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Parceria amplia acesso à Atenção Primária com mutirão de saúde na Manga e Ponte Nova

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A Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com a Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) do bairro Manga, na região do Ponte Nova, realizou um grande mutirão de atendimento aos moradores da comunidade. A ação itinerante, promovida no último domingo, ampliou e facilitou o acesso da população aos serviços básicos da Atenção Primária durante toda a manhã.

Os atendimentos ocorreram nas dependências da própria instituição religiosa, com o objetivo de descentralizar os serviços de saúde e atualizar o cartão de vacinação da população local.

Durante o mutirão, uma equipe técnica de imunização da rede municipal aplicou vacinas e atualizou os cartões vacinais de crianças, adultos e idosos.

Além da vacinação, a estrutura montada em parceria com a comunidade ofereceu orientações preventivas e avaliações básicas de saúde.

De acordo com a enfermeira responsável pela Unidade Básica de Saúde (UBS) da Manga “Binoca Maria da Costa”, Jéssica Alves, a iniciativa busca aproximar os serviços de saúde das famílias que enfrentam dificuldades para se deslocar até a unidade durante a semana.

“Essas parcerias nos permitem alcançar moradores que, muitas vezes, por causa da rotina de trabalho, adiam os cuidados preventivos. Estar no bairro Manga reforça o nosso compromisso com a saúde de toda a família”, destacou a enfermeira.

A secretária municipal de Saúde, Valéria Nogueira, ressaltou que a pasta está sempre aberta a parcerias que ampliem o acesso da população aos serviços oferecidos pela Atenção Primária.

“Nossa rede de Atenção Primária tem como objetivo ampliar o atendimento à população. Quando conseguimos levar esses serviços também aos finais de semana, alcançamos ainda mais pessoas e fortalecemos a prevenção e o cuidado com a saúde”, afirmou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Após embate, Câmara de VG aprova remanejamento de R$ 700 milhões para prefeitura

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A Câmara Municipal de Várzea Grande aprovou, nesta sexta-feira (24), o Projeto de Lei nº 175/2026, que amplia de 5% para 30% o limite para abertura de créditos adicionais suplementares no orçamento municipal. Na prática, a medida autoriza a Prefeitura a remanejar mais de R$ 700 milhões entre dotações orçamentárias sem necessidade de autorização legislativa para cada alteração.

A proposta provocou intenso debate entre os parlamentares. A vereadora Gisa Barros (Podemos) apresentou quatro emendas ao projeto e defendeu que mudanças no orçamento devem ocorrer apenas em situações excepcionais, preservando o planejamento estabelecido na Lei Orçamentária Anual (LOA).

“A regra do orçamento público é a Lei Orçamentária Anual. O remanejamento é apenas uma exceção controlada para corrigir distorções pontuais”, afirmou.

A parlamentar também argumentou que a ampliação do percentual enfraquece a função fiscalizadora da Câmara.

“Poderes ilimitados ao Executivo são proibidos, inclusive pela Constituição. Eu não posso ser conivente com isso”, declarou.

Antes da votação, o presidente da Câmara, Wanderley Cerqueira (MDB), criticou a condução financeira da Prefeitura e rebateu o argumento de que a limitação do remanejamento estaria impedindo pagamentos.

“Esse projeto prova a ineficiência, a desorganização e a ausência de planejamento da Prefeitura. Não é verdade que a Prefeitura não paga fornecedores e servidores pela falta de aprovação do projeto. Não paga porque gasta mal, gasta errado”, afirmou.

Apesar das críticas apresentadas durante a discussão, a maioria dos vereadores votou favoravelmente ao projeto. Com a aprovação, o Executivo passa a ter autorização para remanejar até 30% do orçamento municipal, montante que supera R$ 700 milhões, ampliando a margem para adequações orçamentárias ao longo do exercício financeiro.

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