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Maio Amarelo encerra programação com blitz educativa e reforça conscientização por um trânsito mais seguro

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Segurança e Trânsito, encerrou, na manhã de hoje (27), a programação da campanha Maio Amarelo. Uma blitz educativa de conscientização no trânsito, marcou o encerramento das atividades alusivas à campanha, reforçando orientações sobre respeito às leis, empatia e responsabilidade entre motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres. A ação reuniu forças de segurança, entre eles o Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Exército Brasileiro e Guarda Civil Municipal (GCM), órgãos municipais e instituições parceiras, marcando o fechamento de um mês intenso de atividades voltadas à preservação da vida no trânsito.

O comandante da Guarda Civil Municipal (GCM), GCM Campagnaro, destacou que a campanha tem como principal objetivo reduzir os índices de acidentes e conscientizar a população sobre a importância de atitudes responsáveis no dia a dia. “É uma campanha que vem para tentar ser um marco para que nós tenhamos o mínimo possível de acidentes e vítimas. Se possível, zerar esses números. Esse encerramento coroa um mês de trabalho intenso, com palestras realizadas diariamente em empresas, escolas e entidades públicas, além das ações de conscientização nas vias públicas”, ressaltou.

Segundo ele, além do caráter fiscalizador, as ações realizadas pelas forças de segurança também possuem papel educativo. “Toda ação na via pública tem uma finalidade pedagógica. Além da fiscalização, existe a orientação, que é o que realmente pode fazer a diferença daqui para frente. A mudança de hábitos e atitudes é o que transforma o trânsito”, enfatizou.

A blitz educativa marcou o encerramento de uma programação que, durante todo o mês de maio, levou informação e conscientização a milhares de pessoas. Conforme o subsecretário de Segurança e Trânsito, Valdir Sartorelo, mais de 5,2 mil pessoas foram alcançadas pelas ações realizadas em empresas, escolas e espaços públicos.

“O Maio Amarelo chama atenção nacionalmente para um trânsito mais seguro, mas entendemos que esse trabalho precisa acontecer durante todo o ano. Neste ano, trabalhamos o tema ‘No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas’, focando no respeito, empatia e responsabilidade. Foram mais de 40 empresas atendidas e milhares de pessoas conscientizadas”, explicou.

Entre os focos das orientações estiveram o uso do celular ao volante, o respeito à sinalização de trânsito, a obrigatoriedade do cinto de segurança e a conscientização sobre atitudes imprudentes que podem resultar em acidentes graves e até fatais. Sartorelo destacou ainda que o município mantém equipes permanentes de educação para o trânsito atuando nas ruas e nas escolas, promovendo atividades educativas com crianças e adolescentes. “Trabalhamos diariamente para formar futuros motoristas mais conscientes, construindo uma cultura de respeito e segurança no trânsito”, pontuou.

A ação contou também com o apoio do Tiro de Guerra de Sinop. O comandante da unidade, subtenente Medeiros, ressaltou a importância da parceria institucional em campanhas que visam salvar vidas. “O Tiro de Guerra, como instituição vinculada ao Exército Brasileiro em cooperação com a Prefeitura de Sinop, busca sempre apoiar ações importantes para a sociedade. Hoje participamos desta campanha para reforçar a conscientização por um trânsito mais seguro”, afirmou.

As ações de educação e conscientização no trânsito seguem ao longo do ano, fortalecendo o compromisso com a redução de acidentes e a preservação da vida.

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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