Cuiabá
Prazo para solicitação de licença especial para eventos de Carnaval vão até o dia 30
Cuiabá
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, está apoiando a realização do Carnaval 2026 por meio de ações integradas entre diversas secretarias, com o objetivo de garantir segurança, conforto e alegria à população. O trabalho envolve a disponibilização de banheiros, tendas, gradis e a organização dos espaços, além de ações preventivas das secretarias de Mobilidade Urbana e Segurança Pública e de Ordem Pública, incluindo o fechamento ordenado de ruas e o cumprimento da lei do silêncio, buscando equilibrar a festa com o sossego da população.
Uma reunião de alinhamento realizada na segunda-feira (26), na Secretaria Municipal de Ordem Pública, com a presença das equipes das secretarias municipais de Cultura e de Mobilidade Urbana e Segurança Pública, lideradas pelos respectivos secretários, serviu para verificar as demandas e promover o planejamento integrado dos blocos carnavalescos e eventos comemorativos que já protocolaram pedidos de licenças junto ao município. O prazo para formalizar os pedidos e autorizações para eventos, com toda a documentação necessária, se encerra no dia 30 deste mês.
A programação do Carnaval 2026 é realizada pela Liga, com eventos promovidos por associações da sociedade civil. As medidas pré, durante e pós-evento visam fazer do Carnaval 2026 de Cuiabá um evento organizado, seguro e marcado pela alegria, característica da festividade.
Segundo a secretária Juliana, a reunião foi bastante produtiva, com as ações alinhadas para garantir que os eventos de carnaval da capital ocorram de forma segura, organizada e dentro dos limites da legislação de poluição sonora. “O foco inicial é aprimorar a análise dos pedidos de interdição de vias encaminhados à Semob e das licenças especiais solicitadas à Secretaria de Ordem Pública. Eventos que não estejam devidamente regularizados são passíveis de fiscalização. Existem critérios específicos para cada evento, dependendo de sua grandiosidade, e cada caso é averiguado individualmente após a oficialização do pedido. Os interessados deverão estar atentos ao prazo”, frisou.
Juliana ressaltou que os produtores de eventos estão comprometidos em realizar os blocos com o aval da Prefeitura, apresentando previamente seus planos para que o poder público possa colaborar, organizar a logística e garantir a segurança. A comunicação dos locais dos eventos é essencial, inclusive como requisito para o apoio da Polícia Militar no policiamento, além da logística do trânsito.
O objetivo principal, conforme a secretária, é assegurar que foliões e famílias possam aproveitar o carnaval com segurança, tranquilidade, ordem e responsabilidade. Ressaltou ainda que, em se tratando do Carnaval, aplicam-se as regras de eventos especiais quanto à emissão de ruído. Esse limite pode ser reduzido após avaliação técnica do local.
O alerta é para que os foliões não ultrapassem os limites, lembrando que a fiscalização será reforçada durante o período.
Já o secretário de Cultura, Johnny Everson, ressaltou a preocupação em evitar que realizadores de eventos sejam surpreendidos durante a programação pela falta de documentação. Ele alertou que eventos sem os documentos exigidos para estarem dentro da legalidade podem ser suspensos imediatamente e multados, o que prejudica tanto os organizadores quanto o público.
Por isso, destacou a importância de regularizar os eventos com antecedência, entrando em contato com as secretarias de Cultura, Ordem Pública e Mobilidade Urbana, e anexando todos os documentos necessários ao solicitar o Alvará Especial. Em caso de dúvidas, orientou que os organizadores consultem a lista dos documentos exigidos.
Também destacou que a tradição do Carnaval em Cuiabá vai além da festa. “Ela carrega memória e pertencimento. O Carnaval cuiabano reúne comunidades, valoriza artistas locais, fortalece a economia criativa e mantém vivas manifestações populares que atravessam gerações”.
