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Construção de nova creche no Nico Baracat é iniciada e prefeito faz vistoria nos trabalhos

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Com a ordem de serviço recém-assinada, o prefeito Roberto Dorner vistoriou o início dos trabalhos de construção da Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) no Residencial Nico Baracat. “Para nós, é uma alegria muito grande fazer essa obra o quanto antes aqui, para dar conforto às famílias do Residencial Nico Baracat”, pontuou o gestor municipal ao acompanhar os primeiros serviços executados no local.

Para a secretária de Educação, Salete Rodrigues, que acompanhou o prefeito na visita, a nova obra será um ganho para a comunidade. “É uma população que fica bastante distante do centro e das outras creches, e aqui vamos atender 350 crianças próximas às famílias, já que a creche está dentro do residencial. Isso é um benefício para todas as mamães que têm filhos de 0 a 5 anos”, disse.

Salete lembrou que, além da construção dessa unidade, o município segue investindo na ampliação da capacidade de atendimento da rede municipal. “Esta é uma gestão que investe em educação. Só no ano passado entregamos a ampliação de mais 12 salas de aula distribuídas em várias escolas, para atender as famílias o mais próximo possível de suas casas e garantir qualidade na educação. Isso é pensar em educação de qualidade”, acrescentou.

O projeto é de uma unidade padrão Tipo 1 do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A unidade terá 1.545,99 m² de área construída e contará com 11 salas, seguindo modelo estruturado para atender até 188 crianças em dois turnos ou 94 em período integral. O investimento total é de R$ 5.470.807,43, com recursos do Novo PAC, sendo R$ 280.511,56 de contrapartida do município para itens não financiáveis.

A obra representa um avanço importante para a região do Residencial Nico Baracat, um dos maiores complexos habitacionais do município, implantado por meio do programa Minha Casa Minha Vida e que conta com 1.440 unidades habitacionais. Além da construção da unidade educacional, outros três projetos já estão em execução para atender a população.

Na área da saúde, está em construção uma Unidade Básica de Saúde (UBS), em estágio avançado de execução, seguindo padrão do Ministério da Saúde, com capacidade para duas equipes de Saúde da Família, atendimento odontológico e demais serviços básicos de saúde.

No esporte, o município está com processo licitatório em andamento para a construção de um Espaço Esportivo Comunitário, que contará com campo de futebol society com grama sintética, quadra 3×3 (meia quadra de basquete), parque infantil e pista de caminhada. O espaço seguirá diretrizes do Governo Federal, por meio do Ministério do Esporte, e a expectativa é de que as obras iniciem ainda neste ano.

O Residencial Nico Baracat também contará com uma Escola Municipal de Educação Básica (Emeb), viabilizada em parceria entre a Prefeitura de Sinop e o Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT). A prefeitura atua junto ao Estado na finalização dos processos burocráticos para retomada da obra, após a empresa vencedora da licitação abandonar os trabalhos. A unidade terá capacidade para atender 600 alunos de 6 a 11 anos e contará com 12 salas de aula, laboratório de química, sala de professores, sala de apoio psicopedagógico, parquinho e ginásio.

Além dessas obras, o município também planeja contemplar a região com uma unidade do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e outros importantes equipamentos públicos.

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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