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Flamengo segura empate e carimba passaporte para a final da Libertadores 2025

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Com uma atuação decisiva de seu goleiro Agustín Rossi, o Flamengo garantiu sua vaga na grande final da Copa Libertadores de 2025 ao empatar sem gols com o Racing, nesta quarta-feira, no Estádio Presidente Juan Domingo Perón. O resultado foi suficiente para o Rubro-Negro avançar, graças à vitória por 1 a 0 conquistada no jogo de ida, no Maracanã.

Rumo ao tão sonhado tetracampeonato, o time comandado por Filipe Luís enfrentará o vencedor do confronto entre Palmeiras e LDU, que duelam nesta quinta-feira no Allianz Parque. A decisão da Libertadores está marcada para 29 de novembro, um sábado, no Estádio Monumental de Lima, no Peru – local que traz boas recordações ao clube carioca, palco da memorável conquista de 2019 contra o River Plate.

Esta será a quinta final de Libertadores na história do Flamengo, que já levantou a taça em 1981, 2019 e 2022, além de ter sido vice-campeão em 2021. Para o Racing, campeão em 1967, a busca por um novo título continental continua.

O Jogo

O primeiro tempo em Avellaneda foi marcado por um equilíbrio tático e chances para ambos os lados. O Flamengo começou imprimindo ritmo e quase abriu o placar aos 10 minutos, com um chute perigoso de Luiz Araújo de fora da área. A resposta do Racing veio rápida e exigiu a primeira grande intervenção de Agustín Rossi, que defendeu uma cabeçada de Tomás Conechny aos 11 minutos.

O Rubro-Negro voltou a ameaçar aos 15 minutos, quando Arrascaeta encontrou Guillermo Varela na área, e o lateral finalizou para outra bela defesa de Facundo Cambeses, goleiro do Racing. Perto do fim da etapa inicial, Arrascaeta fez uma jogada individual e novamente parou em Cambeses, que salvou com o rosto.

Segundo tempo

A segunda etapa começou com o Racing buscando a pressão, mas o Flamengo manteve a disciplina defensiva e controlou o ímpeto adversário. O jogo ganhou ares dramáticos aos 11 minutos, quando Gonzalo Plata, do Racing, foi expulso por agressão fora do lance, deixando o Flamengo com um jogador a menos. Mesmo em desvantagem numérica, a equipe argentina esbarrou em um inspirado Agustín Rossi, que fez uma defesa crucial aos 25 minutos em uma cabeçada de Adrián Martínez, impedindo o gol que poderia mudar os rumos da classificação.

Na reta final, a tensão cresceu. Marcos Rojo chegou a ser expulso por uma falta dura em Léo Ortiz, mas o VAR revisou o lance e o cartão vermelho foi anulado. O Racing intensificou a pressão nos minutos finais, com o Flamengo se fechando para proteger a vantagem. O ápice da emoção veio aos 46 minutos, quando Vietto, livre dentro da área, finalizou com perigo, mas Rossi, novamente, espalmou para escanteio, selando a classificação.

O empate sem gols garante o Flamengo na decisão, premiando a garra e a capacidade defensiva demonstrada fora de casa.

Próximos compromissos

Enquanto o Racing foca no Campeonato Argentino, enfrentando o Central Córdoba em 3 de novembro, às 19h (de Brasília), o Flamengo volta suas atenções para o Brasileirão, onde receberá o Sport em 1º de novembro, às 21h (de Brasília), no Maracanã.

FICHA TÉCNICA

RACING 0 X 0 FLAMENGO

Competição: Copa Libertadores 2025 – Semifinal (jogo de volta)

Local: Estádio Presidente Juan Domingo Perón (El Cilindro), Avellaneda, Argentina

Data: 29 de outubro de 2025 (quarta-feira)

Horário: 21h50 (horário de Brasília)

Cartões Amarelos:

  • Racing: Facundo Mura, Marcos Rojo
  • Flamengo: Ayrton Lucas

Cartões Vermelhos:

Arbitragem:

  • Árbitro: Piero Maza (CHI)
  • Assistentes: Cláudio Urrutia (CHI) e José Retamal (CHI)
  • VAR: Juan Lara (CHI)

RACING

  • Goleiro: Cambeses
  • Defensores: Facundo Mura (Martirena), Colombo, Marcos Rojo, Gabriel Rojas
  • Meio-campistas: Nardoni (Zaracho), Zuculini, Almendra (Adrián Balboa)
  • Atacantes: Solari (Luciano Vietto), Conechny (Duvan Vergara), Adrián Martínez
  • Técnico: Luis Zubeldía

FLAMENGO

  • Goleiro: Rossi
  • Defensores: Varela (Emerson Royal), Léo Ortiz, Léo Pereira, Alex Sandro
  • Meio-campistas: Jorginho (Evertton Araujo), Pulgar, Arrascaeta (Bruno Henrique)
  • Atacantes: Luiz Araújo (Saúl), Gonzalo Plata, Carrascal (Danilo)
  • Técnico: Filipe Luís

Fonte: Esportes



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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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