Cultura
MEC Livros já teve quase 300 mil acessos a obras online
Cultura
Para incentivar a leitura no país e lançada há apenas uma semana, a MEC Livros, Bibilioteca Digital do Ministério da Educação, já é um sucesso. Em sete dias o número de acessos alcançou quase 300 mil. Quem gosta de ler conta agora com um acervo digital de quase oito mil obras nacionais e internacionais. O melhor de tudo: é de graça!

O preferido dos leitores na primeira semana da MEC Livros É o romance “A Cabeça do Santo”, da escritora brasileira Socorro Acioli. Podem ser encontrados, em formato digital, autores consagrados como Clarice Lispector, Machado de Assis, Ariano Suassuna, Jorge Amado, José Saramago e Gabriel García Márquez.
O estado de São Paulo teve até agora o maior número de usuários da plataforma: mais de 10 mil leitores ativos.
Para utilizar o serviço, o processo é simples: basta entrar no site ou aplicativo MEC Livros e acessar sua conta oficial Gov.br. Depois, escolha a obra e clique em “Emprestar e Ler”. Pronto! Você terá o livro disponível por 14 dias, ainda com a possibilidade de renovação.
Cultura
Olodum completa 47 anos com festa na Bahia
Fundado em 25 de abril de 1979, no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador (BA), o Olodum se consolidou como um dos maiores representantes da cultura baiana e afro-brasileira.

Os 47 anos dessa referência cultural terão celebração à altura. A programação começa nesta quarta-feira (22) e segue até o próximo domingo (26) com uma série de atividades: visitas guiadas, atividades formativas, lançamento de materiais pedagógicos, inauguração de novo espaço cultural e, claro, apresentação do Olodum no Largo do Pelourinho.
Um dos destaques da agenda de aniversário é o anúncio, na sexta-feira (24), a partir das 10h, na sede do grupo, do tema do Carnaval 2027 e do calendário de ações até os dias da folia do ano que vem. No mesmo dia, será inaugurado oficialmente o Estúdio Fela Kuti, um novo espaço voltado para a produção artística e audiovisual da instituição.
A sexta-feira ainda abre espaço para o relançamento das cartilhas do Kit Revoltas Negras, com publicações dedicadas a episódios marcantes da história brasileira, como a Revolta de Búzios, dos Malês, da Chibata e de Zumbi dos Palmares, além de um novo kit pedagógico voltado ao ambiente escolar.
No domingo, a partir das 15h, acontece o ensaio especial do Olodum, aberto ao público, celebrando os 47 anos de trajetória no Largo do Pelourinho.
Além do bloco e da banda, o Olodum também atua como ONG e centro de atividades culturais de caráter sócio-comunitário. O espaço promove o desenvolvimento de projetos em parceria com os governos municipal, estadual e federal, vários deles ligados à educação, cultura, cidadania e letramento racial. O grupo também é integrado por ramificações de teatro, um centro digital e de memória.
A palavra Olodum é de origem yorubá e, no ritual do candomblé, significa “Deus dos Deuses” ou “Deus maior” Olodumaré. Não representa um orixá, mas o Deus criador do Universo.
As cores do grupo formam a base do Pan-africanismo, Rastafarianismo e do Movimento Reggae: a cor verde representa as florestas equatoriais da África; o vermelho é o sangue da raça negra; o amarelo, o ouro da África; o preto é o orgulho da população negra e o branco, a paz mundial.
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