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Corinthians e Flamengo ficam no 1 a 1 em duelo eletrizante

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Em um confronto repleto de emoções, reviravoltas e defesas espetaculares, Corinthians e Flamengo empataram em 1 a 1, com gols de Yuri Alberto para o Timão e Lucas Paquetá para o Rubro-Negro. A partida, marcada por cartões e intervenções do VAR, manteve a rivalidade acesa do primeiro ao último minuto.

Primeiro tempo: gols relâmpago e brilho dos goleiros

O jogo começou com o Flamengo tomando a iniciativa e não demorou para abrir o placar. Logo aos 2 minutos, em uma saída de bola equivocada do goleiro Hugo Souza, do Corinthians, Pedro serviu Lucas Paquetá na direita da área, que finalizou com categoria para fazer 1 a 0. A alegria flamenguista, no entanto, durou pouco. Aos 18 minutos, o Corinthians respondeu com força: Memphis Depay acionou Bidu na esquerda da área, que cruzou de primeira para Yuri Albertocompletar de canhota e deixar tudo igual: 1 a 1.

O restante da primeira etapa foi um reflexo do equilíbrio, com as duas equipes se alternando na posse de bola e buscando o ataque. O goleiro Hugo Souza se redimiu do lance do gol ao fazer uma defesa milagrosa aos 48 minutos, após um voleio perigoso de Arrascaeta. Pouco antes do intervalo, o Corinthians ainda viu Memphis Depay sair lesionado, dando lugar a Rodrigo Garro. Uma parada técnica para hidratação também marcou a metade do primeiro tempo, evidenciando o ritmo intenso do clássico.

Segundo tempo: expulsão, VAR e luta até o fim

A etapa complementar trouxe ainda mais drama. Logo aos 6 minutos, o Flamengo sofreu um duro golpe: Evertton foi expulso com cartão vermelho direto por uma entrada dura no tornozelo de Breno Bidon, do Corinthians. Após a revisão do VAR, o árbitro Rodrigo José Pereira de Lima confirmou a decisão, deixando o Flamengo com dez jogadores em campo.

Mesmo com a desvantagem numérica, o time carioca não se entregou, buscando espaços e tentando surpreender. O Corinthians, por sua vez, tentou aproveitar a superioridade, rondando a área adversária e forçando as defesas de Agustín Rossi. O goleiro flamenguista, aliás, foi peça chave, realizando grandes intervenções, como uma à queima-roupa em chute de Yuri Alberto aos 49 minutos.

As substituições foram constantes em ambos os lados, com Wesley Carvalho e Leonardo Jardim buscando novas formações e fôlego para suas equipes. O jogo foi tenso até os acréscimos, que se estenderam por longos 10 minutos. Faltas, impedimentos e bolas aéreas marcaram os minutos finais, mas nenhuma das equipes conseguiu quebrar o empate.

O 1 a 1 reflete a intensidade de um clássico onde Corinthians e Flamengo brigaram por cada centímetro do campo, deixando a torcida com a sensação de um jogo disputado e um resultado justo para o esforço de ambos os times.

FICHA TÉCNICA
                                     Corinthians 1 x 1 Flamengo
Competição Campeonato Brasileiro (8ª rodada)
Local Neo Química Arena, em São Paulo (SP)
Data 22 de março de 2026 (domingo)
Horário 20h30 (de Brasília)
Público 41.896 pessoas
Renda R$ 3.260.285,00
Cartões
Amarelos Raniele e Garro (Corinthians); Alex Sandro, Jorginho, Vitão (Flamengo)
Vermelhos Evertton Araújo, aos 6′ do 2ºT (Flamengo)
Arbitragem
Árbitro Rodrigo José Pereira de Lima (PE)
Assistentes Bruno Boschilia (PR) e Francisco Chaves Bezerra Junior (PE)
VAR Wagner Reway (SC)
Gols
Flamengo Paquetá, aos 02′ do 1ºT
Corinthians Yuri Alberto, aos 18′ do 1ºT
Escalações
Corinthians Hugo Souza; Matheuzinho, Gabriel Paulista, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Raniele, André (Matheus Pereira), Bidon (Gui Negão) e Carrillo (Kayke); Memphis Depay (Garro) e Yuri Alberto.
Técnico (Corinthians) Dorival Júnior
Flamengo Rossi; Varela, Danilo, Vitão (Léo Ortiz) e Alex Sandro (Ayrton Lucas); Evertton Araújo, Jorginho e Arrascaeta (De la Cruz); Paquetá, Samuel Lino (Carrascal) e Pedro (Wallace Yan).
Técnico (Flamengo) Leonardo Jardim

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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