Polícia Federal
FICCO/AM intercepta veículo e apreende mais de 140kg drogas em Manaus
Polícia Federal
Manaus/AM. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amazonas (FICCO/AM), neste ato representado pela Polícia Federal e pelo Comando de Operações Especiais da Polícia Militar do Amazonas (COE/PM/AM), deflagrou operação que resultou na apreensão de 146,1 kg de maconha e na prisão em flagrante de um homem por tráfico de drogas.
A operação foi conduzida de forma integrada a partir de levantamentos de inteligência que indicavam a movimentação de um veículo suspeito utilizado para o transporte de entorpecentes. A ação ocorreu no estacionamento de um supermercado localizado na Avenida Djalma Batista, em Manaus.
Durante a abordagem, as equipes confirmaram a presença de drogas no interior do automóvel. A partir das informações obtidas, as forças policiais realizaram diligências complementares que levaram à localização de uma residência onde havia mais entorpecentes armazenados. Todo o material ilícito foi apreendido e encaminhado à sede da Polícia Federal no Amazonas para os procedimentos de polícia judiciária.
A FICCO/AM reafirma seu compromisso com o enfrentamento qualificado ao crime organizado e ao tráfico de entorpecentes, ressaltando a importância da cooperação entre os órgãos de segurança pública e a colaboração da sociedade por meio de denúncias anônimas encaminhadas aos canais institucionais.
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amazonas (FICCO/AM) é composta pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria de Estado de Segurança Pública, Polícia Civil do Amazonas, Polícia Militar do Amazonas, Secretaria Executiva-Adjunta de Inteligência, Secretaria de Administração Penitenciária e Secretaria Municipal de Segurança e Defesa Social, atuando de forma coordenada em ações de prevenção e repressão ao crime
Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas
[email protected]
Fonte: Polícia Federal
Polícia Federal
Pivetta admite possibilidade de boicote no DAE e diz que “já viu de tudo”
O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) não descartou a possibilidade de ter ocorrido um boicote dentro do Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG) em meio à crise de abastecimento enfrentada pelo município. Questionado sobre a hipótese, Pivetta afirmou que já presenciou diferentes situações na autarquia, mas evitou apontar possíveis responsáveis.
“A gente já viu de tudo lá, tá? Já vimos de tudo lá, mas nós vamos vencer. O importante é que o interesse da população vai prevalecer”, afirmou o governador.
A declaração ocorre em meio à tentativa do Governo do Estado e da Prefeitura de Várzea Grande de enfrentar os problemas históricos do sistema de abastecimento. A crise também ganhou contornos políticos após episódios envolvendo a administração do DAE e a troca de integrantes da direção da autarquia.
Entre os episódios que aumentaram a pressão sobre o departamento está a divulgação de um vídeo no qual o então diretor Rogerinho Dakar aparece com uma mala contendo dinheiro. O caso provocou questionamentos sobre a gestão do DAE e ampliou o desgaste em torno da estrutura responsável pelo abastecimento da cidade.
Apesar dos problemas, Pivetta afirmou que as medidas adotadas pelo Estado já começaram a apresentar resultados. Segundo o governador, 14 poços que estavam desativados foram recuperados, permitindo uma produção aproximada de 700 mil litros de água por hora. As ações teriam beneficiado cerca de 20% dos moradores que enfrentavam problemas de abastecimento.
O governador, no entanto, afirmou que ainda existem dificuldades para identificar a origem de todos os problemas no sistema.
“O grande problema lá é o mistério que existe debaixo das ruas que precisa ser conhecido. E nós estamos lá mapeando isso”, explicou.
Pivetta disse que equipamentos e materiais já foram adquiridos para ampliar as ações, mas parte dos itens ainda não chegou por se tratar de produtos importados. Por enquanto, segundo ele, o trabalho tem se concentrado na recuperação de estruturas existentes e na reativação de poços.
As ações fazem parte da “Aliança pela Água”, acordo firmado entre Governo do Estado, Prefeitura de Várzea Grande, Ministério Público e Tribunal de Contas de Mato Grosso. O objetivo é buscar uma solução para os problemas estruturais do DAE e evitar medidas mais drásticas para a gestão da autarquia. O TCE já havia apontado um cenário de endividamento superior a R$ 315 milhões e suspeitas de irregularidades administrativas.
Pivetta reconheceu que ainda há um longo caminho pela frente.
“Cerca de 20% da população que sofria com a falta de abastecimento de água já tem água. Temos 80% para vencer ainda”, afirmou.
Apesar de admitir a possibilidade de boicote, o governador não apresentou evidências de que a prática tenha ocorrido nem indicou quem poderia estar envolvido. A declaração, portanto, mantém a hipótese no campo da suspeita enquanto as autoridades avançam na apuração e nas medidas para tentar normalizar o abastecimento em Várzea Grande.
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