Cultura

Calango Careta faz carnaval de rua “raiz” no último dia de festa no DF

Publicado em

Cultura

O bloco Calango Careta arrastou centenas de foliões nesta terça-feira (17), último dia de carnaval na capital do país.

Tudo foi animado por músicos da orquestra de sopro e percussão, além de artistas circenses, fantasias e alegorias de animais do Cerrado.

 


Brasília (DF), 17/02/2026 -Carnaval de rua no Bloco Calango Careta.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Brasília (DF), 17/02/2026 -Carnaval de rua no Bloco Calango Careta.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Brasília (DF), 17/02/2026 – Aristas em pernas de pau animaram o bloco Calango Careta nesta terça-feira. – Joédson Alves/Agência Brasil

O bloco foi criado em 2015. Desde então, o dia e o local de saída às ruas são divulgados poucas horas antes do cortejo.

O sociólogo André Ramos e seu filho Otto, de quatro anos, foram fantasiados de Chapolin Colorado. André destaca a animação e a democracia do bloco.

“É o bloco mais animado e a banda mais legal. O cortejo é muito legal, é democrático, todo mundo junto. E ele gosta muito, ele que pede para vir”.


Brasília (DF), 17/02/2026 -Carnaval de rua no Bloco Calango Careta.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Brasília (DF), 17/02/2026 -Carnaval de rua no Bloco Calango Careta.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Brasília (DF), 17/02/2026 -Carnaval de rua no Bloco Calango Careta. – Joédson Alves/Agência Brasil

 

A escritora e consultora legislativa Gabriela Antunes foi fantasiada de sereia da cabeça aos pés. Ela conta que o Calango Careta é pura poesia e detalha a escolha da roupa.

“Eu fiz essa fantasia porque eu sou nadadora e gosto muito de carnaval. Eu adoro esse tipo de bloco que não ofende, que é totalmente integrado com a cidade, que as pessoas vêm simplesmente brincar, todo mundo fantasiado. Não tem idade. Se você procurar, vai ter cadeirante, criança, cachorro, gato”.

 


Brasília (DF), 17/02/2026 -Carnaval de rua no Bloco Calango Careta.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Brasília (DF), 17/02/2026 -Carnaval de rua no Bloco Calango Careta.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Brasília (DF), 17/02/2026 -Carnaval de rua no Bloco Calango Careta. – Joédson Alves/Agência Brasil

O italiano e professor de grego Silvio Marino curtiu o primeiro carnaval no Brasil. Fantasiado de barril, com inspiração no filósofo Diógenes, o professor destacou a importância da festa para a cultura brasileira.

“É uma resistência cultural de quem fez esse país, que foi feito com o sangue das pessoas escravizadas. Então é uma festa deles, sobretudo. Carnaval é uma palavra europeia, mas o carnaval de lá e o daqui são muito diferentes. Você entra no carnaval e saboreia as várias culturas que compõem este país”.

Mais de 70 blocos animaram o carnaval no Distrito Federal neste ano.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026

Publicados

em

A´UWÊ,  A´UWÊ,  A´UWÊ!  VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa  povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de  Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

 Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo  tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento  Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem  refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.

Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:

Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.

Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA