Cultura
Fórum Rio terá debates, cultura e participação popular na Zona Norte
Cultura
A Zona Norte do Rio vai virar um grande ponto de encontro de cultura, debate e participação popular.

A Casa Fluminense promove, neste sábado e domingo, o Fórum Rio, que chega à sua 18ª edição com o tema “Nosso Quintal”.
O evento é gratuito e acontece na Arena Dicró, na Penha. A ideia é reunir moradores, lideranças comunitárias, pesquisadores, gestores públicos e artistas para conversar sobre desafios e soluções para a Região Metropolitana. A programação conta com debates, oficinas, feira cultural, cinema e shows.
Além disso, vai ser lançada a Agenda Rio 2030, um documento com propostas e metas que servem para orientar políticas públicas e cobrar ações dos governantes, como detalha a produtora cultural e coordenadora de operações da Casa Fluminense, Taty Maria.
“É uma publicação que é atualizada a cada dois anos, acompanhando o ciclo eleitoral. A primeira foi lançada em 2014. De lá para cá, são 13 anos trabalhando para territorializar os objetivos. A agenda já teve 100 propostas, já foi dividida por setores. Depois, trouxemos essa abordagem mais intersetorial e interseccional através das justiças climática, econômica, de gênero e racial. E agora a gente, desde a última edição, chegou a dez prioritárias”.
Alguns dos destaques do Fórum Rio no sábado são um painel que discute quem protege as favelas e periferias e a apresentação da Cia. Passinho Carioca.
Já no domingo, o dia começa com atividades no Parque Ary Barroso, como um bate-papo sobre educação popular e o futuro das crianças e dos jovens. Também haverá samba com a escola mirim Petizes da Penha e o grupo Samba das Rosalinas.
Durante os dois dias, o público também pode conferir a exposição “Rua”, participar de oficinas artísticas e levar a criançada para o espaço infantil. Outro destaque é a feira “Libras nas Ruas”, com empreendedores apresentando produtos de gastronomia, moda e artesanato.
O Fórum Rio 2026 acontece no sábado, das 14h às 20h, e no domingo, das 9h30 às 20h, na Arena Dicró, na Penha Circular.
A retirada dos ingressos é feita pela internet, no site da Sympla: sympla.com.br.
Cultura
Festival cultural voltado para a promoção da paz acontece em Campinas
Um grande evento cultural, voltado para a promoção de relações mais justas, solidárias e humanas por meio da arte. Assim é o Festival Artes Pela Paz, que reúne mais de 200 artistas na cidade de Campinas, em São Paulo. O evento acontece desde 25 de abril e conta com uma série de atividades gratuitas.

Entre as atrações estão apresentações, oficinas, exposição, seminários e produção de conteúdo, como podcasts.
Célio Turino, curador do festival, destaca que além de incentivar a paz, o evento busca valorizar o artista local.
“A ideia foi concentrar com artistas de Campinas. O único convidado de fora foi o maestro Nelson Ayres. A lógica foi sempre essa. Se expressou também com a exposição de artes visuais e de música. Desde música caipira de raiz, afinal estamos no interior do estado de São Paulo, passando por um grupo de teatro e música infanto-juvenil, também com um ponto de cultura que se fez há 20 anos, que hoje é um grupo muito consolidado em Campinas, que é o Anelo, com a banda Pretos e Pretas”.
Entre os destaques do festival está a exposição Artes pela Paz, que reúne artistas, coletivos e projetos visuais. Eles dialogam, por meio dos trabalhos apresentados, com a ideia de diversidade cultural, convivência e imaginação de futuros. Célio Turino dá mais detalhes.
“Buscamos também juntar várias linguagens. Desde a chamada para a arte postal, em que houve retorno de pessoas de 18 países que fizeram seus cartões postais à mão, até arte em adesivos, os stickers, algo feito por jovens, arte indígena, passando por convites a artistas mais consagrados, de carreira, mais consolidados em Campinas, como Marcos Garcia, com obras sobre Oriente-Ocidente”.
O encerramento do festival será no próximo dia 27, com apresentação de atrações artísticas no Teatro de Arena, grande espaço cultural da cidade, localizado na Praça Imprensa Fluminense.
A ideia da organização do Artes Pela Paz, explica o curador, é que o evento permaneça no calendário da cidade e possa até seguir para outros locais.
“Transformar esse festival em algo permanente, que aconteça todo ano, para quem sabe, fixar Campinas como uma cidade que foi ganhando a ideia da paz. No concerto de abertura, nós já tivemos um grande público de 4.600 pessoas no concerto. Também desejamos, assim que o festival terminar, estabelecer intercâmbios. Estaremos abertos a receber convites para levarmos esse espetáculo pelo Brasil e quem sabe fora do país também”.
O Festival Artes Pela Paz é idealizado pelo Instituto Casa Comum, organização não governamental que busca promover o fortalecimento e o desenvolvimento da cidadania. Outras informações em: institutocasacomum.org/festival-artes-pela-paz.
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