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PF deflagra operação de combate ao contrabando de gado

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Caxias do Sul/RS. Nesta terça-feira (2/12), a Polícia Federal deflagrou, com o apoio do Ministério Público Federal, do Ministério da Agricultura e Pecuária, da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul e da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina, a Operação Manada, que visa desarticular um grupo criminoso especializado no contrabando de gado do Uruguai para o Brasil.

Foram cumpridos sete mandados de prisão preventiva e 11 mandados de busca e apreensão em Veranópolis/RS, Santana do Livramento/RS e Água Doce/SC.

O inquérito policial teve início a partir de uma fiscalização realizada pela Inspetoria de Defesa Agropecuária de Veranópolis/RS em uma propriedade daquele município.

Os investigados poderão responder pelos crimes de contrabando, falsidade ideológica, uso de documento falso, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crime ambiental.

Comunicação Social da Polícia Federal em Caxias do Sul
Fone: (54) 3213-9000

Fonte: Polícia Federal

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Comissão aprova projeto que autoriza extensão de estágio após conclusão de curso superior

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que garante a continuidade do contrato de estágio mesmo após a formatura do estudante, desde que a vaga seja na empresa em que estava vinculado durante a fase de estudos.

O texto limita em 12 meses a duração do estágio após a conclusão do curso. A regra prevê teto de dois anos para a permanência na empresa, com exceção para pessoas com deficiência.

O estágio poderá ser realizado de forma presencial, a distância ou híbrida.

Por recomendação do relator, deputado Luiz Carlos Motta (PL-SP), o colegiado aprovou o substitutivo da Comissão de Trabalho ao Projeto de Lei 7021/17, de autoria do deputado Alex Manente (Cidadania-SP), com alterações.

Segundo o relator, a proposta ajuda o estagiário na fase de transição para o mercado de trabalho. “O jovem obtém a graduação, mas não tem a experiência exigida pelas empresas para a primeira contratação na área de formação. O problema resulta na ausência de vivência profissional”, afirmou.

Luiz Carlos Motta cita pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) pela qual a informalidade atinge 38,5% dos jovens entre 18 e 19 anos em 2026.

O texto aprovado proíbe a gestão de contratos de estágio por empresas terceirizadas, bem como a cobrança de taxas aos envolvidos no acordo de trabalho.

Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Pierre Triboli

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