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Projeto resgata história de Maria Firmina dos Reis em São Luís

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Entre os dias 20 e 29 de maio, o projeto “Maria Firmina dos Reis, uma voz além do tempo – Ecos de Liberdade” vai levar para as escolas de São Luís, no Maranhão, várias ações para manter o legado da escritora maranhense considerada a primeira romancista brasileira. Além de aproximar o público jovem da trajetória da autora.

A programação inclui oficinas, ações formativas e apresentações inspiradas na trajetória da autora de “Úrsula” – tido como o primeiro romance de autoria negra e feminina do Brasil, além de ser o romance pioneiro da literatura afro-brasileira e da temática abolicionista. 

Nesta quarta e quinta-feira serão ministradas oficinas de danças populares maranhenses, como o cacuriá, com o dançarino e arte-educador, Renato Guterres para alunos do Ensino Fundamental II da Unidade Integrada Duque de Caxias, que fica no bairro do João Paulo. Na sexta-feira os estudantes participam da exibição do curta-documentário sobre o espetáculo e também assistem a palestra sobre Maria Firmina.

No dia 25 de maio, o projeto é retomado com estudantes do ensino médio do Centro Educa Mais João Francisco Lisboa, que fica no Diamante, que participam de uma oficina de dança contemporânea com o professor Leônidas Portella.

Já entre os dias 27 e 29 de maio, o Teatro da Cidade receberá, das duas às quatro e meia da tarde, o espetáculo “Maria Firmina dos Reis, uma voz além do tempo”. Unindo passado e presente, o texto encenado pela atriz maranhense Júlia Martins.

Maria Firmina dos Reis nasceu em São Luís, em outubro de 1825, mas viveu grande parte de sua vida onde hoje está a cidade de Guimarães.

Em 1847, assumiu o cargo de professora pública, marco importante para mulheres negras no Brasil imperial. Em 1859, publicou Úrsula. Ao aposentar-se, fundou uma escola mista e gratuita no Maranhão, considerada uma das primeiras do país.

Em 1887, lançou o conto “A Escrava”, reforçando a luta contra a escravidão.  Segundo pesquisadores, Firmina também foi presença constante na imprensa local, publicando poesia, ficção, crônicas e até enigmas e charadas. Ela faleceu em novembro de 1917.


Fonte: EBC Cultura

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Parintins ganha novos murais e amplia circuito de arte urbana

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A cidade de Parintins segue se preparando para receber milhares de visitantes durante o Festival Folclórico de 2026. Além da programação cultural dos bois-bumbás, o município ganha novos atrativos por meio do projeto “Parintins Galeria Cidade Aberta”, que amplia o circuito de arte urbana espalhado pelas ruas da ilha.

A iniciativa, promovida pelo Governo do Amazonas, prevê a criação de 12 novos murais nesta edição. As obras são produzidas por artistas locais e transformam fachadas e espaços públicos em verdadeiras galerias a céu aberto, valorizando a identidade cultural amazônica.

Os murais retratam elementos da cultura regional, da ancestralidade indígena, das tradições populares e da história de Parintins. Além de embelezar a cidade, o projeto fortalece o trabalho dos artistas urbanos e cria novos pontos de visitação para moradores e turistas.

Criado em 2022, o Galeria Cidade Aberta já soma dezenas de obras espalhadas pelo município. Com os novos painéis, a expectativa é ultrapassar a marca de 60 murais, consolidando Parintins como uma das principais referências em arte urbana da Região Norte.

A proposta também integra o Circuito da Cultura 2026 e reforça a ideia de que o Festival de Parintins vai além do Bumbódromo, levando arte e cultura para diferentes espaços da cidade durante todo o ano.


Fonte: EBC Cultura

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