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Policiais militares resgatam família em caminhonete submersa durante chuva forte em Matupá

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Policiais militares do 15º Comando Regional realizaram o resgate de uma família que estava presa em uma caminhonete submersa durante uma forte chuva que atingiu o município de Matupá, na noite desta sexta-feira (6.2). Na ação, um casal e seus três filhos foram salvos pelos militares e outros populares.

A ação heróica teve início após o cabo Wanderson Fatiga e um amigo médico terem ido até uma rua, nas proximidades da BR-163, tentar retirar um veículo que estava ficando submerso em meio a uma forte chuva na cidade.

No local, o policial flagrou uma caminhonete com cinco ocupantes tentando atravessar a rua, sem sucesso. Devido à enchente causada pelo transbordamento de um córrego, o veículo começou a submergir.

Imediatamente, o militar e demais testemunhas iniciaram o resgate da família, principalmente das três crianças, com idades entre 11 e sete anos, que não conseguiram deixar o veículo.

O policial acionou as equipes policiais de serviço e também do Corpo de Bombeiros. Ainda no resgate, os vidros da caminhonete foram quebrados e as crianças retiradas com segurança. O casal, que conseguiu se abrigar no teto do carro, também saiu sem ferimentos.

As vítimas foram conduzidas em carro particular e viaturas policiais para a unidade de saúde da cidade. A família passou a madrugada em observação devido ao estado de choque e deve receber alta médica ainda neste sábado (7).

Fonte: Governo MT – MT

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MP participa da inauguração de oficina de costura em penitenciária

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Apoio Operacional da Execução Penal, participou, nesta quinta-feira (23), da inauguração da oficina de costura escola da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. A nova estrutura vai ofertar 120 vagas de trabalho, com jornada de oito horas diárias, contribuindo para a reintegração social das reeducandas e para a redução de custos do Estado. Ao todo, foram instaladas 91 máquinas de costura, adquiridas pela Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP).
Atualmente, 20 reeducandas já foram certificadas pelo Senai e atuarão como multiplicadoras, auxiliando na capacitação das demais internas. O espaço conta com área de produção, estoque de matéria-prima e de peças prontas, além de refeitório e área de descanso. A produção da oficina será destinada, principalmente, à confecção de uniformes escolares da rede estadual, o que permitirá economia aos cofres públicos.
A procuradora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente destacou que o Ministério Público atua de forma permanente no fortalecimento de projetos voltados à ressocialização no sistema prisional. “A oficina de costura representa uma oportunidade concreta de qualificação profissional e de reinserção social. Além do trabalho e da renda, iniciativas como essa fortalecem a autoestima dessas mulheres e contribuem para um recomeço digno.”

A procuradora também ressaltou a importância de práticas humanizadas, alinhadas a experiências exitosas, como as desenvolvidas na Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC), em especial nas unidades femininas, que estimulam responsabilidade, autonomia e a reconstrução de vínculos familiares.

A diretora da Penitenciária Feminina, Keily Adriana Arruda Marques, afirmou que a participação no projeto é voluntária e teve grande adesão. “As reeducandas recebem capacitação prática e certificação profissional, o que amplia as chances de retorno digno à sociedade. Já temos uma lista de mulheres interessadas em participar das próximas etapas.”

O presidente da Fundação Nova Chance, Winkler de Freitas Teles, informou que a oficina atenderá demandas de órgãos públicos, com produção inicial estimada em 110 mil peças de uniformes escolares, podendo ser ampliada gradativamente.

Já o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, destacou que o investimento reforça a política de ressocialização adotada pelo Estado. “Esse investimento representa um caminho eficaz para a ressocialização, ao garantir trabalho, dignidade e qualificação profissional. As reeducandas saem mais preparadas para o mercado de trabalho e para a vida em sociedade.”

Fonte: Ministério Público MT – MT

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