Cuiabá
Prefeitura de Cuiabá avança na renovação das cadeiras odontológicas dos Centros de Especialidades
Cuiabá
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e da Secretaria Adjunta de Saúde Bucal, intensifica as ações de modernização e estruturação da rede odontológica da capital. Entre as medidas em andamento está a substituição de 20 cadeiras clínicas utilizadas nos Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs), que já começou a transformar a realidade de unidades que atendem milhares de usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
Até o momento, seis cadeiras já foram instaladas, cinco no Centro de Especialidades Odontológicas do Tijucal e uma no CEO Osmar Cabral, ampliando o conforto para os pacientes e garantindo melhores condições de trabalho para os profissionais. O processo segue em ritmo acelerado, com previsão de conclusão em breve.
Segundo a secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, a modernização faz parte de um conjunto de investimentos voltados à retomada da qualidade da infraestrutura da assistência.
“A modernização da infraestrutura odontológica é fundamental para garantir um atendimento mais qualificado e humanizado. Estamos trabalhando para que todas as unidades recebam os novos equipamentos o quanto antes, assegurando mais eficiência e bem-estar para a população cuiabana. Esse é um compromisso da gestão: reconstruir, reorganizar e devolver serviços de qualidade à nossa gente.”, afirmou.
A secretária adjunta de Saúde Bucal, Cristhiane Leite, reforçou que o processo de instalação das cadeiras já está em sua fase final.
“Já emitimos a ordem de compra dos filtros de ar, que são componentes essenciais para a instalação das cadeiras. Assim que forem entregues, concluiremos a substituição nas demais unidades. Acreditamos que até a próxima semana todo o processo estará finalizado. Nosso objetivo é garantir que todos os CEOs funcionem com equipamentos modernos, seguros e adequados às necessidades da população.”, explicou.
A renovação das cadeiras integra um conjunto maior de ações voltadas à reestruturação da política municipal de Saúde Bucal. Somente neste mês, Cuiabá também retomou a produção de próteses dentárias, um serviço essencial para a recuperação da autoestima, da mastigação, da fala e do convívio social dos pacientes.
O serviço, que estava temporariamente suspenso, voltou a funcionar de forma descentralizada, proporcionando maior acesso e agilidade no atendimento. Hoje, as próteses estão sendo confeccionadas nos CEOs dos bairros Pascoal Ramos, Dom Aquino, Jardim Vitória, Osmar Cabral, Verdão e Tijucal, além da Clínica Odontológica do Leblon.
Com o reforço das equipes e reorganização dos fluxos de trabalho, quase 600 próteses foram confeccionadas apenas nas últimas semanas, um número considerado expressivo pelas equipes técnicas, que agora trabalham para ampliar ainda mais a capacidade de atendimento.
Atualmente, cerca de 14 cirurgiões-dentistas estão dedicados exclusivamente a esta produção. As próteses oferecidas são totalmente gratuitas e contemplam:
– Prótese Total Removível (PT) – indicada quando o paciente não possui dentes na arcada;
– Prótese Parcial Removível (PPR) – utilizada para reposição parcial, quando o paciente mantém parte da dentição.
Para solicitar a prótese, o paciente deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) onde está cadastrado ou a Clínica Odontológica do Leblon. Após avaliação clínica e indicação da necessidade, ele será encaminhado para um dos CEOs ou para a clínica especializada, onde ocorrerá todo o processo: moldagens, provas, ajustes e instalação final.
Com a renovação das cadeiras, a retomada das próteses e a reorganização dos fluxos assistenciais, a Prefeitura de Cuiabá reforça a expansão da Política Municipal de Saúde Bucal, buscando eliminar filas, ampliar a capacidade de atendimento e garantir que a população tenha acesso a serviços mais modernos, qualificados e humanizados.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Câmara de Cuiabá aprova moção de repúdio contra indicação de Jorge Messias ao STF
Luciéder Luz | Assessoria do vereador Dilemário Alencar
A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, durante a sessão desta quinta-feira (23), requerimento de autoria dos vereadores Dilemário Alencar (UB) e Rafael Ranalli (PL) de moção de repúdio à indicação de Jorge Messias ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal.
No requerimento, os parlamentares alegaram que, após parecer favorável emitido por Jorge Messias quando ocupava a chefia da Advocacia-Geral da União (AGU), a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou a ADPF 1141, na qual permitiu a situação de morte de três bebês por dia no Brasil, desde maio de 2024.
“Enquanto 33 mil famílias esperam na fila de adoção, essa triste realidade de matança de bebês indefesos vem ocorrendo porque o ex-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, assinou parecer jurídico que endossou o posicionamento do ministro relator Alexandre de Moraes na ADPF 1141, que permitiu o aborto de bebês durante os nove meses de gestação. Por isso, a Câmara de Cuiabá repudiou o nome de Jorge Messias, que foi indicado pelo presidente Lula, para o STF. Essa indicação não pode prosperar”, disse o vereador Dilemário.
A aprovação da ADPF 1141 (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) é uma ação no STF que suspendeu a Resolução 2.378/24 do Conselho Federal de Medicina (CFM), a qual proibia a assistolia fetal para interrupção de gravidez acima de 22 semanas decorrente de estupro.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) havia proibido a assistolia fetal em razão da crueldade do método. O CFM considerou o fato de que o bebê, no último trimestre da gestação, é um ser humano formado.
“O CFM alertou que o correto é fazer o parto e entregar o bebê para adoção, e não praticar o assassinato. Mas o STF derrubou a proibição estabelecida pela resolução do CFM, dizendo que a morte do bebê no ventre materno é um elemento indissociável do direito da mulher de abortar”, relatou o vereador Rafael Ranalli.
A assistolia fetal é um procedimento feito por meio de uma agulha que atravessa o ventre da mãe, guiada por um ultrassom, para perfurar o ponto central do coração do bebê. Sem anestesia, o bebê sente a agulha entrar. E a agulha injeta cloreto de potássio no coração do bebê para matá-lo. O bebê sente uma dor fortíssima, equiparada à dor provocada por infarto no adulto, antes de morrer.
A assistolia fetal foi liberada até o momento do parto. E o mais absurdo é que o ministro Alexandre de Moraes proibiu punições a médicos que realizarem o procedimento de assistolia fetal.
“Estão fazendo esse tipo de procedimento com bebês de 7, 8 e 9 meses de gestação. Bebês que já ouvem a voz da mãe, que colocam o dedinho na boca, que já sentem dor. É muita crueldade! O bebê pode tentar fugir da agulhada, se contorcer dentro do útero, mas não tem como escapar da picada mortal”, observou Dilemário.
“Eu jamais ficarei calado vendo esse tipo de atrocidade! E Jorge Messias, defensor de tamanha crueldade, pode se tornar ministro do STF, caso a indicação de seu nome seja aprovada pelos senadores. Isso não pode acontecer, pois quem defende a morte não pode decidir sobre a vida”, concluiu o vereador Dilemário Alencar.
A moção de repúdio será encaminhada pela Câmara Municipal para os três senadores de Mato Grosso e ao presidente do Senado Federal.
Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
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