Cultura

“Teatro Para Todos” leva espetáculos gratuitos para Feira de Santana

Publicado em

Cultura

Começa nesta sexta-feira (20), na Bahia, a segunda edição do projeto “Teatro Para Todos”, que leva espetáculos gratuitos ao público em comemoração ao Mês do Teatro, marcado pelo Dia Internacional do Teatro, em 27 de março.

A programação começa em Feira de Santana, neste fim de semana, e depois segue para Salvador, no próximo.

Nos dias 20 e 21, o Centro de Convenções local receberá três espetáculos da produção cênica contemporânea da Bahia. 

Nesta sexta, a partir das 19h30, o público confere a montagem da peça “Dionísia do Agreste”, inspirada na obra Tieta do Agreste, de Jorge Amado, e na tragédia grega As Bacantes, de Eurípedes. A obra mistura teatro musical, performance, poesia e dança.

Já no sábado, às 16h, tem o espetáculo infantojuvenil “Mundo das Minhas Palavras”, que usa música, humor e interação com o público, para refletir sobre o papel dos adultos na formação das novas gerações. À noite, às 20h, tem a encenação de “O Sapato do Meu Tio”, um espetáculo não verbal que combina drama e comédia por meio da arte da palhaçaria.

Depois de Feira de Santana, o projeto chega a Salvador, com apresentações entre os dias 27 e 29 de março, na Praça Dois de Julho, no Campo Grande.

Serão 5 espetáculos: “Buraquinhos ou Vento é Inimigo do Picumã”, “Dandara na Terra dos Palmares”, “Infinito”, “Candomblé da Barroquinha” e “Namíbia, Não!”. As peças abordam temas como realismo fantástico, ancestralidade, preservação cultural, religiosidade afro, distopia social e genocídio da população negra.

Os horários completos estão disponíveis no site e no Instagram da Secretaria de Cultura da Bahia.

A expectativa é que cerca de cinco mil pessoas, nas duas cidades, tenham acesso às apresentações.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Olodum completa 47 anos com festa na Bahia

Publicados

em

Fundado em 25 de abril de 1979, no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador (BA), o Olodum se consolidou como um dos maiores representantes da cultura baiana e afro-brasileira.

Os 47 anos dessa referência cultural terão celebração à altura. A programação começa nesta quarta-feira (22) e segue até o próximo domingo (26) com uma série de atividades: visitas guiadas, atividades formativas, lançamento de materiais pedagógicos, inauguração de novo espaço cultural e, claro, apresentação do Olodum no Largo do Pelourinho.

Um dos destaques da agenda de aniversário é o anúncio, na sexta-feira (24), a partir das 10h, na sede do grupo, do tema do Carnaval 2027 e do calendário de ações até os dias da folia do ano que vem. No mesmo dia, será inaugurado oficialmente o Estúdio Fela Kuti, um novo espaço voltado para a produção artística e audiovisual da instituição.

A sexta-feira ainda abre espaço para o relançamento das cartilhas do Kit Revoltas Negras, com publicações dedicadas a episódios marcantes da história brasileira, como a Revolta de Búzios, dos Malês, da Chibata e de Zumbi dos Palmares, além de um novo kit pedagógico voltado ao ambiente escolar.


O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho
O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho

O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho – Sayonara Moreno/Agência Brasil

No domingo, a partir das 15h, acontece o ensaio especial do Olodum, aberto ao público, celebrando os 47 anos de trajetória no Largo do Pelourinho.

 Além do bloco e da banda, o Olodum também atua como ONG e centro de atividades culturais de caráter sócio-comunitário. O espaço promove o desenvolvimento de projetos em parceria com os governos municipal, estadual e federal, vários deles ligados à educação, cultura, cidadania e letramento racial. O grupo também é integrado por ramificações de teatro, um centro digital e de memória.

A palavra Olodum é de origem yorubá e, no ritual do candomblé, significa “Deus dos Deuses” ou “Deus maior” Olodumaré. Não representa um orixá, mas o Deus criador do Universo.

As cores do grupo formam a base do Pan-africanismo, Rastafarianismo e do Movimento Reggae: a cor verde representa as florestas equatoriais da África; o vermelho é o sangue da raça negra; o amarelo, o ouro da África; o preto é o orgulho da população negra e o branco, a paz mundial.
 


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA