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MT Hemocentro recebe projeto que acolhe pacientes com hemofilia

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O MT Hemocentro, único banco de sangue público de Mato Grosso, foi palco, de quarta a sexta-feira (26 a 28.11), de uma ação de sensibilização e engajamento para pessoas que vivem com hemofilia, seus familiares e rede de apoio, e profissionais de saúde, com o objetivo de promover qualidade de vida e bem-estar aos pacientes.

O diretor do MT Hemocentro, Fernando Henrique Modolo, destacou a importância do tratamento e da linha de cuidado, e ressaltou que o MT Hemocentro atua como referência para os pacientes com hemofilia.

“Estamos com quase 500 pacientes com hemofilia A e B, hemofilia grave e outras coagulopatias. Então, nesta parceria junto com o projeto Sabiá, Governo do Estado e Ministério da Saúde, estamos intensificando o acolhimento a essas famílias e mostrando a importância do cuidado, do tratamento, principalmente para essas pessoas que precisam de atendimento humanizado”, explicou.

Segundo o diretor, a empresa de consultoria parceira do Ministério da Saúde está realizando o projeto em vários hemocentros do Brasil.

“Essa empresa vem para ouvir essas famílias, escutar quais são os gargalos das necessidades e, com isso, trazer esses anseios para que o MT Hemocentro possa melhorar a linha de cuidado para esse acolhimento”, acrescentou.

Conforme a assistente administrativa, médica e pedagoga Graça Lopes, do núcleo de educação permanente do MT Hemocentro, o projeto busca gerar diálogos e disseminar informação de forma acessível aos pacientes.

“O objetivo maior é trabalhar mesmo com os nossos pacientes, porque o MT Hemocentro tem o sistema ambulatorial de atendimento. Então, queremos trabalhar com os pacientes, conscientizá-los da doença, de que existem possibilidades para que tenham mais qualidade de vida”, afirmou.

Nos dois primeiros dias, foram feitas atividades interativas. Nesta sexta-feira (28.11), a médica hematologista do MT Hemocentro, Paloma Valk, realizou uma roda de conversa com os usuários, e o pai de dois pacientes da unidade palestrou sobre como é a vida de um hemofílico.

“As nossas informações são exatamente para ajudar na qualidade de vida dos pacientes. Mesmo quem não tem alguém na família com hemofilia pode informar um vizinho, um amigo pra buscar atendimento aqui no hemocentro, que é o regulador de toda a Hemorrede”, concluiu Graça.

Fonte: Governo MT – MT

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Procurador de Justiça participa do 12º Encontro Indígena Intercultural

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O procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira participou, na manhã desta quinta-feira (23), da abertura do 12º Encontro Indígena Intercultural, realizado no Museu de História Natural de Mato Grosso (MHNMT), em Cuiabá. O titular da Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico representou o procurador-geral de Justiça Rodrigo Fonseca Costa no evento.Com o tema “O futuro é ancestral, o encontro tem como objetivo promover a discussão, sensibilização e valorização dos saberes ancestrais, além de evidenciar a diversidade das culturas indígenas de Mato Grosso. A iniciativa reúne professores, estudantes, lideranças e representantes de diferentes etnias em um espaço de escuta, diálogo intercultural e troca de conhecimentos.Durante a abertura, o procurador de Justiça destacou a importância da atuação na defesa dos direitos dos povos indígenas e do respeito à diversidade. Ressaltou ainda que o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) mantém o compromisso institucional com a proteção dos direitos humanos, a garantia dos territórios tradicionais e o fortalecimento das políticas públicas voltadas às populações originárias.A 12ª edição do Encontro Intercultural Indígena deve reunir mais de 2 mil pessoas e transformar, ao longo de dois dias, o Museu de História Natural de Mato Grosso em um espaço de troca de saberes e experiências. O evento reúne representantes das etnias Iny Karajá, Bóe Bororo, Xavante, Balatiponé-Umutina e Kurã Bakairi em uma programação diversificada, que inclui rodas de conversa, oficinas, apresentações de danças e músicas tradicionais, cantos de acolhida, narrativas de mitos de origem e outras práticas culturais.A iniciativa dialoga com a Lei Federal nº 11.645/2008, que tornou obrigatório o ensino da história e da cultura indígena e afro-brasileira na educação básica, além da Resolução nº 04/2019 do Conselho Estadual de Educação, que orienta a Educação Escolar Indígena em Mato Grosso a partir dos princípios da diferença, especificidade, bilinguismo, multilinguismo e interculturalidade. O evento é promovido pelo Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (ECOSS), cogestor do MHNMT, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) e a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). (Com informações da Seduc-MT e da Secel-MT)Foto: Dacio Carvalho | Seduc-MT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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