Acrescentou ainda que preservar e incentivar o Carnaval cuiabano é reconhecer a importância da cultura como instrumento de inclusão social, educação e desenvolvimento. “É dar voz aos blocos, às bandas, aos artesãos, aos trabalhadores da cultura que fazem dessa celebração um patrimônio vivo da nossa cidade. Que essa tradição continue sendo cuidada, valorizada e fortalecida, para que siga encantando, unindo e representando Cuiabá para as próximas gerações”, pontuou Johnny Everson.
MOBILIDADE URBANA
A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública vai atuar com equipes extras nos cinco dias previstos para o Carnaval, de sexta-feira (13) a terça-feira (17).
De acordo com a secretária, coronel Francyanne Lacerda, é imprescindível que os organizadores se responsabilizem pelos cuidados, uma vez que, em muitos casos, os foliões extrapolam o horário permitido.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Câmara de Cuiabá aprova moção de repúdio contra indicação de Jorge Messias ao STF
Luciéder Luz | Assessoria do vereador Dilemário Alencar
A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, durante a sessão desta quinta-feira (23), requerimento de autoria dos vereadores Dilemário Alencar (UB) e Rafael Ranalli (PL) de moção de repúdio à indicação de Jorge Messias ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal.
No requerimento, os parlamentares alegaram que, após parecer favorável emitido por Jorge Messias quando ocupava a chefia da Advocacia-Geral da União (AGU), a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou a ADPF 1141, na qual permitiu a situação de morte de três bebês por dia no Brasil, desde maio de 2024.
“Enquanto 33 mil famílias esperam na fila de adoção, essa triste realidade de matança de bebês indefesos vem ocorrendo porque o ex-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, assinou parecer jurídico que endossou o posicionamento do ministro relator Alexandre de Moraes na ADPF 1141, que permitiu o aborto de bebês durante os nove meses de gestação. Por isso, a Câmara de Cuiabá repudiou o nome de Jorge Messias, que foi indicado pelo presidente Lula, para o STF. Essa indicação não pode prosperar”, disse o vereador Dilemário.
A aprovação da ADPF 1141 (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) é uma ação no STF que suspendeu a Resolução 2.378/24 do Conselho Federal de Medicina (CFM), a qual proibia a assistolia fetal para interrupção de gravidez acima de 22 semanas decorrente de estupro.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) havia proibido a assistolia fetal em razão da crueldade do método. O CFM considerou o fato de que o bebê, no último trimestre da gestação, é um ser humano formado.
“O CFM alertou que o correto é fazer o parto e entregar o bebê para adoção, e não praticar o assassinato. Mas o STF derrubou a proibição estabelecida pela resolução do CFM, dizendo que a morte do bebê no ventre materno é um elemento indissociável do direito da mulher de abortar”, relatou o vereador Rafael Ranalli.
A assistolia fetal é um procedimento feito por meio de uma agulha que atravessa o ventre da mãe, guiada por um ultrassom, para perfurar o ponto central do coração do bebê. Sem anestesia, o bebê sente a agulha entrar. E a agulha injeta cloreto de potássio no coração do bebê para matá-lo. O bebê sente uma dor fortíssima, equiparada à dor provocada por infarto no adulto, antes de morrer.
A assistolia fetal foi liberada até o momento do parto. E o mais absurdo é que o ministro Alexandre de Moraes proibiu punições a médicos que realizarem o procedimento de assistolia fetal.
“Estão fazendo esse tipo de procedimento com bebês de 7, 8 e 9 meses de gestação. Bebês que já ouvem a voz da mãe, que colocam o dedinho na boca, que já sentem dor. É muita crueldade! O bebê pode tentar fugir da agulhada, se contorcer dentro do útero, mas não tem como escapar da picada mortal”, observou Dilemário.
“Eu jamais ficarei calado vendo esse tipo de atrocidade! E Jorge Messias, defensor de tamanha crueldade, pode se tornar ministro do STF, caso a indicação de seu nome seja aprovada pelos senadores. Isso não pode acontecer, pois quem defende a morte não pode decidir sobre a vida”, concluiu o vereador Dilemário Alencar.
A moção de repúdio será encaminhada pela Câmara Municipal para os três senadores de Mato Grosso e ao presidente do Senado Federal.
Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
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