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Botafogo bate Atlético-MG, entra no G4 e esquenta disputa pelo Brasileirão

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O Botafogo carimbou seu retorno ao G4 do Campeonato Brasileiro neste sábado (20). Em um confronto tenso e disputado no Estádio Nilton Santos, o Glorioso superou o Atlético-MG por 1 a 0, com gol de Santi Rodríguez, em partida válida pela 24ª rodada da competição.

Com a vitória em casa, o alvinegro carioca salta para a quarta posição na tabela, somando 39 pontos, a mesma pontuação do Mirassol. A equipe dorme dentro da zona de classificação para a Libertadores, mas aguarda o desfecho do jogo entre Mirassol e Juventude, que acontece neste domingo (21), às 16h (de Brasília), para confirmar sua permanência. O Atlético-MG, por sua vez, estaciona na 13ª colocação, com 25 pontos, longe das primeiras posições.

Jogo de gigantes tem tensão, expulsões e lances capitais

A primeira etapa do duelo foi um reflexo fiel da rivalidade entre os finalistas da última Libertadores: um jogo físico, tático e com poucas oportunidades claras de gol. O Botafogo teve a chance mais cristalina em um cruzamento de Montoro que Vitinho, com o gol aberto, finalizou inacreditavelmente para fora. O Galo respondeu com perigo, primeiramente com uma cobrança de falta de Hulk que exigiu uma defesa espetacular do goleiro Léo Linck, e depois com Reinier, que, após tabelar com o camisa 7, acertou a trave.

O ambiente em campo se aqueceu, resultando em discussões e cartões para ambos os lados. Aos 45 minutos, um lance decisivo mudou o cenário da partida: após revisão do VAR, o atacante Chris Ramos, do Botafogo, foi expulso por uma cotovelada em Igor Gomes. Ir para o intervalo com o placar zerado e um jogador a menos prenunciava uma segunda etapa de sofrimento para os mandantes.

Renascimento no segundo tempo e defesa heróica

Contrariando as expectativas, a volta do intervalo trouxe um Botafogo com o espírito renovado e determinado. Logo aos 2 minutos, veio o lance que redefiniu o jogo: Montoro fez uma grande jogada pela esquerda, driblou o marcador e cruzou na medida para Santi Rodríguez. O uruguaio subiu com maestria e cabeceou no ângulo de Everson. Inicialmente, a assistente marcou impedimento, mas após uma tensa checagem do VAR, o gol foi validado, levando o Nilton Santos à euforia. Mesmo em desvantagem numérica, o Botafogo estava na frente.

O que se seguiu foi uma aula de como se defender com garra. Com a vantagem mínima no placar e um jogador a menos, o Botafogo montou um verdadeiro ferrolho defensivo. O Atlético-MG, com maior posse de bola, pressionou incessantemente, mas esbarrou na impecável atuação da zaga alvinegra e nas intervenções seguras do goleiro Léo Linck. A entrega total dos jogadores do Botafogo foi a marca da partida, simbolizada pelo choque de cabeça entre Marçal e o próprio Santi Rodríguez, que seguiram em campo após atendimento. O Galo ainda teve uma oportunidade de ouro com Hulk nos instantes finais, mas o atacante mandou para fora, selando a vitória do Glorioso.

Próximos desafios

O Botafogo terá pouco tempo para celebrar, pois já tem um novo compromisso na próxima quarta-feira (24). A equipe visitará o Grêmio na Arena, às 19h30, em jogo atrasado da 16ª rodada do Brasileirão. O Atlético-MG também entra em campo na quarta-feira (24), às 19h, para receber o Bolívar na Arena MRV, pelo jogo de volta das quartas de final da Copa Sul-Americana.

Ficha Técnica

Botafogo 1 x 0 Atlético-MG

Competição: Campeonato Brasileiro – 24ª Rodada

Local: Estádio Nilton Santos (Engenhão), Rio de Janeiro (RJ)

Data:21 de setembro de 2025 (domingo)

Horário: 18h30 (de Brasília)

Gols:

  • Botafogo: Santiago Rodríguez, aos 2’ do 2º Tempo

Cartões Amarelos:

  • Botafogo: Marçal, Marlon Freitas, Santiago Rodríguez, Montoro, Léo Linck
  • Atlético-MG: Lyanco, Hulk

Cartão Vermelho:

Escalações:

Botafogo:

  • Time: Léo Linck; Vitinho, Kaio, Alexander Barboza e Marçal; Marlon Freitas, Newton e Montoro (Cuiabano); Savarino (Joaquín Correa), Santiago Rodríguez (Allan) e Chris Ramos.
  • Técnico: Davide Ancelotti

Atlético-MG:

  • Time: Everson; Natanael, Lyanco (Gustavo Scarpa), Junior Alonso e Caio Paulista (Guilherme Arana); Fausto Vera, Alan Franco e Igor Gomes (Rony); Reinier (Biel) e Hulk.
  • Técnico: Jorge Sampaoli

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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