Cuiabá
Vereadores Dilemário Alencar e Dra. Mara realizam plantio de Ipê-Amarelo em Cuiabá
Cuiabá
Na manhã desta sexta-feira (11), os vereadores Dilemário Alencar e Dra. Mara estiveram nas proximidades da rodoviária de Cuiabá para o plantio de um Ipê-Amarelo, em mais uma ação voltada à valorização das áreas verdes da capital.
A atividade integra o projeto Rede Verde, idealizado pela vereadora Dra. Mara, que já contabiliza mais de 5 mil árvores plantadas em diferentes regiões de Cuiabá. A iniciativa tem contribuído de forma significativa para o reflorestamento urbano e para o fortalecimento da consciência ambiental na cidade.
O vereador Dilemário Alencar participou da ação a convite da colega parlamentar e destacou a importância da iniciativa.
“Esse tipo de ação é fundamental para que Cuiabá volte a ser reconhecida como a Cidade Verde. Cada árvore plantada é um passo concreto na preservação do meio ambiente urbano e na melhoria da qualidade de vida da nossa população.”
Dilemário também parabenizou a vereadora Dra. Mara e reforçou a relevância do engajamento do Legislativo em pautas ambientais:
“Agradeço o convite e parabenizo a Dra. Mara por essa iniciativa tão necessária. É muito importante que nós, vereadores, tenhamos esse olhar voltado à sustentabilidade e nos envolvamos em ações que deixem um legado positivo para a cidade.”
A ação vai além do simples plantio de uma árvore. São atitudes pontuais, porém pensadas com responsabilidade, que indicam o caminho para um futuro mais sustentável em Cuiabá.
Cuiabá
Câmara de Cuiabá aprova moção de repúdio contra indicação de Jorge Messias ao STF
Luciéder Luz | Assessoria do vereador Dilemário Alencar
A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, durante a sessão desta quinta-feira (23), requerimento de autoria dos vereadores Dilemário Alencar (UB) e Rafael Ranalli (PL) de moção de repúdio à indicação de Jorge Messias ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal.
No requerimento, os parlamentares alegaram que, após parecer favorável emitido por Jorge Messias quando ocupava a chefia da Advocacia-Geral da União (AGU), a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou a ADPF 1141, na qual permitiu a situação de morte de três bebês por dia no Brasil, desde maio de 2024.
“Enquanto 33 mil famílias esperam na fila de adoção, essa triste realidade de matança de bebês indefesos vem ocorrendo porque o ex-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, assinou parecer jurídico que endossou o posicionamento do ministro relator Alexandre de Moraes na ADPF 1141, que permitiu o aborto de bebês durante os nove meses de gestação. Por isso, a Câmara de Cuiabá repudiou o nome de Jorge Messias, que foi indicado pelo presidente Lula, para o STF. Essa indicação não pode prosperar”, disse o vereador Dilemário.
A aprovação da ADPF 1141 (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) é uma ação no STF que suspendeu a Resolução 2.378/24 do Conselho Federal de Medicina (CFM), a qual proibia a assistolia fetal para interrupção de gravidez acima de 22 semanas decorrente de estupro.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) havia proibido a assistolia fetal em razão da crueldade do método. O CFM considerou o fato de que o bebê, no último trimestre da gestação, é um ser humano formado.
“O CFM alertou que o correto é fazer o parto e entregar o bebê para adoção, e não praticar o assassinato. Mas o STF derrubou a proibição estabelecida pela resolução do CFM, dizendo que a morte do bebê no ventre materno é um elemento indissociável do direito da mulher de abortar”, relatou o vereador Rafael Ranalli.
A assistolia fetal é um procedimento feito por meio de uma agulha que atravessa o ventre da mãe, guiada por um ultrassom, para perfurar o ponto central do coração do bebê. Sem anestesia, o bebê sente a agulha entrar. E a agulha injeta cloreto de potássio no coração do bebê para matá-lo. O bebê sente uma dor fortíssima, equiparada à dor provocada por infarto no adulto, antes de morrer.
A assistolia fetal foi liberada até o momento do parto. E o mais absurdo é que o ministro Alexandre de Moraes proibiu punições a médicos que realizarem o procedimento de assistolia fetal.
“Estão fazendo esse tipo de procedimento com bebês de 7, 8 e 9 meses de gestação. Bebês que já ouvem a voz da mãe, que colocam o dedinho na boca, que já sentem dor. É muita crueldade! O bebê pode tentar fugir da agulhada, se contorcer dentro do útero, mas não tem como escapar da picada mortal”, observou Dilemário.
“Eu jamais ficarei calado vendo esse tipo de atrocidade! E Jorge Messias, defensor de tamanha crueldade, pode se tornar ministro do STF, caso a indicação de seu nome seja aprovada pelos senadores. Isso não pode acontecer, pois quem defende a morte não pode decidir sobre a vida”, concluiu o vereador Dilemário Alencar.
A moção de repúdio será encaminhada pela Câmara Municipal para os três senadores de Mato Grosso e ao presidente do Senado Federal.
Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
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