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Ação de emprego em Cuiabá ajuda até quem não tem currículo na Praça Rachid Jaudy

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Cuiabá

Uma ação de empregabilidade realizada pela Prefeitura de Cuiabá oferece mais de 160 vagas de trabalho em diferentes áreas nesta terça-feira (1º), com atendimento gratuito ao público na Praça Rachid Jaudy, na região central da capital.

A iniciativa é coordenada pela Secretaria Municipal de Trabalho e reúne oportunidades que vão desde estágio e jovem aprendiz até vagas efetivas, com salários que variam conforme a função e a qualificação dos candidatos.

Segundo o secretário municipal de Trabalho, Nivaldo de Almeida Carvalho Júnior, a proposta é facilitar o acesso da população ao mercado de trabalho e aproximar empresas de quem busca uma oportunidade.

“Hoje temos mais de 160 vagas, em diversas funções e com diferentes níveis de remuneração, que variam de acordo com a qualificação. É bom que o candidato tenha o currículo, mas se não tiver, a gente faz aqui também”, afirmou.

O atendimento ocorre das 9h às 16h, e os interessados devem apresentar documentos pessoais e, se possível, currículo atualizado. No entanto, quem não tiver o documento pronto poderá contar com apoio da equipe no local para elaboração.

Entre as vagas ofertadas estão cargos administrativos, atendimento, vendas, setor financeiro e funções técnicas no segmento automotivo, incluindo oportunidades para iniciantes e profissionais com experiência.

A ação faz parte de um conjunto de iniciativas do município voltadas à geração de emprego e renda, com serviços como intermediação de mão de obra, orientação profissional e apoio a programas de estágio e jovem aprendiz.

Como participar da feira

  • Compareça ao local: Praça Rachid Jaudy, em Cuiabá
  • Horário de atendimento: das 9h às 16h
  • Procure a equipe da Secretaria Municipal de Trabalho no local

Documentos necessários

  • Documento pessoal com foto (RG ou CNH)
  • CPF
  • Carteira de Trabalho (física ou digital)
  • Currículo atualizado (se tiver)

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Câmara de Cuiabá aprova moção de repúdio contra indicação de Jorge Messias ao STF

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Luciéder Luz | Assessoria do vereador Dilemário Alencar 

A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, durante a sessão desta quinta-feira (23), requerimento de autoria dos vereadores Dilemário Alencar (UB) e Rafael Ranalli (PL) de moção de repúdio à indicação de Jorge Messias ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal.

No requerimento, os parlamentares alegaram que, após parecer favorável emitido por Jorge Messias quando ocupava a chefia da Advocacia-Geral da União (AGU), a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou a ADPF 1141, na qual permitiu a situação de morte de três bebês por dia no Brasil, desde maio de 2024.

“Enquanto 33 mil famílias esperam na fila de adoção, essa triste realidade de matança de bebês indefesos vem ocorrendo porque o ex-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, assinou parecer jurídico que endossou o posicionamento do ministro relator Alexandre de Moraes na ADPF 1141, que permitiu o aborto de bebês durante os nove meses de gestação. Por isso, a Câmara de Cuiabá repudiou o nome de Jorge Messias, que foi indicado pelo presidente Lula, para o STF. Essa indicação não pode prosperar”, disse o vereador Dilemário.

A aprovação da ADPF 1141 (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) é uma ação no STF que suspendeu a Resolução 2.378/24 do Conselho Federal de Medicina (CFM), a qual proibia a assistolia fetal para interrupção de gravidez acima de 22 semanas decorrente de estupro.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) havia proibido a assistolia fetal em razão da crueldade do método. O CFM considerou o fato de que o bebê, no último trimestre da gestação, é um ser humano formado.

“O CFM alertou que o correto é fazer o parto e entregar o bebê para adoção, e não praticar o assassinato. Mas o STF derrubou a proibição estabelecida pela resolução do CFM, dizendo que a morte do bebê no ventre materno é um elemento indissociável do direito da mulher de abortar”, relatou o vereador Rafael Ranalli.

A assistolia fetal é um procedimento feito por meio de uma agulha que atravessa o ventre da mãe, guiada por um ultrassom, para perfurar o ponto central do coração do bebê. Sem anestesia, o bebê sente a agulha entrar. E a agulha injeta cloreto de potássio no coração do bebê para matá-lo. O bebê sente uma dor fortíssima, equiparada à dor provocada por infarto no adulto, antes de morrer.

A assistolia fetal foi liberada até o momento do parto. E o mais absurdo é que o ministro Alexandre de Moraes proibiu punições a médicos que realizarem o procedimento de assistolia fetal.

“Estão fazendo esse tipo de procedimento com bebês de 7, 8 e 9 meses de gestação. Bebês que já ouvem a voz da mãe, que colocam o dedinho na boca, que já sentem dor. É muita crueldade! O bebê pode tentar fugir da agulhada, se contorcer dentro do útero, mas não tem como escapar da picada mortal”, observou Dilemário.

“Eu jamais ficarei calado vendo esse tipo de atrocidade! E Jorge Messias, defensor de tamanha crueldade, pode se tornar ministro do STF, caso a indicação de seu nome seja aprovada pelos senadores. Isso não pode acontecer, pois quem defende a morte não pode decidir sobre a vida”, concluiu o vereador Dilemário Alencar.

A moção de repúdio será encaminhada pela Câmara Municipal para os três senadores de Mato Grosso e ao presidente do Senado Federal.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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