LUCAS DO RIO VERDE
Espetáculo “Encanto” lota o auditório da Câmara de Vereadores de Lucas do Rio Verde
LUCAS DO RIO VERDE
O espetáculo “Encanto”, apresentado neste fim de semana em Lucas do Rio Verde, lotou o auditório da Câmara de Vereadores. Em duas sessões, realizadas na sexta-feira e no sábado (22 e 23) foram mais de 500 pessoas.
O musical é uma produção do Grupo Municipal de Teatro Arte Viva, formado pelos professores e alunos da oficina de teatro, ofertada pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.
A diretora e atriz Sônia Silva ressaltou que, apesar de voltado ao público infantil, “Encanto” é um espetáculo para toda a família, com cores, canções e personagens inesquecíveis.
(Foto: )
Inspirado no desenho da Disney, a história se passa na Colômbia e conta as aventuras da Família Madrigal. Uma família em que cada um tem um dom especial, menos a personagem Mirabel.
“O Espetáculo “Encanto” fala muito de amor, de apoio da família e de respeito as diferenças. Tenho certeza que todos vão gostar”, destacou a diretora.
O Grupo Municipal de Teatro Arte Viva existe há muitos anos e por ser formado por alunos das oficinas da cultura, se renova todos os anos, mostrando a formação de novos atores.
Segundo a secretária municipal de Cultura e Turismo Luciana Bauer, o grupo leva o nome de Lucas do Rio Verde, leva a cultura do município para todo o Estado de Mato Grosso.
“O grupo Arte Viva é formado pelos alunos das nossas oficinas, ou seja, as crias do Departamento de Cultura, trabalhando, se empenhando e fazendo arte. Parabéns aos nossos alunos”.
Além de Lucas do Rio Verde, o espetáculo será apresentado na capital, Cuiabá, no Teatro da Universidade Federal de Mato Grosso.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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