uma oportunidade dos participantes aprenderem técnicas de manipulação de imagens digitais.

Fazem parte da mostra pelo menos 20 filmes, entre curtas, médias e longas-metragens, que abordam a vivência LGBT+ em temáticas diversas como raça, quilombolas, envelhecimento, descoberta da sexualidade, entre outras. Durante as sessões, que ocorrem até o dia 30 de agosto, os ingressos serão distribuídos uma hora antes de cada exibição. A lista com os filmes da programação está disponível no Instagram oficial do evento, @mostraquelly.


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026

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A´UWÊ,  A´UWÊ,  A´UWÊ!  VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa  povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de  Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

 Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo  tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento  Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem  refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.

Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:

Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.

Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.


Fonte: EBC Cultura

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