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Oscilação de energia mobiliza força-tarefa para transferir pacientes no Pronto-Socorro de Várzea Grande  

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Pacientes adultos e pediátricos foram transferidos para unidades hospitalares de Cuiabá. Operação emergencial foi concluída nesta manhã

Uma oscilação no fornecimento de energia elétrica, registrada logo após a meia-noite, de hoje (4), comprometeu o funcionamento das UTIs 1 e 2 e do Centro Cirúrgico do Pronto-Socorro e Hospital Municipal de Várzea Grande (PSMVG), exigindo uma operação emergencial para a remoção de pacientes em estado crítico para hospitais da capital.

A situação mobilizou uma força-tarefa envolvendo a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), a Secretária Municipal de Saúde Deise Bocalon, o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, e toda equipe do Pronto-Socorro, que juntos, atuaram para garantir leitos de UTI e agilizar o transporte seguro dos pacientes.

TRANSFERÊNCIAS IMEDIATAS – Ao todo, 19 pacientes adultos internados nas UTIs foram transferidos para unidades hospitalares de Cuiabá. Seis para o Hospital Metropolitano, um para a Santa Casa, um para o Hospital Júlio Müller, sete para o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) e 1 para o Pronto-Socorro de Cuiabá.

Outros três pacientes, que já apresentavam quadro clínico estável, e estavam com transferência previamente programada, foram remanejados internamente para a enfermaria.

Também houve remoções na UTI Neonatal e na ala pediátrica: um recém-nascido de 15 dias foi transferido para o Hospital Santa Helena, uma criança seguiu para o HGU e duas foram encaminhadas ao HMC.

Confirme a secretária Deisi Bocalon, nenhum paciente ficou desassistido e todo o processo foi acompanhado por equipes médicas e de transporte especializado. “Buscamos fazer a remoção desses pacientes com a maior responsabilidade e segurança, e conseguimos êxito com a força-tarefa das equipes do SAMU e dos prestadores de serviço do Município”.

APOIO DO ESTADO E DA CAPITAL – O prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini, e o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, foram acionados pela gestão municipal e prontamente disponibilizaram vagas de UTI em diferentes unidades hospitalares.

A prefeita Flávia Moretti e a secretária Deisi Bocalon permaneceram no Pronto-Socorro durante toda a madrugada e manhã, acompanhando cada etapa da operação. “Foi uma madrugada de muita mobilização e união de esforços. Nossa prioridade foi salvar vidas e garantir segurança aos pacientes e seus familiares. A ação rápida das equipes e o apoio do Estado foram fundamentais”, destacou a prefeita.

Com a chegada de um novo transformador pela manhã, equipes de engenharia iniciaram a instalação do equipamento. Por ser uma estrutura antiga, o trabalho exige quebras de paredes do prédio, para adaptações na casa de máquinas.

O episódio também evidencia a importância dos investimentos estruturais já em andamento. Com recursos do governo do Estado, no valor de R$ 11,7 milhões, estão sendo realizados reparos no telhado da unidade e foram adquiridos três novos geradores para garantir autonomia no abastecimento elétrico do hospital. A previsão é que os equipamentos sejam instalados nos próximos meses.

ATENDIMENTOS SUSPENSOS TEMPORARIAMENTE – Por conta da oscilação de energia, o Pronto-Socorro permanece temporariamente fechado para atendimentos de urgência e emergência. A Central de Regulação do Estado foi acionada para direcionar pacientes a outras unidades hospitalares da região. A orientação aos várzea-grandenses é para que, em caso de necessidade, procurem as UPAs.

No momento do incidente, nenhuma cirurgia estava em andamento. Entretanto, cinco procedimentos que estavam agendados para esta quinta-feira (4), foram remarcados.

Ainda não há previsão para a normalização completa dos atendimentos.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Prefeita de Várzea Grande lidera ato de solidariedade à vereadora Rose Prado na Câmara Municipal

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A prefeita de Várzea Grande protagonizou, **na manhã desta sexta-feira (hoje)**, um importante gesto de apoio institucional e humano ao se dirigir até a Câmara Municipal acompanhada por uma comitiva de mulheres representantes do Executivo. O ato teve como objetivo prestar solidariedade à vereadora Rose Prado, após a repercussão de áudios envolvendo o vereador Feitosa, nos quais ele teria feito ameaças contra a parlamentar.

A mobilização partiu do Paço Municipal e reuniu diversas mulheres que atuam na gestão pública, simbolizando união e posicionamento firme diante da gravidade das acusações. Ao chegar à Câmara, a prefeita reforçou a importância do respeito entre os agentes políticos e destacou que situações como essa não podem ser tratadas com silêncio ou omissão.

O caso chamou ainda mais atenção pelo fato de que, até o momento, não houve manifestação pública de solidariedade por parte das demais vereadoras da Casa, tampouco do presidente ou de membros da mesa diretora. A ausência de posicionamento institucional foi interpretada por muitos como preocupante, especialmente diante da seriedade do conteúdo dos áudios.

Diante desse cenário, a atitude da prefeita e da comitiva feminina ganhou destaque como um gesto de coragem e empatia, reforçando a necessidade de apoio mútuo entre mulheres na política, sobretudo em situações de vulnerabilidade e enfrentamento.

O episódio reacende o debate sobre o respeito no ambiente político e a importância de medidas firmes diante de qualquer tipo de ameaça ou violência, principalmente quando direcionadas a mulheres em espaços de poder.

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