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Mostra Maranhão de Cinema ocupa Sesc Deodoro em São Luís até sábado

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A cidade de São Luís sedia, esta semana, a 19ª edição do festival de cinema Maranhão na Tela. Neste ano, a mostra audiovisual está reduzida e será voltada exclusivamente para a Mostra Maranhão de Cinema, sem caráter competitivo.

A abertura do evento aconteceu na noite desta terça-feira (22), e toda a programação se concentra no Cinema do Sesc Deodoro, localizado no centro da capital maranhense.

De quarta-feira (23) até o próximo sábado (26), serão exibidas mais de cem obras, entre curtas e longas-metragens. A programação reúne produções de ficção, animação, experimental, documentário e videoclipes, realizadas entre 2025 e 2026. As sessões acontecem em três horários, 14h, às 16h e às 19h. Em alguns dias, também haverá bate-papos com os realizadores das obras exibidas.

Os cinco longas maranhenses presentes na programação são: O Pitch – Uma Declaração de Amor ao Cinema, de Joaquim Haickel; Andanças, Fulgores e Vivas! – Um Filme da Companhia Barrica, codirigido por José Pereira Godão e Weber Bezerra; Descobrindo Sabores, de Paulo Won; Vem Guarnicê, de Sheury Manu Neves; e Toadas em Riba do Mar, dos realizadores Lauande Aires e Igor Nascimento.

No sábado (26), além das sessões de exibição dos filmes, um dos destaques da programação será a Maratona de Videoclipe, que reúne quase vinte trabalhos de realizadores maranhenses.

A programação completa e gratuita está disponível no Instagram @maranhaonatela.


Fonte: EBC Cultura

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Começa nesta quarta no Rio a 16ª Flup, Festa Literária das Periferias

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O Centro do Rio de Janeiro vai celebrar a literatura a partir desta quarta-feira (23). É a 16ª edição da Flup, Festa Literária das Periferias, que reúne encontros literários, música, dança, cultura urbana e saberes ancestrais.

O evento que amplia a visibilidade de vozes negras, periféricas, femininas e LGBTQIAPN+, tem como tema desta edição “As Filhas das Filhas das Filhas”, que reforça a trajetória de mulheres negras.

Entre os destaques estão as escritoras Conceição Evaristo, Elisa Lucinda e Djamila Ribeiro, o cantor Gilberto Gil, e a imortal da Academia Brasileira de Letras Ana Maria Gonçalves, autora do livro Um Defeito de Cor e homenageada desta edição do evento.

O diretor da Flup, Julio Ludemir, comenta a escolha da escritora.

“Eu entendo que a Ana Maria Gonçalves escreveu o livro mais importante da história da literatura brasileira. E não à toa ela se tornou a primeira mulher negra a ser eleita para a Academia Brasileira de Letras. Os dois fatos em si, por si só, justificam torná-la a autora homenageada de um festival com as características da Flup”.

A programação literária aborda temas como racismo, memória, identidade, gênero, diáspora, ancestralidade e produção cultural. Entre as apresentações culturais estão encontros de afoxés, rodas de samba, festival de acarajé, batalhas e slams. Julio Ludemir destaca a mesa de abertura do evento, nesta quarta-feira, reunindo Ana Maria Gonçalves e Djamila Ribeiro.

“Um encontro entre Ana Maria Gonçalves e Djamila Ribeiro, uma a primeira mulher negra brasileira a ser eleita para a Academia Brasileira de Letras, a outra, a primeira mulher negra a ser eleita para a Academia Paulista de Letras, certamente a gente quando coloca essas duas mulheres juntas, está dizendo o quão o sonho dessas filhas hoje em dia se tornou uma coisa tão real”.

A expectativa de público é de 20 mil pessoas. A Flup acontece na Praça Tiradentes, no Teatro Carlos Gomes e no Salão Guarani, no centro do Rio, até o próximo domingo (26). A entrada é franca.


Fonte: EBC Cultura

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