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Nas redes sociais, artistas e público lamentam morte de Angela Ro Ro

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Morreu na manhã desta segunda-feira (8), no Rio de Janeiro, a cantora e compositora Angela Ro Ro. A artista estava hospitalizada desde junho com quadro de infecção pulmonar, e não resistiu ao agravamento da doença.

Angela Ro Ro destacou-se por sua voz rouca e era conhecida também por sua atitude, marcada pela ironia, humor e franqueza. Foi autora de mais de uma centena de gravações em 14 discos próprios, além de participações em coletâneas especiais.

Veja também: Cantora, compositora e pianista: conheça a história de Angela Ro Ro

Angela Ro Ro: vida e obra

Sua carreira começou na primeira metade da década de 1970, quando morou na Inglaterra, chegando a cantar em pubs e a participar de uma faixa do LP Transa, de Caetano Veloso, tocando gaita.


Brasília (DF), 07/09/2025 - Cantora Angela Ro Ro. Foto: angela_ro_ro_oficial/Instagram
Brasília (DF), 07/09/2025 - Cantora Angela Ro Ro. Foto: angela_ro_ro_oficial/Instagram

Brasília (DF), 07/09/2025 – Cantora Angela Ro Ro. Foto: Angela Ro Ro Oficial/Instagram – angela_ro_ro_oficial/Instagram

De volta ao Brasil, participou em 1974 do Festival de Rock de Saquarema, no Rio de Janeiro, onde também se apresentou Rita Lee. O primeiro disco solo foi lançado em 1979 e fez sucesso com a canção Amor, meu grande amor, uma parceria com Ana Terra. 

A cantora teve o reconhecimento de público e de crítica em discos de anos seguintes com diversas faixas nas quais se afirmou como autora e intérprete.

Manifestações de pesar

Nas redes sociais, artistas e público manifestaram comoção pela morte. A cantora Maria Bethânia postou uma foto das duas e escreveu “Só amor”. Zélia Duncan agradeceu a Angela Ro Ro pela coragem e luta que a artista deixou como caminho, além da voz inigualável e canções belas e profundas. 

Já a atriz Zezé Motta destacou a amizade de mais de meio século com a artista e a exaltou como dona de um talento incrível.

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, disse que recebeu com muita tristeza a notícia do falecimento de Angela Ro Ro, e escreveu:

“Uma artista verdadeira, de uma grandeza admirável e que marcou nossa música com sua voz, deixando uma contribuição importante pra cultura brasileira.”

*Com informações da Agência Brasil.


Fonte: EBC Cultura

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Festival de Brasília do Cinema Brasileiro começa nesta sexta (11)

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Começa nesta sexta-feira um dos eventos mais aguardados da programação cultural da capital do país.

O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Em sua 59ª edição, o evento reúne mais de 70 produções em diversas mostras, além de atividades paralelas.

O cineasta Eduardo Valente, diretor artístico do evento, cita um dos destaques da programação: uma série inédita de Pernambuco:

“Sem dúvida nenhuma, a exibição de três episódios da série ‘Delegado’ vai ser um momento bem especial, produzida pelo Kleber Mendonça e pela Emilie Lesclaux e que conta uma história muito interessante de um jovem que começa a trabalhar como delegado numa região periférica do Recife e os dilemas do cotidiano dele ali como profissional”, diz. 

Entre as diversas atrações do festival, estão a Mostra Competitiva Nacional, com a exibição de sete longas-metragens e 12 curtas de várias partes do país, e a Mostra Brasília, dedicada a produções realizadas no Distrito Federal, com quatro longas e oito curtas.

Outra atração que promete atrair grande público é o Festivalzinho, com exibição de produções infanto-juvenis.

A diretora-geral do evento, Sara Rocha, fala sobre esse espaço.

“A programação infantil do festival se constrói a partir dos filmes que são inscritos para a seleção do conjunto de filmes que compõem a programação do festival, portanto são filmes atuais em sua grande maioria inéditos, cuja seleção que varia entre longas e curtas-metragens compõe essa programação, esse programa que a gente chama de Festivalzinho, que é exibido no Cine Brasília tanto para o público espontâneo, para as famílias e crianças, quanto também para um público estimulado de escolas públicas que o festival mobiliza junto à rede pública do Distrito Federal”, aponta.

O festival conta ainda com a Conferência do Audiovisual Nacional, nos dias 14 e 15 de setembro, voltada para o debate sobre temas do cinema nacional e políticas públicas da área.

Sara Rocha dá mais detalhes.

“Ela é um formato que se organiza em torno de painéis, com convidados especialistas em cada uma dessas temáticas que são sensíveis à construção e ao aperfeiçoamento dessas políticas públicas setoriais para o cinema e para o audiovisual, contando também com a participação de representantes institucionais, de entes públicos e privados e, sobretudo, do público do festival, que é muito qualificado”, aponta.

O evento acontece até o próximo dia 19 no Cine Brasília, com ingressos gratuitos ou a preços populares.


Fonte: EBC Cultura

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